23/04/14

23 de abril: "Dia Mundial do Livro"



O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor (também chamado de Dia Mundial do Livro) é um evento comemorado todos os anos no dia 23 de Abril, e organizado pela UNESCO para promover a o prazer da leitura, a publicação de livros e a proteção dos direitos autorais. O dia foi criado na XXVIII Conferência Geral da UNESCO que ocorreu entre 25 de Outubro e 16 de Novembro de 1995 .
A data de 23 de Abril foi escolhida porque nesta data do ano de 1616 morreram Miguel de Cervantes, William Shakespeare e Garcilaso de la Vega. Para além disto, nesta data, em outros anos, também nasceram ou morreram outros escritores importantes como Maurice Druon, Vladimir Nabokov, Josep Pla e Manuel Mejía Vallejo.
O Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor comemora-se hoje, a 23 de Abril. Desde 1995 que, por iniciativa da UNESCO, se celebra em todo o mundo o prazer da leitura. Lisboa, Évora, Beja e Vila Franca de Xira são algumas das cidades que, em Portugal, têm atividades especiais neste dia.
Em Lisboa, o Palácio Galveias recebe nos seus jardins crianças das escolas do 1º ciclo da cidade para um piquenique em que leitura e alimentação saudável dão corpo à máxima “mente sã em corpo são”. Várias escolas e jardins públicos da capital serão hoje palco para piqueniques animados por leituras de contos, ateliers e momentos de teatro.
Na cidade de Évora este dia comemora-se com a estreia da peça "Uma noite na biblioteca", na Biblioteca Pública de Évora. É uma encenação de Luís Varela e conta com as interpretações de Isabel Lopes, José Carlos Faria, Victor Santos e Miguel Araújo.
Em Beja, “Mudar de Vida” é o lema que serve de mote aos festejos promovidos pela Biblioteca Municipal José Saramago. O espetáculo “Pele e Fole”, da Associação Imaginário, irá percorrer a cidade, intercalada por leituras ao desafio por elementos da Homlet – Companhia de Teatro da Sociedade Capricho Bejense.
Ver mais em:
·         http://www.publico.pt/cultura/noticia/dia-mundial-do-livro-celebrase-hoje-em-portugal-e-um-pouco-por-todo-o-mundo

 

20/04/14

«Memorando de um filho aos pais»


Nos anos 90, o “The Message Internacional” publicou um texto que ainda hoje, representa de uma forma muito clara o que todos os filhos precisam que os pais saibam.
É uma espécie de mapa do tesouro por passos, mas o tesouro aqui é o futuro dos seus filhos, e a caça, é para ser feita com eles. As respostas, estão no fim do arco-íris, por isso prepare-se que a aventura vai começar.
«Memorando de um filho aos pais»
Queridos mãe e pai:
1.    Não me estraguem com mimos. Eu sei perfeitamente que não vou receber tudo aquilo que peço. Estou apenas a testar-vos.
2.    Não se inibam de ser firmes comigo. Eu prefiro, dá-me segurança.
3.    Não me deixem criar maus hábitos. Eu confio em vocês para os detectarem atempadamente.
4.    Não me façam sentir mais pequeno que sou. Isso faz com que me comporte de uma forma “estupidamente adulta”
5.    Se for possível, não me corrijam à frente das outras pessoas. Prestarei mais atenção se falarem comigo calmamente e em privado.
6.    Não tratem os meus erros como se fossem pecados. Isso altera o meu sentido de valores.
7.    Não me protejam de consequências. Às vezes preciso de aprender da maneira mais dolorosa.
8.    Não se preocupem quando eu digo “Odeio-te”. Eu não vos odeio, apenas odeio o poder que têm de me fazer sentir frustrado.
9.    Não dêem muita importância às minhas pequenas queixas. Às vezes fazem com que consiga a atenção que preciso.
10. Não sejam chatos. Se forem vou ter de me proteger e fingir que sou surdo.
11. Não se esqueçam que eu não me consigo explicar da forma que queria. Por isso é que nem sempre sou explícito no que digo.
12. Não me ignorem quando faço perguntas. Se o fizerem, vão perceber que ou deixar de vos perguntar, e começar a procurar informação noutro sítio.
13. Não sejam inconsistentes. Confunde-me e faz-me perder a fé em vocês.
14. Não me digam que os meus medos são ridículos. Para mim são reais e vocês podem fazer muito para me tranquilizar, se tentarem percebê-los.
15. Nunca sugiram que são perfeitos e infalíveis. Quando descubro que nem uma coisa nem outra são verdade, fico magoado e desiludido.
16. Nunca pensem que pedir-me desculpas os torna menos dignos. Um pedido de desculpas sincero vai-me fazer sentir muito mais próximo de vocês.
17. Não se esqueçam que gosto de experimentar coisas. E não consigo fazê-lo sem o vosso apoio. Envolvam-se e criem limites.
18. Não se esqueçam que eu estou a crescer a uma velocidade incrível. Eu sei que deve ser difícil acompanhar o ritmo, mas por favor, tentem.
19. Não se esqueçam que eu não consigo crescer sem muito amor e compreensão… mas não preciso de vos dizer, pois não?
20. Por favor, cuidem de vocês. Mantenham-se saudáveis e em segurança. Eu adoro-vos e preciso de vocês.
[The Message International,
June 1991 - pág. 40]

03/04/14

Aristides de Sousa Mendes

Passam hoje 60 anos da morte de Aristides de Sousa Mendes, a 3 de Abril de 1954. Pela sua coragem, humanidade e determinação o Yad Vashem reconheceu-o, a 18 de Outubro de 1966, como Justo entre as Nações. Nunca Esqueceremos.

 

25/03/14

HGP - 5º Ano


Docente: Cidália Teixeira
 
Correção da Ficha de Avaliação
Esta Ficha de Avaliação é composta por 6 grupos dos quais respondes apenas a 5:
 
I – Grupo
Portugal no Século XIII – Relevo, Clima e Vegetação
 
1. Portugal Continental tem um clima temperado, com características que variam ligeiramente ao longo do território.
Com as palavras da chave, constrói duas afirmações verdadeiras.
a) No norte predominam as árvores de folha caduca, como o carvalho e o castanheiro.
b) No sul do país predominam as árvores de folha persistente como o sobreiro e o pinheiro manso.
2. Completa as frases com palavras da caixa.
O clima de Portugal Continental sofre a influência dos ventos que vêm do oceano Atlântico, do interior da Península e do Norte de África. É em Moncorvo que se registam as temperaturas mais baixas no Inverno e as mais elevadas no sul. Em Faro as temperaturas são mais suaves no Inverno e o Verão também é quente.
II – Grupo
Portugal no Século XIII – As Atividades Económicas
1. Faz corresponder os elementos da coluna da esquerda aos elementos da coluna da direita
 
A – Almocreve
B – Carta do foral
C – Comércio interno
D – Comércio externo
E – Feira franca
C - Trocas comerciais dentro do país
B - Obrigações e regalias dos feirantes
E - Feira em que havia isenção de impostos
A - Comerciantes que vendiam de terra em terra
D - Trocas comerciais com outros países


2. Completa os espaços em branco com palavras da caixa.
A agricultura era a principal atividade económica no século XIII. A produção era geralmente fraca e, nos maus anos agrícolas, a população portuguesa passava fome. A atividade piscatória foi uma atividade económica importante: nos rios, a pesca fluvial e nos mares, a pesca marítima. A salicultura foi igualmente uma atividade de grande importância porque permitia a conservação dos alimentos.
3. Identifica as atividades económicas representadas nos documentos 2, 3 e 4.

III – Grupo

Portugal no Século XIII - A Vida num Senhorio Medieval

2.1  Quais os grupos sociais existentes em Portugal no século XIII?

No século XIII existiam 3 grupos sociais: Clero, Nobreza e Povo

2.2  Quais os grupos sociais detentores de senhorios?

Os grupos sociais detentores dos senhorios são: Nobres e o Rei

2.3  Identifica as áreas principais de um senhorio.

O senhorio possuía: O Castelo,  as casas dos trabalhadores, a horta, a casa dos caseiros, o forno, o moinho e a eira.

IV – Grupo

Portugal no Século XIII - A Vida num Mosteiro


  1. Observa o documento C, e identifica as várias zonas de um mosteiro medieval

1.1. Quais os principais serviços que um mosteiro prestava a população, no século XIII?

 
Os monges ajudavam as pessoas mais pobres, nomeadamente na saúde na educação e na morte:

- Tinham uma enfermaria, uma escola e uma biblioteca.

 
2. Assinala com um V (verdadeiro) ou F (falso) cada uma das frases.

F - O scriptorium era o local do mosteiro onde os monges davam assistência aos doentes.

V - Livros manuscritos eram livros escritos à mão.

F - Os monges copistas só copiavam livros religiosos.

V - Alguns desses livros eram decorados com iluminuras.

V - Iluminuras eram ilustrações que os monges faziam nos manuscritos.

V - Na albergaria pernoitavam os viajantes.

V - Os claustros eram locais ao ar livre onde os monges rezavam e meditavam

V – Grupo

Portugal no Século XIII - A Vida na Corte

7. Assinala com um X a resposta certa.

a)      Só o rei tinha poder para:                                 c) A primeira universidade portuguesa

     foi fundada em:

V - fazer as leis gerais do reino                                             F - Coimbra

F - governar um condado                                             V - Lisboa

V - aplicar a justiça                                                       F – Leiria


b)     O rei D. Dinis ficou conhecido como o rei:        d) No reinado de D. Dinis, os documentos

      passaram a ser escritos em:

F - escritor                                                                             F - latim         

F -- pintor                                                                              F - francês     

V- poeta                                                                                V - português

VI – Grupo

Portugal no Século XIII - A Vida nos Concelhos

1.1.A que concelho foi dada esta carta e quais os seus limites?

Esta carta de Foral foi dada à Covilhã.

Os limites do Concelho são desde a Serra da  Estrela até perto de Ródão  e  Cortiçada” e de Valongo até à Serra Hermínia. 

1.2.Menciona uma das vantagens para os moradores da Covilhã.

Os moradores da Covilhã não pagam portagem / os servos que residam na vila durante um ano ficam livres de impostos.

17/03/14

A Universidade em Portugal


A primeira universidade portuguesa viria a ser depois estabelecida em Lisboa, em data compreendida entre 1288 e 1290, quando D. Dinis promulga a carta Scientiae thesaurus mirabili (datada de 1 de Março desse ano), conferindo vários privilégios aos estudantes do Estudo Geral de Lisboa, o que prova que nessa data já estava fundado. Desde logo houve uma participação activa nesta acção educativa pela Coroa portuguesa e do seu rei, através do seu compromisso de parte do subsídio da mesma, como pelas rendas fixas da Igreja.

O Papa Nicolau IV reconhece-a pouco depois, em 9 de Agosto desse mesmo ano8 através da bula “De statu regni Portugaliae”, com as Faculdades de Artes, Direito Canónico (Cânones), Direito Civil (Leis) e Medicina.

Aparentemente, as fundações do primeiro edifício desta universidade encontram-se num local denominado Pátio dos Quintalinhos - a entrada é no n.º 3 da Rua da Escolas Gerais, em Alfama, na antiga freguesia de São Tomé de Lisboa hoje pertencente à de São Vicente (Lisboa).

Ao longo do século XIV, a universidade portuguesa conheceu uma grande instabilidade, tendo por motivos vários sido transferida, várias vezes, de Lisboa para Coimbra e vice-versa. Assim, em 1308 foi transferida para Coimbra. Em 1328 volta para Lisboa, sendo novamente transferida para Coimbra em 1354. Em 1377 regressa a Lisboa. Finalmente, em 1537, instala-se definitivamente em Coimbra.

15/03/14

A Moda Feminina na Idade Média


As roupas femininas do século XIV não sofreram grandes modificações, uma mudança significativa foi o uso da beca, que era acinturada próxima ao busto formando uma cintura alta e tendo uma plenitude sobre a barriga. Essa sobreveste por vezes usava uma quantidade incrível de tecido no corpo e arrastando pelo chão.
Os decotes ainda eram baixos podendo ser em V na parte da frente e de trás; as caudas dos vestidos eram longas, as saias largas. As mangas justas e longas chegavam ao peito da mão e as mangas da sobreveste podiam por vezes se arrastar pelo chão. As mulheres de classe média preferiam roupas simples com bom corte e boas cores. As mangas podiam ser pendentes, longas, em forma de asa ou do tipo saco. Os sapatos eram de bico longo e finos como o dos homens.
Se as vestimentas femininas eram simples, seus adornos de cabeça se tornaram cada vez mais altos e exagerados. Haviam inúmeras formas de enfeites de cabeça e uma imensa variedade de penteados elaborados e fantásticos que duraram até o fim do século XV. No final de 1400, os fios de cabelo que cresciam na testa e nas sobrancelhas eram raspados para que o chapéu fosse a atração principal.
 

 
Os cabelos dividos ao meio e torcidos na lateral do rosto eram guardados na crespine (rede de cabelo) que tinha estrutura de arame e era usada nas laterais do rosto e adquiriu uma forma cilíndrica ou esférica e sobre essa estrutura prendia-se o véu.
Havia um adorno chamado “borboleta”: uma estrutura presa a um pequeno chapéu que escondia os cabelos, servia de apóio a um véu diáfano com forma de asas de borboleta. A moda foi popular até 1485.
Tinha também o adorno em forma de coração, onde o véu era usado como enfeite.

O retrato pintado por Jan Van Eyck, “O Casal Arnolfini” de 1435, mostra perfeitamente a moda da época. O homem veste casaco de veludo, camisa preta acolchoada com bordado de ouro nos punhos, meias pretas cobrem suas as pernas. O chapéu indica sua riqueza. No canto inferior esquerdo, um sapato poulaine. A esposa usa uma sobreveste de lã verde com mangas tipo saco e debrum em pele na cor creme e cintura muito alta. Ela não está grávida, apenas usa o famoso “pregnancy look”, comum nesse século, que simula uma gravidez mostrando como ela pode ser fértil para o marido numa época em que a expectativa de vida era baixa e as crianças morriam ainda bebês. A veste de baixo tem a cor azul. Ela também tem os cabelos da testa raspada e usa um crespine com um véu em fino linho.
Ver mais em: http://picnicvitorianocwb.com/moda-na-era-medieval
 

14/03/14

Travessia de Tavira

Transcrevo um texto e algumas imagens do Historiador Investigador e Geografo a quem deixo os meus agradecimentos, pelo interesse e estudos que tem vindo a dedicar a Tavira e nomeadamente à Cidade Romana de Balsa.
 
Evolução histórica da travessia viária e fluvial do Séqua/Gilão na zona urbana de Tavira.
Materiais de estudo do “Atlas Histórico de Tavira e das Cidades da sua Região”: nova versão.
Representam-se os elementos fundamentais da estrutura urbana em meados do séc. XVI e sobrepõem-se os sapais históricos aproximados de cada época e os respectivos eixos viários de travessia.
A reconstrução está implantada sobre a planta de Leonardo di Ferrari, cujo original copiado se data de c. 1550 e que corresponde à cartografia histórica mais antiga da zona.
 
Texto de: Luís Fraga da Silva
 
Direitos de autor reservados a: Luís Fraga da Silva

 
 

Carnaval de Moncarapacho 2019

História do Carnaval O Carnaval começou a ser festejado pelo povo grego em 600 a 520 a.C., como forma de agradecimento aos deuses pel...