26/01/16

Platibandas Algarvias: Estoi

Foto de Cidália Teixeira
Casa tradicional com fachada revestida a azulejos. Janelas duplas e platibanda trabalhada. Cantarias em pedra da região.
Foto de Cidália Teixeira
Casa pintada de branco, cantarias trabalhadas e frente simétrica. Platibanda trabalhada.

Foto de Cidália Teixeira
Nesta casa verifica-se igualmente simetria na sua fachada. Verifica-se que possue varandas corridas.

Foto de Cidália Teixeira
Casa igualmente com simetria na sua fachada. Verifica-se também que possue varandas corridas.

24/01/16

Platibanda Algarvia: Luz de Tavira





















Foto de Cidália Teixeira

Casa apalaçada construída nos princípios do século XX.
Fica situada junto à estrada Nacional 125, na Vila de Luz de Tavira e tem uma das mais ricas ornamentações em Platibandas.
Foto e texto da autora do Blogue

"O termo arquitectónico Platibanda designa uma faixa horizontal (muro ou grade) que emoldura a parte superior de um edifício e que tem a função de esconder o telhado. Podendo ser utilizado em diversos tipos de construção, como casas e igrejas, tornou-se num ornamento característico durante o estilo gótico.
Modernamente, é comum o uso de platibandas em casas que foram residenciais e passaram a abrigar algum tipo de comércio. Para esconder a antiga vocação do imóvel, moderniza-se a fachada e coloca-se uma platibanda (que pode ser uma parede mais alta que o telhado, para assim escondê-lo e tirar a aparência de casa)".

23/01/16

Platibandas Algarvias: Sto Estevão - Tavira


                      Foto de Cidália Teixeira

O termo arquitectónico Platibanda designa uma faixa horizontal (muro ou grade) que emoldura a parte superior de um edifício e que tem a função de esconder o telhado. Podendo ser utilizado em diversos tipos de construção, como casas e igrejas, tornou-se num ornamento característico durante o estilo gótico.
Modernamente, é comum o uso de platibandas em casas que foram residenciais e passaram a abrigar algum tipo de comércio (1). Esta platibanda da imagem é um exemplo do que foi referido. Esta casa em Santo Estevâo albergava uma mercearia tradicional e, não longe vão os tempos em que a Sra Carminha aqui vendia de tudo o que se consumia num lar.

(1)In:http://pt.wikipedia.org/wiki/Platibanda

22/01/16

Herança Árabe: Nora e Engenho

O Algarve foi a região de Portugal onde a presença Muçulmana deixou mais marcas indeléveis que ainda perduram na paisagem. Por outro lado é interessante verificar que um dos factores que condiciona a ocupação humana tem muito a ver com a prática da agricultura de regadio.
As noras de engenho mourisco foram ao longo dos anos utilizadas como forma de captação e distribuição de água para a rega dos campos.
No Centro de Faro encontra-se a nora que vemos na imagem, a qual foi protegida com uma rede de ferro, devido ao seu desuso, para protecção dos mais descuidados, mas restaurado o seu engenho e respectivo aqueduto que outrora levava a água até ao tanque de rega.

19/01/16

Noras e Engenhos



Fotos de Cidália Teixeira
Os Muçulmanos desenvolveram e introduziram técnicas hidráulicas, misturando e aperfeiçoando as técnicas trazidas pelos romanos e visigodos com as que trouxeram do oriente. Assim ao longo dos rios construíram moinhos e azenhas. Nas hortas e pomares introduziram a nora, a cegonha ou a picota para poderem tirar água dos poços.
As noras de tirar água foram introduzidas pelos Árabes e são instrumentos fixos e circulares usados para captar a água do subsolo para, posteriormente, ela ser utilizada nas culturas de regadio. Caiadas de branco e compostas por uma roda que faz mover a corda, ou cadeia metálica, a que estão presos alcatruzes – baldes que transportam a água - as noras mouriscas conduziam a água às partes mais elevadas dos terrenos cultivados.
Inicialmente, eram acionadas por mulas, burros ou machos que se deslocavam de olhos vendados num movimento circular à volta do engenho, mais tarde adaptados a motores a gasóleo.
As noras existentes no Algarve têm quase todas, um funcionamento idêntico, mas apresentam modelos diversos consoante as regiões. Em Estoi existem ainda muitas destas noras, em propriedade privada, de diversos estruturas conforme se podem verificar na estrada entre Estoi e Faro.

Texto de Cidália Teixeira, C. in tese de PG, UNL-2002

Biografia: António de Almeida Santos


15 de fevereiro de 1926- 19 de janeiro de 2016

António de Almeida Santos nasceu em Cabeça, concelho de Seia, é licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, entre 1945 e 1950, completando o 6º ano de Ciências Jurídicas em 1952.
Exerceu a advocacia em Lourenço Marques até 1974, tendo sido membro do Grupo de Democratas de Moçambique.
Foi duas vezes candidato às eleições para a Assembleia Nacional em listas da oposição, e viu, em ambos os casos, anulada a sua candidatura por ato arbitrário da Administração Colonial.
Representou, ainda em Moçambique, o general Humberto Delgado nas eleições presidenciais de 1958. Em conferências, petições e livros, defendeu uma solução federativa para as colónias portuguesas até que, em 1971, em livro apreendido pela Censura – “Já Agora!...” – passou a defender a aplicação pura e simples do princípio da autodeterminação e independência.
Foi ministro da Coordenação Interterritorial nos I, II, III e IV governos provisórios (demitiu-se no IV Governo), ministro da Comunicação Social no VI Governo Provisório, ministro da Justiça no I Governo Constitucional, ministro-adjunto do primeiro-ministro no II Governo Constitucional, ministro de Estado e ministro dos Assuntos Parlamentares no VI Governo Constitucional, deputado eleito pelo PS desde a I Legislatura, líder do Grupo Parlamentar do PS entre 1991 e 1994, presidente do Partido Socialista desde 1992, membro do Conselho de Estado, de 1985 a 2002, presidente da Assembleia da República nas VII e VIII legislaturas e membro do Conselho de Estado na IX Legislatura.
Era presidente honorário do PS e sócio da Academia Nacional de Belas-Artes, tendo publicado 25 obras da sua autoria.
- See more at:
http://www.ps.pt/partido/orgaos-nacionais/presidente-honorario.html?layout=biografia

12/01/16

Charles Perrault: escritor e arquiteto francês


Escritor francês, nasceu a 12 de janeiro de 1628, juntamente com um irmão gémeo, François, em Paris. Oriundo de uma família burguesa abastada, dá início aos seus estudos em 1637, no colégio de Beauvais, que viria a concluir aos quinze anos, tendo demonstrado um certo talento para as línguas mortas. Em 1643 ingressa no curso de Direito e, em 1651, com apenas vinte e três anos, consegue o seu diploma, tornando-se pois advogado. Dois anos mais tarde termina o seu primeiro livro, Les Murs de Troie ou L'Origine du Burlesque(1653).
Em 1654, Perrault torna-se funcionário junto do seu irmão mais velho Pierre, cobrador geral do reino e, depois de ter publicado uma série de odes dedicadas ao rei, torna-se assistente de Colbert, o famoso conselheiro de Luís XIV. Em 1665 passou a ser superintendente das obras públicas do reino e, dois anos mais tarde, ordena a construção do Observatório Real, de acordo com as plantas do seu irmão Claude.
No ano de 1671 é eleito para a Academia Francesa e no dia da sua inauguração permitiu ao público presenciar a cerimónia, privilégio continuado ainda nos nossos dias. No ano seguinte, não só é nomeado chanceler da Academia, como contrai matrimónio com Marie Guichon. Em 1673 vê nascer a sua primeira criança, uma filha, e torna-se bibliotecário da mesma Academia.
Em 1678, após dar à luz o seu quarto filho, Marie Perrault morre. O escritor, desgostoso, cede, em 1680, o seu cargo de superintendente ao filho de Colbert. Publicou a sua obra mais famosa em 1697, Contes de ma Mère l'Oye, ou Histoires du Temps Passé, uma coletânea de contos de encantar, que incluíam "A Bela Adormecida", "O Gato das Botas" e "A Gata Borralheira", e que passaria a ser conhecida apenas como Contos de Perrault.
Perdeu o seu filho mais novo na guerra em 1700. Faleceu na noite de 15 para 16 de maio de 1703, na sua residência em Paris.


Ver mais em: http://www.infopedia.pt/charles-perrault

Carnaval de Moncarapacho 2019

História do Carnaval O Carnaval começou a ser festejado pelo povo grego em 600 a 520 a.C., como forma de agradecimento aos deuses pel...