14/06/11

16 de Junho. Dia da Cidade de Olhão

 
História

Remonta ao século XVII a criação da freguesia de Olhão, consequentemente é construída a Igreja de Nossa Senhora do Rosário (Igreja Matriz) que é aberta ao público em 1715.
Em 1808 envolvidos no espírito da revolução francesa os olhanenses destacam-se pelo seu acto heróico ao expulsar os franceses do “Lugar de Olhão. Como recompensa, D. João VI eleva-o à categoria de vila, com o título de Vila de Olhão da Restauração”.
No decorrer do século XIX, o concelho está definitivamente constituído pelas 5 freguesias que actualmente detém.
Vila a partir de então, vai caminhar e entregar-se à grande obra que num século transformará uma pequena vila num grande centro económico, social e urbano que se materializará na elevação à categoria de Cidade de Olhão da Restauração em 1985.


Ver mais em:  http://www.cm-olhao.pt/portal_autarquico/olhao/v_pt-PT/menu_turista/concelho/historia.htm

12/06/11

A Crise do Século XXI

A Crise que afecta Portugal
As causas da actual situação portuguesa remontam a várias décadas atrás, nomeadamente aquando da entrada de Portugal na, então, Comunidade Económica Europeia (CEE). Com efeito, a adesão àquela organização foi mal negociada, porque não salvaguardou interesses nacionais importantes, em especial os que davam sustentação à economia portuguesa. A pequena mas útil frota pesqueira foi reduzida para dar oportunidade à continuação da grande frota pesqueira espanhola; a agricultura, ainda que não suficiente para o auto-sustento nacional, foi desacelerada para cumprir os objectivos da Política Agrícola Comum (PAC), pagando-se para que os agricultores deixassem de agricultar; não se estabeleceram prazos bastante alargados para garantir que a indústria portuguesa tinha tratamento favorável na Comunidade, (…); permitiu-se o crescimento desmesurado do aparelho do Estado através da criação de empresas públicas quer dependentes do Governo central quer dos municípios. Já depois da transformação da CEE em União Europeia (UE) não se estabeleceram programas de ensino técnico capazes de fornecer mão-de-obra especializada para as poucas indústrias existentes, tendo-se apostado mais forte no ensino universitário e politécnico superior do que na formação de quadros intermédios. Por outro lado, foram desnacionalizadas empresas estratégicas para o desenvolvimento económico de Portugal, transferindo para o sector privado não só os lucros como também as decisões de negócio (…). Por outro lado, um mercado aberto a todo o tipo de importações, provenientes dos Estados membros da UE, provoca uma natural retracção da indústria nacional, visto não conseguir concorrer com capacidades que lhe são superiores. Assim, a vulnerabilidade económica foi-se instalando em Portugal (…).

Autor: Fraga, Luís Alves. Portugal: Uma crise em várias frentes. Acedido em (http://www.facebook.com/#!/note.php?note_id=10150325783228242&comments) em 10 de Junho de 2011


11/06/11

Tavira no "A Alma e a Gente"

No dia 11 de Junho, o programa “A Alma e a Gente” da RTP 2 será dedicado a Tavira. Com apresentação de José Hermano Saraiva, a emissão será transmitida, pelas 19h30.
José Hermano Saraiva dá conhecer, semanalmente, alguns momentos e personalidades decisivas da História Nacional.
Conforme mencionado no site oficial da televisão pública “cada programa, traça a biografia de um português notável, com a evocação da sua época e o esclarecimento da sua contribuição para o denominador comum que é a Pátria Portuguesa. Cada figura será recordada no cenário mais adequado, e no caso de figuras literárias será feita uma síntese da obra com a leitura expressiva de alguns trechos mais significativos. A Alma e a Gente constitui uma lição a um estímulo sobre a arte de falar a Língua Portuguesa. Sendo a sua base e verdadeira razão de ser, o êxito do autor desde há mais de trinta, mantendo o método do improviso verbal, sem tele-pontos, nem qualquer outro apoio, características que têm tornado tão populares todos os programas qualquer que seja o tema tratado”. 

Ver mais em:  http://www.cm-tavira.pt/cmt/index.php?name=News&file=article&sid=1746

10/06/11

10 de Junho. Dia de Camões

Luís Vaz de Camões (Lisboa 1524 — Lisboa, 10 de junho de 1580) foi um célebre poeta de Portugal, considerado uma das maiores figuras da literatura em língua portuguesa e um dos grandes poetas do Ocidente.
Pouco se sabe com certeza sobre a sua vida. Aparentemente nasceu em Lisboa, de uma família da pequena nobreza. Sobre a sua infância tudo é conjetura mas, ainda jovem, terá recebido uma sólida educação nos moldes clássicos, dominando o latim e conhecendo a literatura e a história antigas e modernas. Pode ter estudado na Universidade de Coimbra, mas a sua passagem pela escola não é documentada. Frequentou a corte de Dom João III, iniciou a sua carreira como poeta lírico e envolveu-se, como narra a tradição, em amores com damas da nobreza e possivelmente plebeias, além de levar uma vida boémia e turbulenta. Diz-se que, por conta de um amor frustrado, se auto-exilou em África, alistado como militar, onde perdeu um olho em batalha. Voltando a Portugal, feriu um servo do Paço e foi preso. Perdoado, partiu para o Oriente. Passando lá vários anos, enfrentou uma série de adversidades, foi preso várias vezes, combateu bravamente ao lado das forças portuguesas e escreveu a sua obra mais conhecida, a epopeia nacionalista Os Lusíadas. De volta à pátria, publicou Os Lusíadas e recebeu uma pequena pensão do rei Dom Sebastião pelos serviços prestados à Coroa, mas nos seus anos finais parece ter enfrentado dificuldades para se manter.
Logo após a sua morte a sua obra lírica foi reunida na colectânea Rimas, tendo deixado também três obras de teatro cómico. Enquanto viveu queixou-se várias vezes de alegadas injustiças que sofrera, e da escassa atenção que a sua obra recebia, mas pouco depois de falecer a sua poesia começou a ser reconhecida como valiosa e de alto padrão estético por vários nomes importantes da literatura europeia, ganhando prestígio sempre crescente entre o público e os conhecedores e influenciando gerações de poetas em vários países. Camões foi um renovador da língua portuguesa e fixou-lhe um duradouro cânone; tornou-se um dos mais fortes símbolos de identidade da sua pátria e é uma referência para toda a comunidade lusófona internacional. Hoje a sua fama está solidamente estabelecida e é considerado um dos grandes vultos literários da tradição ocidental, sendo traduzido para várias línguas e tornando-se objecto de uma vasta quantidade de estudos críticos.
Ver mais em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_de_Cam%C3%B5es

06/06/11

Os desembarques da Normandia

Os desembarques da Normandia foram operações de desembarque durante a invasão da Normandia pelos Aliados, também conhecida como Operação Overlord e Operação Neptuno, durante a Segunda Guerra Mundial. O desembarque começou na terça-feira, 6 de Junho de 1944 (Dia D), com início às 06:30 (UTC+2). No planeamento, o Dia D foi o termo usado para o dia de desembarque real, que era dependente de aprovação final.
 O assalto foi realizado em duas fases: uma aterragem de assalto aéreo de 24.000 britânicos, estadunidenses, canadenses e tropas livres de franceses aerotransportados pouco depois da meia-noite e um desembarque anfíbio da infantaria aliada e divisões blindadas na costa da França, com início às 6:30 da manhã. 


O plano do grande ataque à zona francesa foi elaborado pelos mais respeitados generais dos Estados Unidos, entre eles estava o general Dwight David Eisenhower (que, em 1952 se tornaria o presidente dos Estados Unidos da América), Comandante Supremo das Forças Aliadas, e por grandes homens ingleses, entre eles, o Primeiro Ministro Winston Churchill. Olhando o mapa do território, os comandantes aliados chegaram à conclusão de que além de desembarcar soldados e equipamentos na costa da Normandia, para quedistas (que na época eram os soldados da Airborne) deveriam ser lançados em lugares estratégicos, tomando pontes, vilas, etc e executando missões de sabotagem. Toda essa estratégia, elaborada por mais de três anos, deu certo. Logo após o salto dos para quedistas, mesmo tendo eles se espalhado caoticamente por toda a Normandia, os aliados disseram que o erro de Hitler ao criar a Muralha do Atlântico foi não ter colocado um telhado nela.
Na imagem estão indicados os principais pontos de desembarque e de ataque do Dia D. Tal imagem é o mapa que foi apresentado pelo General Eisenhower quando da invasão.

Ver mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Desembarques_da_Normandia

05/06/11

Mulheres na Primeira República

 
Mulheres na Primeira República - Percursos, Conquistas e Derrotas

Sinopse:

Esta obra, significativamente intitulada Mulheres na 1ª República. Percursos, Conquistas e Derrotas, constitui um contributo assinalável para o conhecimento do início do caminho da contemporaneidade percorrido pelas mulheres. Vitoriosas ou não estiveram lá e marcaram com a sua presença situações bem diversificadas. Sem que tenha a pretensão de ser exaustiva, esta obra foca um certo número de situações consideradas exemplares de uma sociedade em mutação e do lugar que as mulheres aí pretendiam ocupar. Por estas características, considera-se um ponto de partida para novos estudos sobre a história das mulheres, e com eles, sobre a história da sociedade em geral em que a sua dignidade humana e cidadania cívica e política devem ocupar o lugar a que têm jus.

Carnaval de Moncarapacho 2019

História do Carnaval O Carnaval começou a ser festejado pelo povo grego em 600 a 520 a.C., como forma de agradecimento aos deuses pel...