08/11/16

Engenho a tirar água da Nora

Vídeo de Cidália Teixeira

Os Muçulmanos desenvolveram e introduziram técnicas hidráulicas, misturando e aperfeiçoando as técnicas trazidas pelos romanos e visigodos com as que trouxeram do oriente. Assim ao longo dos rios construíram moinhos e azenhas. Nas hortas e pomares introduziram a nora, a cegonha ou a picota para poderem tirar água dos poços. Por outro lado construíram ainda levadas e canais de irrigação, subterrâneas, e à superfície, construindo não raras vezes autênticos monumentos, por onde a água era levada para outras culturas[1].
As noras de tirar água foram introduzidas pelos Árabes e são instrumentos fixos e circulares usados para captar a água do subsolo para, posteriormente, ela ser utilizada nas culturas de regadio. Caiadas de branco e compostas por uma roda que faz mover a corda, ou cadeia metálica, a que estão presos alcatruzes – baldes que transportam a água - as noras mouriscas conduziam a água às partes mais elevadas dos terrenos cultivados. Inicialmente, eram accionadas por mulas, burros ou machos que se deslocavam de olhos vendados num movimento circular à volta do engenho, mas hoje trabalham com potentes motores.
As noras existentes no Algarve têm quase todas, um funcionamento idêntico, mas apresentam modelos diversos consoante as regiões.
[1] - Teixeira 2003



02/11/16

Escritor do mês: Álvaro Magalhães

Biografia




Álvaro Magalhães nasceu no Porto, em 1951. A sua obra para crianças e jovens, que integra poesia, conto, ficção e textos dramáticos, repartindo-se por cerca de 80 títulos, caracteriza-se pela originalidade e invenção, quer na escolha dos temas quer no seu tratamento.

 
Foi várias vezes premiado pela Associação Portuguesa de Escritores e Ministério da Cultura. Em 2002, O limpa-palavras e outros poemas foi integrado na Honour Listdo Prémio Hans Christian Andersen e, em 2004, Hipopóptimos – Uma história de amor foi distinguido com o Grande Prémio Calouste Gulbenkian. Várias das suas publicações integram o Plano Nacional de Leitura e constam do corpus das Metas Curriculares de Português. 
Parte da sua obra (21 títulos) está publicada em Espanha, França, Brasil e Coreia do Sul.

28/10/16

Exposição: Gente de Palavras

Dia 2 de Novembro, quarta-feira, pelas 18,30h, na Biblioteca Sophia de Mello Breyner, em Loulé, será inaugurada a exposição “Gente de Palavras” de Daniel Dias, artista plástico.
Trata-se de um conjunto de 32 retratos de poetas, desenhados com as palavras dos seus próprios poemas. Não há um único traço em qualquer imagem.

Estarão representados poetas de Portugal e de outros países lusófonos. Do Algarve, em particular, figuram João de Deus, Cândido Guerreiro, António Aleixo e António Ramos Rosa.


Texto de Afonso Dias, in: https://www.facebook.com/afonso.dias

Carnaval de Moncarapacho 2019

História do Carnaval O Carnaval começou a ser festejado pelo povo grego em 600 a 520 a.C., como forma de agradecimento aos deuses pel...