15/05/14

HGP - 5º Ano


Correção da 6ª Ficha de Avaliação de História e Geografia de Portugal

Docente: Cidália Teixeira
 

Grupo - Os instrumentos de navegação

2. Das hipóteses apresentadas (A, B, C e D), assinala a correta.

2.1.  
Observa o documento B.
O instrumento astronómico representado na figura é:
 
A) um astrolábio, (pag. 137).
 
2.2.  
Este instrumento náutico permitia:
 
B) calcular a distância ao equador, medindo o ângulo do sol ao meio-dia, (pag. 137).


II Grupo – A conquista de Ceuta


1. Por que motivo era tão importante conquistar Ceuta?

- Ceuta era o centro de importantes rotas comerciais. De lá vinham para a Europa muitas mercadorias apreciadas neste continente como por exemplo: ouro, marfim, escravos e especiarias.

2. Esta conquista foi um fracasso. Porquê

- Porque Ceuta ficou isolada e era constantemente atacada pelos mouros;

- As rotas comerciais foram desviadas para outras cidades;

- Portugal tinha mais despesas do que lucros para a manutenção de Ceuta.


 3.Das hipóteses apresentadas (A, B, C e D), assinala a correta.
 
3.1. 
Ceuta localiza-se:
 
B) no Norte de África. , (pag. 138).
3.2. 
Antes de 1415, Ceuta estava sob o domínio dos:
 
B) Árabes , (pag. 139).
 
3.3. 
Ceuta era uma cidade muito rica porque:
 
D) era o centro de importantes rotas comerciais. , (pag. 139).
 
3.4. 
Em 1415, Ceuta foi conquistada:
 
A) por uma poderosa armada comandada por D. João I , (pag. 139).
 

Grupo III – A expansão portuguesa no Atlântico
 
1. Faz corresponder os elementos da coluna A, aos elementos da coluna B.
A – Arquipélago da Madeira - Gonçalves Zarco
B – Cabo Bojador – Gil Eanes
C – Arquipélago dos Açores – Diogo Silves
D – Fernão Gomes – Rico Mercador de Lisboa
E – D. Henrique – Impulsionador dos Descobrimentos
(Pag. 141)
  1. Das hipóteses apresentadas (A, B, C e D), assinala a correta.

2.1 
. As primeiras descobertas marítimas devem-se, principalmente:
 
A) ao infante D. Henrique, (pag. 141).
 
2.2 
 . As primeiras descobertas foram financiadas:
 
D) pela Ordem de Cristo.
 
2.3 
. O primeiro êxito da expansão portuguesa no Atlântico foi:
 
C) a ocupação das ilhas de Porto Santo e Madeira, (pag. 141).
 
2.4 
. Em 1434, Gil Eanes:
 
A) dobrou o cabo Bojador., (pag. 141).
 
2.5 
. No reinado de D. João II, Bartolomeu Dias, em 1487-88:
 
D) dobrou o Cabo das Tormentas, (pag. 141).
 
2.6 
. Ao serviço dos reis de Espanha, Cristóvão Colombo, em 1492:
 
A) descobriu a América, (pag. 143).
 
 
IV Grupo – A Chegada à India e o Tratado de Tordesilhas
1.Analisa os documentos A e B
1.1.            Qual a origem do nome Cabo das Tormentas?
- A origem do nome Cabo das Tormentas teve origem no sofrimento/tormentas que os marinheiros passavam para o ultrapassar, (pag. 141).
 
1.2.            Por que motivo era tão importante os navegadores portugueses dobrarem este Cabo.
- Era muito importante passar o Cabo das Tormentas, para que fosse possível chegar à India, (pag. 141).
2.1.            Quais os nomes dos dois países que negociaram este tratado?  
- O Tratado de Tordesilhas foi negociado entre Portugal e Espanha, (pag. 143).
 
2.2.            Que decisões foram nele, tomadas?
- No tratado de Tordesilhas, foi acordado que a terra ficaria dividida em duas partes iguais pelo meridiano que passa a 370 Léguas a ocidente da ilha mais ocidental de Cabo Verde , (pag. 143).
 
3.       Das hipóteses apresentadas (A, B, C e D), assinala a correta.
 
3.1 
. De acordo com o Tratado de Tordesilhas:
 
D) as terras a descobrir para oriente do meridiano de Tordesilhas seriam para Portugal , (pag. 141).
3.2 
. Analisa o mapa.
Vasco da Gama descobriu:
 
B) o Caminho Marítimo para a Índia, (pag. 141).
 
3.3 
. Na viagem de ida, a armada de Vasco da Gama:
 
C) fez uma volta muito larga a fim de evitar os ventos contrários, (pag. 145).
 
3.4
. A viagem de Vasco da Gama valeu, sobretudo:
 
B) pela descoberta do caminho marítimo para a Índia, (pag. 145).
 
3.5 
. Lê o seguinte documento:  
Este documento refere-se:
 
D) à chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil.
 
3.6. 
 Segundo o documento, os indígenas:
 
A) não seguiam nenhuma religião.


Ter Conhecimento

 

08/05/14

Liaria Lello - Porto

 
 A Livraria Lello, no coração da cidade do Porto, continua a apaixonar a crítica internacional: desta vez, foi eleita pela CNN como uma das "mais 'cool' do mundo". A livraria portuense faz parte de uma lista de 17 espaços compilada pela cadeia televisiva norte-americana.
O conjunto de livrarias selecionadas pela CNN, "antigas ou novas, todas com histórias fascinantes", são descritas pela televisão dos EUA como sendo, todas elas, "espaços históricos, santuários, salões de cultura e pontos obrigatórios de passagem em qualquer itinerário turístico".
"No futuro, é possível que haja uma geração de crianças que acredite que as livrarias são criações ficcionais encontradas apenas em romances", escreve Frances Cha, autora da peça da CNN, acrescentando que "tal seria compreensível já que muitas das mais belas livrarias independentes do mundo têm fechado nos últimos anos".
Porém, realça Cha, "nem todas têm enfrentado finais infelizes" e, muitas delas, graças à sua capacidade de adaptação - "com funcionamento de 24 horas por dia ou com renovações espetaculares ao nível do design", por exemplo - têm conseguido sobreviver e até prosperar.

02/05/14

Almeida Garrett

 
João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett nasceu no Porto em 1799. Em 1809 partiu para a ilha Terceira devido às invasões francesas. Em 1816 foi estudar para a Universidade de Coimbra, frequentando o Curso de Direito. As suas influências liberais datam dessa época, no contato com outros universitários.
 
Em 1821 editou a sua primeira obra, o poema "O Retrato de Vénus", que foi considerado ultrajante pela censura, tendo Garrett sido obrigado a comparecer a tribunal. Foi também no ano de 1821 que subiu ao palco a sua tragédia "Catão", drama construído à maneira clássica. Com a Vila Francada, exilou-se em Inglaterra em 1823, onde entrou em contato com a literatura romântica (Byron e Walter Scott). Em 1825 publicou em Paris "Camões", obra marcante para o Romantismo português.
 
Em 1826 publicou "Dona Branca". Após a guerra civil, foi nomeado cônsul geral em Bruxelas. Estudou a língua e a literatura alemãs (Herder, Schiller e Goethe). Regressou a Portugal em 1836 e Passos Manuel encarregou-o de reorganizar o teatro nacional, nomeando-o inspector dos teatros. Além da actividade política e legislativa, Garrett continuou sempre a trabalhar na sua obra e escreveu para o Teatro "Um Auto de Gil Vicente" em 1838, "D. Filipa de Vilhena" em 1840 e "O Alfageme de Santarém" em 1842. Garrett foi opositor da ditadura de Costa Cabral, que o demitiu do cargo de inspetor geral dos teatros. Esta terá sido a época mais criativa de toda a sua carreira literária: em 1843 publicou "Frei Luís de Sousa", em 1845 "As Viagens na Minha Terra" e "As Flores sem Fruto", e "Folhas Caídas", que data de 1853, embora tenha sido escrito antes.
 
O triunfo do movimento político da Regeneração (1851) trouxe Garrett à política ativa. Fundou um novo jornal, a que chamou A Regeneração. Devido ao seu temperamento e espírito independente saiu em 1853 do governo regenerador. Regressou então à escrita, iniciando um novo romance, "Helena", que não chegou a concluir, pois faleceu em 1854. Como romancista, Garrett é considerado o criador da prosa moderna em Portugal. Na poesia, foi dos primeiros a libertar-se dos cânones clássicos e a introduzir em Portugal a nova estética romântica.
 Bibliografia de destaque:
"O Retrato de Vénus" (1821), "O Toucador" (1822), "Catão" (1822), "Camões" (1825), "Dona Branca" (1826), "O Cronista" (1827), "Adozinda" (1828), "Lírica de João Mínimo" (1829), "O tratado da Educação" (1829), "Portugal na Balança da Europa" (1830), "Um Auto de Gil Vicente" (1838), "D. Filipa de Vilhena" (1840), "O Alfageme de Santarém" (1842), "Romanceiro e Cancioneiro Geral" tomo 1 (1843); tomo 2 e 3 (1851), "Frei Luís da Sousa" (1843), "Flores sem fruto" (1845), "O Arco de Sant'Ana" (1845), "Viagens na Minha Terra" (1845), "As profecias do Bandarra" (1848), "Um Noivado no Dafundo" (1848), "A sobrinha do Marquês" (1848), "Memórias Históricas de José Xavier Mouzinho da Silveira" (1849), "Folhas Caídas" (1853), "Fábulas e Folhas Caídas" (1853).

23/04/14

23 de abril: "Dia Mundial do Livro"



O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor (também chamado de Dia Mundial do Livro) é um evento comemorado todos os anos no dia 23 de Abril, e organizado pela UNESCO para promover a o prazer da leitura, a publicação de livros e a proteção dos direitos autorais. O dia foi criado na XXVIII Conferência Geral da UNESCO que ocorreu entre 25 de Outubro e 16 de Novembro de 1995 .
A data de 23 de Abril foi escolhida porque nesta data do ano de 1616 morreram Miguel de Cervantes, William Shakespeare e Garcilaso de la Vega. Para além disto, nesta data, em outros anos, também nasceram ou morreram outros escritores importantes como Maurice Druon, Vladimir Nabokov, Josep Pla e Manuel Mejía Vallejo.
O Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor comemora-se hoje, a 23 de Abril. Desde 1995 que, por iniciativa da UNESCO, se celebra em todo o mundo o prazer da leitura. Lisboa, Évora, Beja e Vila Franca de Xira são algumas das cidades que, em Portugal, têm atividades especiais neste dia.
Em Lisboa, o Palácio Galveias recebe nos seus jardins crianças das escolas do 1º ciclo da cidade para um piquenique em que leitura e alimentação saudável dão corpo à máxima “mente sã em corpo são”. Várias escolas e jardins públicos da capital serão hoje palco para piqueniques animados por leituras de contos, ateliers e momentos de teatro.
Na cidade de Évora este dia comemora-se com a estreia da peça "Uma noite na biblioteca", na Biblioteca Pública de Évora. É uma encenação de Luís Varela e conta com as interpretações de Isabel Lopes, José Carlos Faria, Victor Santos e Miguel Araújo.
Em Beja, “Mudar de Vida” é o lema que serve de mote aos festejos promovidos pela Biblioteca Municipal José Saramago. O espetáculo “Pele e Fole”, da Associação Imaginário, irá percorrer a cidade, intercalada por leituras ao desafio por elementos da Homlet – Companhia de Teatro da Sociedade Capricho Bejense.
Ver mais em:
·         http://www.publico.pt/cultura/noticia/dia-mundial-do-livro-celebrase-hoje-em-portugal-e-um-pouco-por-todo-o-mundo

 

20/04/14

«Memorando de um filho aos pais»


Nos anos 90, o “The Message Internacional” publicou um texto que ainda hoje, representa de uma forma muito clara o que todos os filhos precisam que os pais saibam.
É uma espécie de mapa do tesouro por passos, mas o tesouro aqui é o futuro dos seus filhos, e a caça, é para ser feita com eles. As respostas, estão no fim do arco-íris, por isso prepare-se que a aventura vai começar.
«Memorando de um filho aos pais»
Queridos mãe e pai:
1.    Não me estraguem com mimos. Eu sei perfeitamente que não vou receber tudo aquilo que peço. Estou apenas a testar-vos.
2.    Não se inibam de ser firmes comigo. Eu prefiro, dá-me segurança.
3.    Não me deixem criar maus hábitos. Eu confio em vocês para os detectarem atempadamente.
4.    Não me façam sentir mais pequeno que sou. Isso faz com que me comporte de uma forma “estupidamente adulta”
5.    Se for possível, não me corrijam à frente das outras pessoas. Prestarei mais atenção se falarem comigo calmamente e em privado.
6.    Não tratem os meus erros como se fossem pecados. Isso altera o meu sentido de valores.
7.    Não me protejam de consequências. Às vezes preciso de aprender da maneira mais dolorosa.
8.    Não se preocupem quando eu digo “Odeio-te”. Eu não vos odeio, apenas odeio o poder que têm de me fazer sentir frustrado.
9.    Não dêem muita importância às minhas pequenas queixas. Às vezes fazem com que consiga a atenção que preciso.
10. Não sejam chatos. Se forem vou ter de me proteger e fingir que sou surdo.
11. Não se esqueçam que eu não me consigo explicar da forma que queria. Por isso é que nem sempre sou explícito no que digo.
12. Não me ignorem quando faço perguntas. Se o fizerem, vão perceber que ou deixar de vos perguntar, e começar a procurar informação noutro sítio.
13. Não sejam inconsistentes. Confunde-me e faz-me perder a fé em vocês.
14. Não me digam que os meus medos são ridículos. Para mim são reais e vocês podem fazer muito para me tranquilizar, se tentarem percebê-los.
15. Nunca sugiram que são perfeitos e infalíveis. Quando descubro que nem uma coisa nem outra são verdade, fico magoado e desiludido.
16. Nunca pensem que pedir-me desculpas os torna menos dignos. Um pedido de desculpas sincero vai-me fazer sentir muito mais próximo de vocês.
17. Não se esqueçam que gosto de experimentar coisas. E não consigo fazê-lo sem o vosso apoio. Envolvam-se e criem limites.
18. Não se esqueçam que eu estou a crescer a uma velocidade incrível. Eu sei que deve ser difícil acompanhar o ritmo, mas por favor, tentem.
19. Não se esqueçam que eu não consigo crescer sem muito amor e compreensão… mas não preciso de vos dizer, pois não?
20. Por favor, cuidem de vocês. Mantenham-se saudáveis e em segurança. Eu adoro-vos e preciso de vocês.
[The Message International,
June 1991 - pág. 40]

Carnaval de Moncarapacho 2019

História do Carnaval O Carnaval começou a ser festejado pelo povo grego em 600 a 520 a.C., como forma de agradecimento aos deuses pel...