11/06/11

Tavira no "A Alma e a Gente"

No dia 11 de Junho, o programa “A Alma e a Gente” da RTP 2 será dedicado a Tavira. Com apresentação de José Hermano Saraiva, a emissão será transmitida, pelas 19h30.
José Hermano Saraiva dá conhecer, semanalmente, alguns momentos e personalidades decisivas da História Nacional.
Conforme mencionado no site oficial da televisão pública “cada programa, traça a biografia de um português notável, com a evocação da sua época e o esclarecimento da sua contribuição para o denominador comum que é a Pátria Portuguesa. Cada figura será recordada no cenário mais adequado, e no caso de figuras literárias será feita uma síntese da obra com a leitura expressiva de alguns trechos mais significativos. A Alma e a Gente constitui uma lição a um estímulo sobre a arte de falar a Língua Portuguesa. Sendo a sua base e verdadeira razão de ser, o êxito do autor desde há mais de trinta, mantendo o método do improviso verbal, sem tele-pontos, nem qualquer outro apoio, características que têm tornado tão populares todos os programas qualquer que seja o tema tratado”. 

Ver mais em:  http://www.cm-tavira.pt/cmt/index.php?name=News&file=article&sid=1746

10/06/11

10 de Junho. Dia de Camões

Luís Vaz de Camões (Lisboa 1524 — Lisboa, 10 de junho de 1580) foi um célebre poeta de Portugal, considerado uma das maiores figuras da literatura em língua portuguesa e um dos grandes poetas do Ocidente.
Pouco se sabe com certeza sobre a sua vida. Aparentemente nasceu em Lisboa, de uma família da pequena nobreza. Sobre a sua infância tudo é conjetura mas, ainda jovem, terá recebido uma sólida educação nos moldes clássicos, dominando o latim e conhecendo a literatura e a história antigas e modernas. Pode ter estudado na Universidade de Coimbra, mas a sua passagem pela escola não é documentada. Frequentou a corte de Dom João III, iniciou a sua carreira como poeta lírico e envolveu-se, como narra a tradição, em amores com damas da nobreza e possivelmente plebeias, além de levar uma vida boémia e turbulenta. Diz-se que, por conta de um amor frustrado, se auto-exilou em África, alistado como militar, onde perdeu um olho em batalha. Voltando a Portugal, feriu um servo do Paço e foi preso. Perdoado, partiu para o Oriente. Passando lá vários anos, enfrentou uma série de adversidades, foi preso várias vezes, combateu bravamente ao lado das forças portuguesas e escreveu a sua obra mais conhecida, a epopeia nacionalista Os Lusíadas. De volta à pátria, publicou Os Lusíadas e recebeu uma pequena pensão do rei Dom Sebastião pelos serviços prestados à Coroa, mas nos seus anos finais parece ter enfrentado dificuldades para se manter.
Logo após a sua morte a sua obra lírica foi reunida na colectânea Rimas, tendo deixado também três obras de teatro cómico. Enquanto viveu queixou-se várias vezes de alegadas injustiças que sofrera, e da escassa atenção que a sua obra recebia, mas pouco depois de falecer a sua poesia começou a ser reconhecida como valiosa e de alto padrão estético por vários nomes importantes da literatura europeia, ganhando prestígio sempre crescente entre o público e os conhecedores e influenciando gerações de poetas em vários países. Camões foi um renovador da língua portuguesa e fixou-lhe um duradouro cânone; tornou-se um dos mais fortes símbolos de identidade da sua pátria e é uma referência para toda a comunidade lusófona internacional. Hoje a sua fama está solidamente estabelecida e é considerado um dos grandes vultos literários da tradição ocidental, sendo traduzido para várias línguas e tornando-se objecto de uma vasta quantidade de estudos críticos.
Ver mais em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_de_Cam%C3%B5es

06/06/11

Os desembarques da Normandia

Os desembarques da Normandia foram operações de desembarque durante a invasão da Normandia pelos Aliados, também conhecida como Operação Overlord e Operação Neptuno, durante a Segunda Guerra Mundial. O desembarque começou na terça-feira, 6 de Junho de 1944 (Dia D), com início às 06:30 (UTC+2). No planeamento, o Dia D foi o termo usado para o dia de desembarque real, que era dependente de aprovação final.
 O assalto foi realizado em duas fases: uma aterragem de assalto aéreo de 24.000 britânicos, estadunidenses, canadenses e tropas livres de franceses aerotransportados pouco depois da meia-noite e um desembarque anfíbio da infantaria aliada e divisões blindadas na costa da França, com início às 6:30 da manhã. 


O plano do grande ataque à zona francesa foi elaborado pelos mais respeitados generais dos Estados Unidos, entre eles estava o general Dwight David Eisenhower (que, em 1952 se tornaria o presidente dos Estados Unidos da América), Comandante Supremo das Forças Aliadas, e por grandes homens ingleses, entre eles, o Primeiro Ministro Winston Churchill. Olhando o mapa do território, os comandantes aliados chegaram à conclusão de que além de desembarcar soldados e equipamentos na costa da Normandia, para quedistas (que na época eram os soldados da Airborne) deveriam ser lançados em lugares estratégicos, tomando pontes, vilas, etc e executando missões de sabotagem. Toda essa estratégia, elaborada por mais de três anos, deu certo. Logo após o salto dos para quedistas, mesmo tendo eles se espalhado caoticamente por toda a Normandia, os aliados disseram que o erro de Hitler ao criar a Muralha do Atlântico foi não ter colocado um telhado nela.
Na imagem estão indicados os principais pontos de desembarque e de ataque do Dia D. Tal imagem é o mapa que foi apresentado pelo General Eisenhower quando da invasão.

Ver mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Desembarques_da_Normandia

05/06/11

Mulheres na Primeira República

 
Mulheres na Primeira República - Percursos, Conquistas e Derrotas

Sinopse:

Esta obra, significativamente intitulada Mulheres na 1ª República. Percursos, Conquistas e Derrotas, constitui um contributo assinalável para o conhecimento do início do caminho da contemporaneidade percorrido pelas mulheres. Vitoriosas ou não estiveram lá e marcaram com a sua presença situações bem diversificadas. Sem que tenha a pretensão de ser exaustiva, esta obra foca um certo número de situações consideradas exemplares de uma sociedade em mutação e do lugar que as mulheres aí pretendiam ocupar. Por estas características, considera-se um ponto de partida para novos estudos sobre a história das mulheres, e com eles, sobre a história da sociedade em geral em que a sua dignidade humana e cidadania cívica e política devem ocupar o lugar a que têm jus.

Carnaval de Moncarapacho 2019

História do Carnaval O Carnaval começou a ser festejado pelo povo grego em 600 a 520 a.C., como forma de agradecimento aos deuses pel...