25/10/15

25 de Outubro de 1495: Morre em Alvor, D.João II, "O Príncipe Perfeito"

D. João II de Portugal nasceu em Lisboa a  3 de Maio de 1455 e faleceu a  25 de Outubro de 1495. Foi cognominado O Príncipe Perfeito pela forma como exerceu o poder. Filho do rei Afonso V de Portugal, acompanhou o seu pai nas campanhas em África e foi armado cavaleiro na tomada de Arzila. Enquanto Afonso V enfrentava os castelhanos, o príncipe assumiu a direcção da expansão marítima portuguesa iniciada pelo seu tio-avô Infante D. Henrique.
Desde 1474 que dirigia a política atlântica, devendo-se à sua visão de governante, apesar de não ter ainda vinte anos, a instituição do mare clausum, princípio que estabelecia que o domínio dos mares estava ligado ao seu descobrimento. Na linha dessa política surge o tratado de Toledo de 1480, em que D. João II aceitando a partilha das terras do Atlântico pelo paralelo das Canárias, afasta a concorrência da Espanha em África e protege a mais tarde chamada rota do Cabo. Durante o seu reinado toda a costa ocidental da África foi navegada, dobrou-se o Cabo da Boa Esperança e preparou-se por terra com as viagens de Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva, a viagem de Vasco da Gama à índia, a que o monarca já não assistiria. Em 1494, assina-se o tratado de Tordesilhas, dividindo-se a terra em duas zonas de influência, a atribuir a Portugal e à Espanha. Dentro da zona de influência portuguesa ficava o Brasil, o que permite supor que o monarca tinha conhecimento da existência dessas terras. 
No plano interno, a acção de João II orientou-se no sentido da centralização e fortalecimento do poder real, tendo reprimido duramente as conjuras dos nobres e abatido o poder das grandes casas do reino. De 1481 a 1485, são mortos ou presos D. Fernando, duque de Bragança, D. Diogo, duque de Viseu, D. Gutierres Coutinho, D. Pedro de Ataíde, Isaac Abravanel, D. Afonso, conde de Faro, D. Fernão da Silveira, Diogo Lourenço, Afonso Vaz, D. Álvaro, filho do duque de Bragança, Aires Pinto, bacharel João Afonso e José Abravanel. Tinha em grande conta a opinião dos povos, mas o seu conceito da autoridade real leva-o a só reunir cortes quatro vezes, durante o seu reinado. Quanto às relações externas, a sua actividade foi no sentido de criar laços de concórdia com os vários reinos, talvez com o intuito de se libertar de problemas que pusessem em dificuldades a política de expansão ultramarina. Alimentou o sonho de uma futura «monarquia ibérica», tendo conseguido contratar o casamento de seu filho D. Afonso com a primogénita dos Reis Católicos. A morte do infante veio, no entanto, deitar por terra estes planos. Manteve uma actividade diplomática intensa com vários países europeus, sendo de destacar a embaixada de Vasco de Lucena, enviada a Roma em 1485. 
A última fase do reinado de D. João II está marcada pelo problema da sucessão do trono. Com a morte do infante D. Afonso, procura o rei habilitar ao trono o bastardo D. Jorge. No seu testamento, todavia, nomeia seu sucessor D. Manuel, irmão da rainha. Morre no Algarve em 1495, aceitando alguns historiadores a hipótese de ter sido envenenado. O rei encontrava-se em Alvor, em casa de D. Álvaro de Ataíde, quando faleceu. Desenganado pelos médicos, sobre as suas hipóteses de salvação, organizou o próprio cenário da sua morte, ordenou a sua extrema-unção, e faleceu no dia 25 de Outubro de 1495, apenas com 40 anos, não sem antes pedir aos que o rodeavam que não o agoniassem com os seus prantos.

24/10/15

Hora de Inverno

O horário de inverno começa neste dia 

Os relógios devem ser retrocedidos em uma hora das 00:00 para as 23:00 horas. 
Mais uma hora de sono!

Na noite de Sábado 24 Outubro 2015  para Domingo 25 Outubro 2015





13/10/15

13 de outubro - Dia Mundial do Escritor.



"Toda a obra literária leva uma pessoa dentro, que é o autor. 
O autor é um pequeno mundo entre outros pequenos mundos"
José Saramago

12/10/15

Facebook


Um amigo mostrou-me o “Facebook” e eu achei o máximo.
O meu problema é não ter computador, mas achei tão fantástico que decidi mesmo assim encontrar amigos novos, aplicando os mesmos princípios.
Então, saio todos os dias à rua e pergunto às pessoas que encontro se querem ser minhas amigas, conto-lhes a minha vida toda, digo-lhes quando é o meu aniversário, onde moro, o que faço, as empresas onde já trabalhei, mostro-lhes montes de fotos minhas e de outros amigos meus, do meu cão, da minha mulher, dos meus filhos, da minha sogra, minhas a jogar à bola em cuecas, escuto com muita atenção aquilo que me vão dizendo e respondo sempre “I like” 

E sabem que funciona mesmo bem?
Já arranjei 4 seguidores: dois polícias, um psiquiatra e um cão.

Autor desconhecido

02/08/15

Milreu - Estoi

As Ruínas romanas de Milreu ou Ruínas de Estói, são um importante vestígio da época romana situados em Estói, no concelho de Faro, perto da estrada que segue para S. Brás de Alportel.
Foram postos a descoberto em 1877 pelo arqueólogo Estácio da Veiga.

Milreu é o testemunho de uma importante villa áulica romana, habitada desde o século I da Era Cristã, com vestígios de ocupação contínua até ao século X.

19/07/15

Olhão - Cidade Cubista

Olhão é uma cidade portuguesa no Distrito de Faro, região e sub-região do Algarve, com cerca de 28 000 habitantes.[1] O seu nome oficial (raramente usado, mesmo em documentos oficiais) é Olhão da Restauração.
É sede de um município com 130,86 km² de área[2] e 45 396 habitantes (2011),[3] [4] subdividido em 4 freguesias.[5] O município, que inclui uma parte continental e a Ilha da Armona, na ria Formosa, é limitado a norte pelo município de São Brás de Alportel, a norte e leste por Tavira, a oeste por Faro e a sudeste tem litoral no oceano Atlântico.
O município de Olhão foi criado em 1808.

Diz-se que Olhão, terá derivado da palavra árabe, «AL-HAIN», que significa fonte nascente, e que sofrendo as modificações fonéticas e fonológicas, naturalmente terão levado ao aparecimento do termo «ALHAM», depois «OLHAM» e finalmente OLHÃO. Na versão popular e segundo velhos testemunhos, Olhão é o aumentativo do substantivo comum "olho", com origem num grande "Olho de Água" (fonte, nascente ou poço de grande caudal), já que na zona existiam abundantes olhos de água, o que originou a construção das primeiras "palhotas", feitas em cana e colmo.

Ver mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Olhão

Carnaval de Moncarapacho 2019

História do Carnaval O Carnaval começou a ser festejado pelo povo grego em 600 a 520 a.C., como forma de agradecimento aos deuses pel...