01/12/11
Restauração da Independência
Sabem o que se comemora no 1º de Dezembro?
D. Sebastião, um rei jovem e aventureiro, habituado a ouvir as façanhas das cruzadas e histórias de conquistas além-mar, quis conquistar o Norte de África em sua luta contra os mouros. Na batalha de Alcácer Quibir no Norte de África, os portugueses foram derrotados e D. Sebastião desapareceu. E os guerreiros diziam cada um a sua história. O desaparecimento de D. Sebastião (1557-1578) na batalha de Alcácer-Quibir, apesar da sucessão do Cardeal D. Henrique (1578-1580), deu origem a uma crise dinástica.
Nas Cortes de Tomar de 1581, Filipe II de Espanha é aclamado rei, jurando, privilégios e mais franquias do Reino de Portugal. Durante seis décadas (60 anos), Portugal ficou privado de rei natural, sob o que se tem designado por "domínio filipino".
O esforço nacional foi mantido durante vinte e oito anos, com o qual foi possível suster as sucessivas tentativas de invasão dos exércitos de Filipe III e vencê-los nas mais importantes batalhas, assinando o tratado de paz definitivo em 1668.
Esses anos foram bem, sucedidos devido à conjugação de diversas vertentes como a coincidência das revoltas na Catalunha, os esforços diplomáticos da Inglaterra, França, Holanda e Roma, a reorganização do exército português, a reconstrução de fortalezas e a consolidação política e administrativa.
Ao mesmo tempo, as tropas portuguesas conseguiram expulsar os holandeses do Brasil, como também de Angola e de São Tomé e Príncipe (1641-1654), restabelecendo o poder atlântico português. No entanto, as perdas no Oriente tornaram-se irreversíveis e Ceuta ficaria na posse dos Habsburgo.
A Restauração da Independência é a designação dada à revolta iniciada em 1 de Dezembro de 1640 contra a tentativa de anulação da independência do Reino de Portugal por parte da dinastia filipina, e que vem a culminar com a instauração da Dinastia Portuguesa da casa de Bragança.
É comemorada anualmente em Portugal por um feriado no dia 1 de Dezembro
Bibliografia:
24/11/11
24 de novembro. Dia Nacional da Cultura Científica
Que ciência se faz em Portugal? Quem são os nossos cientistas? Como trabalham? O que investigam? Que resultados obtêm?
Durante a Semana da Ciência e da Tecnologia, de 21 a 27 de Novembro, instituições científicas, universidades, escolas, associações, museus e Centros Ciência Viva de todo o país abrem as suas portas ao público, lançando um convite irrecusável para uma viagem pelo conhecimento.
O Dia Nacional da Cultura Científica, 24 de Novembro, instituído em 1997 para comemorar o nascimento de Rómulo de Carvalho e divulgar o seu trabalho na promoção da cultura científica e no ensino da ciência, celebra-se durante esta semana.
23/11/11
Exposição Carta Coreográfica
Auditório Municipal de Olhão acolhe exposição Carta Coreográfica
É já entre os dias 23 e 25 de novembro que a exposição Carta Coreográfica está patente no Auditório Municipal de Olhão. Esta exposição, de cariz pedagógico, poderá ser apreciada mediante visitas guiadas realizadas no local e insere-se na iniciativa cultural em rede do programa Movimenta-te.
21/11/11
Saber o que comer na Biblioteca de Olhão
Saber o que comer na Biblioteca de Olhão
"A importância de uma alimentação saudável" é o tema da sessão de divulgação que se realiza no próximo dia 21 de novembro, às 15h00, na Biblioteca Municipal de Olhão, uma iniciativa da DECO em colaboração com a Divisão de Ação Social do Município de Olhão.
17/11/11
Visitas de Estudo
As visitas de estudo e os trabalhos de campo, são tarefas educativas a desenvolver em meio paraescolar, cuja importância se exprime, sobretudo, nos seguintes aspetos:
• O interesse metodológico
• A motivação para a realização de novas aprendizagens
• Os valores e atitudes que desenvolvem
Relativamente ao primeiro aspeto, o contacto direto com o meio físico, social e cultural tem sempre um enorme interesse metodológico, ao permitir desenvolver nos alunos um conjunto diferenciado de capacidades que importa valorizar e incrementar. Destaca-se a observação direta, a interpretação de fenómenos, a avaliação crítica.
No que respeita à motivação, a visita de estudo, por se desenvolver fora do ambiente normal da sala de aula, constitui uma fonte acrescida de motivação dos alunos perante a aprendizagem. Torna-se útil, por isso, aproveitar as sinergias daí resultantes para a concretização das metas definidas. Importa, também, dar à planificação e concretização um carácter lúdico, que contribuirá, certamente, quer para aprofundar o relacionamento afetivo entre professores e alunos, quer de alunos entre si.
Finalmente, na perspetiva dos valores e atitudes, as visitas de estudo contribuem para a formação de cidadãos intervenientes, autónomos e criativos. Proporcionam o enriquecimento cultural dos alunos, possibilitam a ligação à vida e à realidade natural e humana, criam e desenvolvem um espírito de responsabilidade, cooperação, solidariedade, criatividade, autonomia.
A saída da escola e o contacto com a realidade exterior, nas suas múltiplas vertentes, é uma estratégia que contribui para a aprendizagem mais ativa e significante. Além de contribuir para uma aprendizagem com sentido, na inter-relação estreita com a realidade, desenvolve igualmente o espírito científico, a iniciação ao método de pesquisa e fomenta a socialização dos jovens.
Na perspetiva da interdisciplinaridade, a visita de estudo é uma excelente atividade de integração de diversas perspetivas da realidade, fomentando a articulação curricular.
As visitas de estudo, ao levar a escola a aproximar-se da comunidade, a sair da rotina, desenvolvem o jovem no plano intelectual, estimulando as capacidades de observação de imaginação e de reflexão crítica, provocando a curiosidade e interesse por questões que dificilmente poderiam ser abordadas na sala de aula; mas são também importantes no plano afetivo, contribuindo para uma forma de convívio saudável entre professores, alunos e turmas, e no plano da sociabilidade, ao criar hábitos de cooperação. A visita de estudo tem também um papel formativo no que diz respeito ao desenvolvimento de uma cidadania responsável e participativa
Qualquer visita de estudo dever ser preparada com antecedência, a fim de extrair dela o máximo proveito possível. Deverá, sempre que possível, promover a interdisciplinaridade, proporcionando dessa forma uma aprendizagem mais rica e variada. Deve-se escolher criteriosamente aquilo que se vai visitar em função dos objetivos que se pretendem atingir.
Uma visita prévia ao local/locais é indispensável, assim como a elaboração de um guião com alguns dados complementares e que poderá incluir perguntas e espaços de observação sobre o tema e local da visita.
Há também uma série de procedimentos burocráticos que é necessário efetuar: marcação da visita; reserva de transporte; coordenação de horários de professores e alunos; planificação dos espaços destinados a refeições e alojamentos (se necessários); escolha do vestuário adequado ao local.
A visita de estudo deve ser sempre objeto de avaliação, nem que seja apenas auto-avaliação. Esta poderá ser concretizada através de um relatório, um trabalho escrito, um artigo para o jornal da escola, uma exposição, um debate ou a organização de um dossier, onde se poderão arquivar os materiais produzidos pelos alunos no âmbito da visita.
Natércia Crisanto, Simões Rodrigues e Amado Mendes propõem o seguinte organigrama para uma visita de estudo, estruturado em três fases:
1. Fase preparatória
1.1 Atividades pedagógicas:
• determinação da visita
• definição de objetivos
• escolha de estratégias
- tipos de visitas: dirigida, descoberta, mista
- aulas preparatórias
- estruturação do guião
1.2 Actividades burocráticas
• tempo
• contactos a estabelecer
- conselho de Turma e de Disciplina ( inclusão da visita no Plano Anual de Actividades)
- empresas transportadoras
- responsáveis pela instituição a visitar (no caso de ser esse o local da visita)
- encarregados de educação
2. Fases de realização
• orientação da visita
• ficha de trabalho
• reportagens vídeo, fotográfica ou fonográfica
• mapas, plantas, roteiros
3. Fases de avaliação
• relatórios
• questionários
• debates
• cartazes
• exposições
• análises críticas ao trabalho realizado
Conclui-se assim, que a visita de estudo é uma das estratégias de ensino-aprendizagem mais estimulantes para os alunos.
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