10/10/13

Alice Munro - Prémio Nobel da literatura 2013

 
Alice Munro - Prémio Nobel da literatura 2013
Alice Munro, é uma escritora canadiana de contos, considerada uma das principais escritoras da atualidade em língua inglesa. É a grande vencedora do Prémio Nobel da Literatura 2013, hoje anunciado em Estocolmo, no aniversário da morte do industrial e filantropo sueco Alfred Nobel, que o instituiu.
Alice Munro nasceu em Wingham, Ontário, em julho de 1931. Viveu primeiro numa quinta a oeste dessa zona, numa época de depressão económica. Munro reconheceu a influência na sua obra de grandes escritoras, como Katherine Anne Porter, Flannery O’Connor, Carson McCullers ou Eudora Welty, bem como de James Agee e especialmente William Maxwell. Os seus relatos centram-se nas relações humanas analisadas através da lente da vida quotidiana. Por isso, e pela sua qualidade, tem sido chamada "a Chekov do Canadá".
Foi por três vezes vencedora do prémio de ficção literária «Governor General's Literary Awards», do seu país. Em 1998, Alice Munro foi premiada pelo National Book Critics Circle dos Estados Unidos, pela obra "O amor de uma mulher generosa".
O galardão, no valor de oito milhões de coroas suecas (925 mil euros) foi anunciado pelo secretário da Academia de Ciências Sueca no histórico edifício da Bolsa, na baixa de Estocolmo.
Ver mais em: http://biblioteca-real.blogspot.pt/2013/10/alice-munro-premio-nobel-da-literatura.html?spref=fb

04/10/13

A Implantação da República - 5 de Outubro de 1910



O início do século XX é marcado pela agitação republicana que vê o seu triunfo na Revolução de 5 de Outubro de 1910. Com o derrube da Monarquia são banidos os privilégios e os títulos nobiliárquicos.
Elabora-se uma Constituição avançada, moderna, baseada em princípios de democracia, liberdade, igualdade perante a lei, segurança e proteção dos cidadãos. Promulgam-se leis progressistas que consagram algumas das grandes conquistas do século XX: a livre expressão de pensamento; o direito à greve; a escolaridade obrigatória; o horário de trabalho.
Nos dezasseis anos da Primeira República, vive-se intensamente a liberdade. Participa-se, por vezes de forma violenta.
Autores: António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins.
Produtores: António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves EBM 1993.
A Revolução Republicana 5 de Outubro de 1910 (6.º ano HGP) (9.ºano História).
 
 
 

22/09/13

Regras de Netiqueta

Fale, não GRITE!
Combine letras maiúsculas e minúsculas, da mesma forma que na escrita comum. Cartas em papel não são escritas somente com letras maiúsculas; na Internet, escrever em maiúsculas é o mesmo que gritar!
Sorria pisque …
Os emoticons (ou smileys) são ícones formados por parênteses, pontos, vírgulas e outros símbolos do teclado. Eles representam carinhas desenhadas na horizontal, e denotam emoções.
É difícil descobrir quando uma pessoa está falando alguma coisa em tom de brincadeira, se está realmente bravo ou feliz, ou se está sendo irônico, em um ambiente no qual só há texto; por isso, entram em cena os smileys. Comece a usá-los aos poucos e, com o passar do tempo, estarão integrados naturalmente a suas conversas on-line.
E-mail:
Qual o assunto?
A linha Assunto ou Subject deve estar sempre preenchida com o assunto tratado em sua mensagem de e-mail.
Por quê? Imagine uma pessoa que abre sua caixa de e-mail (mailbox), e encontra todo dia uma média de 60 mensagens. Quais ela lerá primeiro? Certamente, aquelas cujo assunto seja de maior interesse (as outras serão lidas mais tarde, ou apagadas!). A linha de assunto deve ser relacionada ao assunto tratado na mensagem.
Quando for inevitável uma mensagem mais longa, avise na linha de assunto. Por exemplo:
Subject: Reunião de sexta-feira
Parágrafos
É boa prática deixar linhas em branco entre blocos de texto. Dessa forma, o texto fica organizado e mais fácil de ler, mesmo que a mensagem seja longa.

Respostas
Procure responder a todas as mensagens pessoais. Lembre-se de agradecer às pessoas que o ajudarem.
Não inclua todo o conteúdo da mensagem respondida; deixe o suficiente apenas para indicar os pontos que você está comentando, ou a que frases se está respondendo, apagando o que estiver a mais (inclusive cabeçalhos, se o programa de e-mail inseri-los na resposta).

Ver mais em: http://livros.leiame.net/netiqueta

26/07/13

Albufeira e o ataque do Remexido




Quem por estes dias percorre o pacato centro de histórico de Albufeira, não imagina os terríveis momentos que ali se viveram há precisamente 180 anos. Foi a 26 de julho de 1833 que Remexido e os seus guerrilheiros ali massacraram mais de sete dezenas de pessoas.
Portugal atravessava um dos períodos mais negros da sua história: a guerra civil fratricida, que opôs os irmãos D. Pedro e D. Miguel, ou seja liberais e absolutistas.
Desde sempre afeta à causa liberal, Albufeira foi a primeira povoação algarvia a aclamar a Constituição vintista, e quando em 1828 a generalidade do Algarve aceitava o governo de D. Miguel, Albufeira levantava nova proclamação a favor do liberalismo. Não admira, pois, o ódio de estimação que as tropas miguelistas nutriam pelos habitantes da vila.
A 24 de julho de 1833 os liberais foram recebidos triunfalmente na capital do país, após uma travessia fácil do Algarve e do Alentejo, Albufeira vivia por esses dias, em contra-ciclo, um clima de terror, que a levaria dois dias depois à capitulação e consequente aclamação do rei absoluto D. Miguel.
Tudo se passou nos dias 24, 25 e 26 de julho. Para restaurar o poder de D. Miguel, Remexido e os seus guerrilheiros investem sobre Albufeira, que aclamara, mais uma vez, apenas D. Pedro, aquando da passagem dos liberais em direção a Lisboa.
A 19 de julho, Remexido e os seus homens atacam São Bartolomeu de Messines, assassinando habitantes e soldados e simultaneamente anunciando que iriam avançar sobre Albufeira, para aniquilar todos os seus moradores.
A notícia do infausto acontecimento chegou à então vila na manhã do dia seguinte e logo os albufeirenses, perplexos, organizaram um batalhão de voluntários.
Milícias inexperientes
Na madrugada de 22 de julho, são identificados na periferia da vila alguns guerrilheiros, sendo os piquetes de vigilância reforçados.
O toque a rebate soou no dia 23, pelas 8 horas da manhã, e toda a defesa se concentrou no interior das velhas muralhas do castelo.
Uma cortina de fogo contínua acendeu-se durante todo o dia, num gasto inexplicável de munições, que em nada afetava o cerco que os guerrilheiros tinham posto a Albufeira.
A inexperiência dos defensores da vila era evidente, além de serem poucos, já que a força de milícias era essencialmente composta por idosos (antigos combatentes durante as invasões francesas de 1808) e muitos jovens que, pela primeira vez, pegavam em armas.
As casas que se situavam fora do perímetro amuralhado começaram a ser pilhadas. Os guerrilheiros penetravam no seu interior, abrindo, com picaretas que traziam, passagens de umas para outras, saqueando-as e depois queimando-as.
Do alto da muralha, os sitiados olhavam impotentes o espetáculo «horroroso» do incêndio da vila e da perda consequente dos seus bens, enquanto ouviam o tropel «das cavalgaduras em que os salteadores transportavam os roubos». O braseiro crepitante iniciava-se.
O tiroteio prolongou-se durante toda a noite e as pilhagens intensificaram-se.
Na defesa, generaliza-se o receio pela falta de munições e a descrença da possibilidade de conter o assalto. Uma proposta de retirada pelo mar chega a ser discutida, entre o governador, membros da Câmara e população em geral, mas o comandante da praça, Francisco Cabrita, opôs-se, alegando ser do mais sagrado dever não atraiçoar a confiança neles depositada.
A situação continua, porém, a degradar-se, empolada pela escassez de água e consequentemente pelo rigoroso racionamento imposto.
Rendição parece ser a única salvação, mas..
Perto da meia-noite e dado o estado crítico que se vivia, o comandante convocou nova reunião de emergência na Câmara. Nesta assembleia concluiu-se existirem três soluções possíveis: a primeira era a tentativa de resistência, na possibilidade de chegarem reforços; a segunda consistia na retirada, embora com poucas possibilidades de salvação; e a última a capitulação.
Reunido o conselho a decisão é tomada, apesar de algumas reservas, por unanimidade: será a rendição.
Na manhã seguinte, dia 26 de julho, «dia fatal, de horror luta e cruel recordação», a Câmara redigiu uma ata para ser entregue a Remexido.
É então escolhido como mensageiro da capitulação o padre de Ferragudo, o qual, trajando uma samarra e barrete, segurando na mão uma bengala de onde pendia uma bandeira branca, assomou do cimo da muralha e preparou-se para descer por uma escada para o exterior.
Por volta das 8 horas o pároco regressou, empunhando novamente a bandeira branca, mas agora acompanhado por um grande número de guerrilheiros de aspeto barbudo e de olhar desconfiado, que logo lançaram mão de todas as armas de fogo que encontraram.
Remexido entrou pouco tempo depois na vila, acompanhado pelo segundo comandante da guerrilha, capitão António Sousa Grade, do capitão António de Sousa Castelo Branco e do alferes da Ribeira do Algoz.
O ato de capitulação foi marcado para a Câmara Municipal. Nela estavam presentes o governador Joaquim Gonçalves, todos os vereadores e demais individualidades civis, apenas faltando o comandante da praça Francisco Cabrita.
O próprio governador ofereceu os seus préstimos ao serviço de D. Miguel, enquanto o capitão Biker, num gesto de dignidade, entregou a banda e o talim, e declarou-se prisioneiro de guerra. Ambos, apesar de comportamentos opostos perante o inimigo, viriam a ter o mesmo fim trágico.
Álcool e sede de vingança
Na praia de Albufeira foram sepultados alguns cadáveres
A calma aparente e doentia que se fazia sentir foi quebrada algumas horas depois. O álcool ingerido pelos guerrilhas começou a surtir efeito. É então pedido a Remexido, pelo capitão Sousa, autorização para matar alguns liberais, para evitar que estes se amotinassem.
Remexido recusa. Todavia, e após longa insistência, permitiu que alguns liberais fossem levados para fora da vila, junto à Vargem da Orada e aí, alegando-se uma tentativa de fuga, que fossem abatidos.
Entretanto, um acontecimento antecipa a iminente chacina: o aparecimento de um barco de guerra, enviado de Faro pelos liberais, que se dirigia para terra, fazendo sinais sobre a vila, apesar de observar a bandeira miguelista hasteada.
Os albufeirenses, pressentindo a salvação, abandonaram os guerrilheiros, os quais, atónitos perante o que estava a acontecer, logo que souberam da presença da embarcação inimiga, resolveram armar uma peça de artilharia e fizeram fogo sobre ela.
O comandante do navio não arriscou a atracagem e fez-se novamente ao largo. A vila e os albufeirenses ficavam entregues a si próprios.
A presença da embarcação liberal originou um sentimento de traição entre os guerrilheiros, pelos habitantes da vila. Um grito ecoou então pelas ruas – “traição” – seguindo-se uma perseguição feroz a todos os liberais e consequentemente que se consumasse o massacre.
Este sempre acompanhado da vozeria: “Viva a Virgem Santíssima, vivam as Cinco Chagas”.
A primeira vítima mortal foi o assentista João de Sousa Ramos, que regressava a casa após ter ido comprar pão, depois o padre Lázaro, prior de Alcantarilha, Mariano José Pereira e o governador Carvalho, quando saíam da Câmara.
Mas a chacina ocorreu em praticamente todas as ruas, como a da igreja velha, Misericórdia, ou o largo de S. Sebastião.
Escondidas em casa ou em edifícios públicos, as vítimas eram arrastadas para a rua, muitas vezes atiradas pelas janelas, e aí chacinados com balas, pedras e também à coronhada.
Ainda hoje estandarte municipal tem manchas do sangue derramado
Temas Albufeira, História&Histórias
Ver mais em: http://www.sulinformacao.pt/2013/07/albufeira-viveu-momentos-de-terror-ha-180-anos-com-o-ataque-de-remexido/
 

26 de Julho Dia dos Avós



Abaixo os avós! e já!

Os avós fazem mal ao crescimento das crianças. Porque são o melhor piquete de greve contra a sopa. Frases como: “Vá lá, deixa que o menino não coma a sopa!… Só hoje…” – contrariando o ar zangado que tinham, noutros tempos, como pais - são bem a prova que eles acreditam que as crianças só por motivos ponderosos é que se impedem de saborear os caldos e os cremes… de que tanto gostam. E atestam que há um conluio entre os avós e os netos que, quando uns fazem caretas e capricham nas “fitas”, os outros justificam que, embora as crianças compreendam que “a sopa faz bem…” elas reagem assim – contra a sua vontade!… – porque há dias em que o stress das aulas casa melhor com a gelatina ou com a mousse de chocolate…
Os avós fazem mal ao crescimento das crianças. Porque, por mais que repitam que as crianças devem comer de tudo, sempre que as têm ao seu cuidado perdem horas a fazer empadões e coisas caprichosas parecidas com essa. Quando as crianças almoçam com eles, o peixe parece ter feito greve, na lota. Por mais apetitoso que seja o jantar, se for preciso, as crianças acabam a comer ovos mexidos ou salsichas. E, à sobremesa, entre o pão de ló e a torta de maçã, de forma serena e “desinteressada”, acabam a recomendar aos pais – unicamente porque as crianças estão muito cansadas, “coitadinhas” – que o melhor seria que elas ficassem a dormir em casa dos avós. “Só nesta noite!…”
Os avós fazem mal ao crescimento das crianças. Porque são uns despesistas! Se as crianças querem um ovo da Kinder vão, quase a correr, e compram. Quando as crianças param junto a um macaco que não pára de dizer “habla comigo!!”, num impulso, tiram mais uma bola, de plástico, mesmo que a surpresa, que sai lá de dentro, ganhe, aos olhos das crianças, uns “longuíssimos” 20 segundos de glamour… E quando as crianças, ao saírem da escola, dizem: “tenho fome!” essa é a senha para que, mesmo que os netos tenham acabado de lanchar, os avós sejam levados a concluir que só o Bolycau, delicadamente, as irá conseguir aconchegar. Se as crianças, por vezes, chegam aos pais com manhas e com manias a culpa é dos avós. Afinal, quem é que, se for preciso, faz as refeições com a televisão a fazer de especiaria? Ou vai para a janela enquanto que, no vai-vem de mais uma colher de sopa, repete e repete e repete: “Aqui vai uma barquinha carregadinha de…”?
Os avós fazem mal ao crescimento das crianças. Porque têm toneladas de paciência e quase nunca se esganiçam quando ralham aos seus netos. Porque lhes permitem que, não só vejam os desenhos animados (quase sempre) na sua companhia como – muito pior! – Deixam que eles coloquem a cabeça no seu colo e fiquem assim, horas a fio. E sempre que as crianças trazem, da escola, trabalhos para casa – em vez do ar implacável que punham, como pais – aveludam de tal forma a ajuda que lhes dão que – Oh?!!! É magia! – Sempre que os netos os fazem ao pé de si tudo se torna rápido, fácil e sem um erro, que seja…
Os avós fazem mal ao crescimento das crianças. Porque as adormecem e lhes contam histórias. Porque dormem com elas as vezes que forem precisas. E as acordam, cheios de doçura, sem o toque a despertar de todos os dias (através do “São horas!”, com que os pais lhes conseguem estragar a paciência antes, ainda, de as acordarem). Como ainda lhes levam leite, cereais e “pãozinho” à cama, enquanto passam com a mão nos caracóis dos netos e, indiferentes à concorrência desleal que fazem aos pais, contam as mesmas histórias de todos os dias.
Os avós fazem mal ao crescimento das crianças. Porque acarinham as asneiras, fazem de força de bloqueio às regras dos pais e, sem que abram a boca, lhes sussurram, com meia dúzia de gestos: “Filho, eu encolhi os castigos!”. E porque fazem de governo-sombra, sempre que os pais estão num dia mau e, à boleia de mais um “a partir de hoje!…”, tentam pôr regras onde, antes, havia, sobretudo, uma democracia feita de “algodão doce”.
Os avós fazem mal ao crescimento das crianças. Porque sorriem, sempre que as vão buscar à escola. E sorriem, quando elas, com o embaraço dum batoteiro, dizem que não têm trabalhos de casa. E sorriem quando repetem lengalengas. E sorriem quando contam histórias, e quando fazem truques e magias. E sorriem quando elas estão com os nervos em franja. Sorriem, sorriem tanto, que até irrita. Aliás, se as crianças fazem birras, depois de um fim-de-semana com os avós, não é tanto para perceberem quem manda mais, quando os pais e os avós estão uns ao pé dos outros. É que, sempre que os avós afiançam que as crianças se portaram de forma exemplar, os pais perdem o sorriso e ficam com tamanho ar de contrafação que, por momentos, elas chegam a temer que o tempo de fadas-madrinha esteja a chegar ao fim e que, ao voltarem a casa, só sobem a Cruela e o Capitão Gancho…
Os avós fazem mal ao crescimento das crianças. Porque se vingam do tempo que não tiveram, enquanto pais, e parecem estar, agora, eternamente disponíveis. Porque permitem aos netos aquilo que nunca permitiram aos filhos. Porque perderam em austeridade tudo aquilo que ganharam em bondade. Porque tocam e porque abraçam os netos dez vezes mais (ou dez vez melhor) se compararmos os seus mimos para com os filhos. Porque amam de forma tão generosa, tão transparente e tão bonita que fazem com que os pais se enterneçam antes, ainda, de se indignarem, como filhos. E porque são, muitas vezes, mais sensatos e mais sábios que os próprios pais.
Os avós fazem mal ao crescimento das crianças. Porque as tratam por “minha querida” ou por “meu amor” e esse tom açucarado torna-se um vício. E tornam-nas raras, quando elas são, simplesmente… netas, é claro. E fazem-nas sentir o melhor do mundo para alguém – duma forma tão especial e tão preciosa – que, num dia destes, sempre que estiverem com os avós, as crianças ainda acreditam que é Natal.
Por tudo isto, os avós são perigosos para os pais. Porque os obrigam a ser mais amorosos, mais justos e mais atentos. E a ser pacientes e a sorrir. E os intimam a escutar com o coração. E a ser firmes, sábios mas serenos. E a ser bondosos, sempre, claro. Por tudo isto, os avós são uma ameaça para os pais. Sendo assim, pais de todo o mundo, uni-vos. E gritai: “Abaixo os avós. E já!”

Eduardo Sá, Psicólogo
Pais & Filhos (www.paisefilhos.pt)
Editado em: 27 Fevereiro 2013
 

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