27/01/14

Complexo balnear islâmico encontrado em Loulé

Escavações em Loulé revelam complexo balnear islâmico único em Portugal. Escavações recentes no centro histórico de Loulé revelaram as divisões que concluem a planta do complexo público de banhos islâmicos, único a nível nacional e dos mais completos da Península Ibérica, disse à Lusa uma arqueóloga do município.
 Ver mais em: http://www.jornal-minha-terra.com/portugal

21/01/14

1961 - Assalto ao Paquete Santa Maria.


 
- 1961 foi um ano marcante para a história do Estado Novo no nosso país:
- O navio Santa Maria é desviado por um comando em alto mar e em Angola acontecem os primeiros ataques em grande escala contra o colonialismo português. Em Janeiro de 1961 um ex-militar português, Henrique Galvão, desvia o paquete Santa Maria com o objetivo de provocar uma crise política no regime de Salazar.
- Pretendia desembarcar em Luanda, Angola, e dali organizar um golpe de estado para derrubar o regime. Encontrado a navegar no Atlântico por unidades americanas o Santa Maria aporta no Brasil, onde Galvão e o seu grupo pedem asilo político.
- Aproveitando a concentração de jornalistas em Luanda, que esperavam a chegada do Santa Maria, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) desencadeia ataques contra uma prisão e uma esquadra de policia naquela cidade.
- No mês seguinte, um outro movimento, a União dos Povos de Angola (UPA) realiza massacres no norte do país. A guerra generalizou-se depois a outras zonas do país e também outras colónias.
 
Ver mais em:  http://ensina.rtp.pt/artigo/desvio-santa-maria-principio-guerra-ultramar

20/01/14

20 de janeiro de 1554, nasceu D. Sebastião (“O Desejado”)

 
D. Sebastião (1554-1578) transformou-se num mito após o seu desaparecimento em batalha Norte de África. A sua morte abriu as portas à crise dinástica que vai colocar unir as duas coroas ibéricas. D. Sebastião era neto de D. João III e o seu nascimento foi muito festejado por se temr um problema de sucessão na coroa portuguesa. Religioso e militar zeloso, empenhou-se na preparação de um exército para combater os Mouros e em ganhar prestígio militar. Morreu no Norte de África, na batalha de Alcácer Quibir, sem deixar descendência abrindo caminho para a entrega da coroa portuguesa aos Filipes de Espanha. À sua volta nasceu o mito do “Sebastianismo”, a esperança de que regressaria um dia, numa manhã de nevoeiro, para salvar o país de todos os seus problemas.
 
 
 

18/01/14

Livraria Shakespeare and Company, em Paris na França

 
Cenário de filmes como 'Meia-Noite em Paris' e 'Antes do Pôr-do-Sol', a livraria Shakespeare and Company é o destino certo para quem gosta de bons livros e edições especiais.
Sylvia Beach, livreira, editora e escritora em 1919, abriu a livraria Shakespeare and Company numa ruela da Rive Gauche, em Paris.
O local tornou-se o epicentro da agitação cultural dos anos 20 e 30. A Shakespeare and Company é considerada por alguns críticos e formadores de opinião a livraria mais charmosa do mundo.
A Shakespeare and Company é uma daquelas raras livrarias que têm alma.
Nessa livraria tem um lugar reservado para todo jovem escritor faminto que estiver disposto a dormir mal, comer pouco e ajudar a cuidar da livraria duas horas por dia. A única regra a cumprir: ler um livro por dia.
Ali, jovens escritores têm a oportunidade de ler, pesquisar e criar. Podem se dedicar em tempo integral ao desenvolvimento literário e aos seus sonhos de se tornarem tão grandiosos quanto Ernest Hemingway, um dos ilustres freqüentadores da livraria - a Shakespeare and Company é o pano de fundo de "Paris é uma festa" uma das magistrais obras de Hemingway. Muitos dos que por ali passaram jamais conseguiram publicar uma única linha sequer, mas muitos se tornaram escritores e editores renomados, como Paul Abelman, Henry Miller, Anaïs Nin, Allen Ginsberg... E Jeremy Mercer.
A livraria ainda abriga raridades, como manuscritos de escritores célebres, as autobiografias de cada uma das centenas de pessoas que ali se hospedaram e parte da biblioteca pessoal de Graham Greene, que foi arrematada na ocasião da morte do escritor.
É na Shakespeare and Company que começa o filme Antes do Pôr do Sol, com Ethan Hawke e Julie Delpy...
Grandes nomes da literatura mundial, como James Joyce, Hemingway, Fitzgerald e Gertrude Stein, além de personalidades do cinema e da música, fizeram da
Shakespeare and Company o endereço da criatividade no período entre as duas guerras mundiais.
Entrar na Shakespeare and Company é como adentrar outra dimensão, um cantinho singular que parece perdido no tempo. Pilhas de livros por todos os lados, passagens estreitas, uma máquina de escrever e um mural abarrotado de recadinhos deixados por visitantes do mundo todo.
Além, claro, da frase que estampa uma das paredes da loja: “Be not inhospitable to strangers lest they be angels in disguise” (“Seja hospitaleiro com os estranhos, pois podem ser anjos disfarçados”). A livraria conta ainda com atividades regulares, como o chá aos domingos, sessões de leitura e encontros com escritores.
 

15/01/14

HGP - 5º Ano


História e Geografia de Portugal
Correção da 1ª Parte
I Grupo
 
1.1.        Os Muçulmanos eram originários da Península Arábica.
1.2.        Esta civilização chegou à península Ibérica no ano 711.
2.       “Os Muçulmanos originários da arábia, chegaram à península, através dos territórios que foram conquistando no Mediterrâneo. Atravessaram o estreito de Gibraltar e enfrentaram os Romanos que, nessa altura dominavam a península. Conquistaram rapidamente, toda a Península Ibérica, com exceção da região das Astúrias”.
3.1.Os muçulmanos introduziram novas plantas e desenvolveram e introduziram novos processos de rega (nora, cegonha e picota).
4. Introduziram novas árvores de fruto.
5. Os Muçulmanos deixaram-nos Mesquitas e levadas e noras.
6. Preenche o seguinte crucigrama:

1. Hégira
2. esmola
3. muçulmanos
4. Alá
5. Maomé
6. cinco
7. Mesquita
8. Meca
9. Corão

7. A nova religião foi o Islamismo.

8. 1. Os Muçulmanos têm um Deus Alá. Um profeta Maomé. Um livro sagrado Alcorão ou Corão.

9. Os Muçulmanos procuravam:

a)       novas terras e riquezas / melhorar as suas condições de vida;

b)       expandir o Islamismo / converter outros povos à sua religião.

10. A este período chamou-se “Reconquista”.

11. O Cristão que se distinguiu na Batalha de Covadonga foi Pelágio.

Correção da 2ª Parte

I Grupo

1. A reconquista cristã levou à formação do Condado Portucalense, na medida em que os novos territórios conquistados aos mouros eram transformados em condados, e as terras conquistadas depois, eram acrescentadas a esses condados e o mesmo aconteceu com o Condado Portucalense.

2. D. Afonso VI deu o Condado Portucalense a D. Henrique porque este casou com uma filha sua.

3. D. Henrique tinha que servir o Rei de Leão, ir às suas cortes e aos seus chamados. Também lhe marcou certa terra de mouros para que conquistasse e, a acrescentasse ao condado.

4. Os motivos que conduziram à Batalha de S. Mamede foram o facto de o Conde D. Henrique ter morrido, e o condado ter ficado nas mãos da D. Teresa que favorecia os galegos, e o filho, D. Afonso Henriques queria a independência do Condado, e como tal, defrontaram-se nessa batalha.

5. Após conseguir a Independência política, em 1143, com o Tratado de Zamora, D. Afonso Henriques iniciou o alargamento do território para Sul. Empreendeu uma série de conquistas aos mouros/muçulmanos das quais se destacam a conquista da cidade de Leiria, em 1145, e de Santarém e Lisboa, em 1147.

I I Grupo

Das hipóteses apresentadas (A, B, C e D), assinala a correta.

1 - 
Em relação ao reino de Leão, o território portucalense era:

C) um condado.
2 - 
Afonso VI era:

A) rei de Leão e Castela.
3 - 
Afonso VI doou o Condado Portucalense a:
   A) sua filha D. Teresa e ao conde D. Henrique.
4 - 
D. Afonso Henriques venceu a sua mãe em:

B) S. Mamede.
5 - 
Em 1139, D. Afonso Henriques obteve uma grande vitória em Ourique. Essa famosa batalha foi contra:

D) os Mouros.
6 - 
Lê o seguinte documento:

D) o papa Alexandre III.
7 - 
Através da Bula Manifestis Probatum, a Igreja:

A) reconheceu a D. Afonso Henriques o título de rei e a independência do condado.
8 - 
O Tratado de Alcanizes, celebrado em 1297 entre D. Dinis, rei de Portugal, e D. Fernando, rei de Leão e Castela:

B) definiu as fronteiras entre estes reinos ibéricos.
9 - 
Analisa, com atenção, o mapa.
O reino de Portugal, com a forma de um grande rectângulo:
  A) ocupa a maior parte da faixa litoral e ocidental da Península Ibérica.
10 
O reino de Portugal faz fronteira:
B) a norte e a este com a Espanha.

 

12/01/14

Charles Perrault

 
Em 12 de janeiro de 1628, nascia o francês Charles Perrault, conhecido como Pai da literatura infantil. Foi ele que tornou o final de muitas histórias mais sangrento - com o lobo jantando a mocinha - e introduziu a famosa moral da história, dizendo que "crianças não devem falar com estranhos para não virar comida de lobo".

Conheça mais curiosidades sobre esse lado obscuro dos contos infantis: http://abr.ai/JK2EGp
Ilustração: Divica Landrová (1959)

11/01/14

O Ultimato Inglês


Há 124 anos…
 
No dia 11 de janeiro de 1890, a Grã-Bretanha enviou um ultimato a Portugal. O ultimato exigia a retirada imediata das forças militares portuguesas dos territórios entre Angola e Moçambique.
 
 
A 11 de janeiro de 1890 o governo britânico de Lord Salisbury enviou ao governo português um ultimato, na forma de "Memorando", exigindo a retirada das forças militares portuguesas chefiadas pelo major Serpa Pinto do território compreendido entre as colónias de Angola e Moçambique (nos atuais Zimbabwe e Zâmbia), zona reivindicada por Portugal ao abrigo do Mapa Cor-de-Rosa.
A pronta cedência portuguesa às exigências britânicas foi vista como uma humilhação nacional por amplas franjas da população e das elites, iniciando-se um profundo movimento de descontentamento em relação ao novo rei de Portugal, D. Carlos, à família real e à instituição da monarquia, vistos como responsáveis pelo alegado processo de decadência nacional. A situação agravou-se com a severa crise financeira ocorrida entre 1890-1891, quando as remessas dos emigrantes no Brasil caíram 80% com a chamada crise do encilhamento na sequência da proclamação da república no Brasil dois meses antes, acontecimento que era seguido com apreensão pelo governo monárquico e com júbilo pelos defensores da república em Portugal.
Os republicanos souberam capitalizar este descontentamento, iniciando um crescimento e alargamento da sua base social de apoio que acabaria por culminar no derrube do regime.
Em 14 de Janeiro o governo progressista caiu e o líder regenerador António de Serpa Pimentel foi nomeado para formar novo governo.
Os progressistas passaram então a atacar o rei D. Carlos, votando em candidatos republicanos nas eleições de março desse ano, contestando o acordo colonial então assinado com os britânicos.
Alimentando um ambiente de quase insurreição, a 23 de março de 1890, António José de Almeida, na época estudante da Universidade de Coimbra e, mais tarde, Presidente da República, publicou um artigo com o título "Bragança, o último", que seria considerado calunioso para o rei e o levaria à prisão.
A 1 de abril de 1890, o velho explorador Silva Porto imolou-se envolto numa bandeira portuguesa no Kuito, em Angola, após negociações falhadas com os locais, sob ordens de Paiva Couceiro, o que atribuiu ao ultimatum. A morte do que fora um dos rostos da exploração interior africana gerou uma onda de comoção nacional e o seu funeral foi seguido por uma multidão no Porto.
A 11 de abril foi posto à venda o Finis Patriae de Guerra Junqueiro, ridicularizando a figura do rei.
Na cidade do Porto, no dia 31 de janeiro de 1891, registou-se um levantamento militar contra a monarquia constituído principalmente por sargentos e praças.
Os revoltosos, que tinham como hino uma canção de cariz patriótico composta em reação ao ultimato britânico, "A Portuguesa",  tomaram os Paços do Concelho, de cuja varanda, o jornalista e político republicano Augusto Manuel Alves da Veiga proclamou a implantação da república em Portugal e hasteou uma bandeira vermelha e verde, pertencente ao Centro Democrático Federal. O movimento foi, pouco depois, sufocado por um destacamento da guarda municipal que se manteve fiel ao governo, resultando 12 mortos e 40 feridos. Os revoltosos capturados foram julgados, tendo 250 sido condenados a penas entre os 18 meses e os 15 anos de degredo em África. "A Portuguesa" foi proibida.
Embora tendo fracassado, a revolta de 31 de janeiro de 1891 foi a primeira grande ameaça sentida pelo regime monárquico e um prenúncio do que viria a suceder quase duas décadas mais tarde.
 
 
 
 
 

Carnaval de Moncarapacho 2019

História do Carnaval O Carnaval começou a ser festejado pelo povo grego em 600 a 520 a.C., como forma de agradecimento aos deuses pel...