15/04/11

Almada

Fotos de Cidália Teixeira, 12 de março de 2011
(Foto retirada de: http://www.google.pt/images, retirada em 13 de Março de 2011)

Almada é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Setúbal, região de Lisboa e sub-região da Península de Setúbal, sendo a sexta cidade mais populosa de Portugal, com cerca de 101 500 habitantes.

Almada é sede de um pequeno mas densamente povoado município com 70,2 km² de área e 166 103 habitantes (2008), subdividido em 11 freguesias. Algumas das freguesias que fazem parte da cidade de Almada são o Feijó, Cacilhas, Cova da Piedade, Almada, Laranjeiro e Pragal, que constituem uma área urbana de 13,74 km². O município é limitado a leste pelo município do Seixal e a sul por Sesimbra, e possui uma longa costa a oeste para o Oceano Atlântico, e a norte e nordeste abre-se para o Estuário do Tejo, frente aos municípios de Lisboa e Oeiras. O rio Tejo, o maior da Península Ibérica desagua entre Almada e Oeiras.
O concelho recebeu foral de Dom Sancho I em 1190. Almada foi elevada à categoria de cidade em 1973. Outra localidade do município de Almada com estatuto de cidade é a Costa da Caparica, esta elevada a cidade em 2004.
A zona de Almada foi escolhida pelos árabes para a construção de uma fortaleza no promontório natural, sendo esta destinada à defesa e vigilância da entrada no rio Tejo, em frente de Lisboa, desenvolvendo-se a povoação nos domínios da defesa militar, da agricultura e da pesca.
Almada, uma das principais praças militares árabes a sul do Tejo, foi conquistada pelas forças cristãs de D. Afonso Henriques em 1147, ficando posteriormente na posse dos Cavaleiros de Santiago, por carta assinada por D. Sancho I, em 26 de Outubro de 1186. Em 1190, D. Sancho I outorgou o primeiro foral aos moradores de Almada. No entanto, em 1191 ocorre uma nova invasão árabe sob o comando de Yusuf al-Mansur, com origem em Sevilha. Esta invasão adquire lentamente uma expressão significativa, alcançando e tomando Alcácer do Sal, marchando sobre Palmela e Almada, sendo esta abandonada pelos cavaleiros da Ordem Militar. A povoação ficou grandemente destruída pela acção das forças árabes.

O povoamento de Almada é realizado de forma lenta mas contínua, reconstituindo-se parcialmente o modo de vida praticado anteriormente. No início do século XIII, a sociedade vive um período de organização e estabilização segundo os direitos e deveres consignados no código foraleiro, complementados pelos antigos usos e costumes do direito consuetudinário.

Ver mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Almada

14/04/11

Charles Spencer Chaplin

Charles Spencer Chaplin, KBE, mais conhecido como Charlie Chaplin (Londres, 16 de abril de 1889 — Corsier-sur-Vevey, 25 de dezembro de 1977), foi um ator, diretor, produtor, dançarino, roteirista e músico britânico. Chaplin foi um dos atores mais famosos da era do cinema mudo, notabilizado pelo uso de mímica e da comédia pastelão.

Charlie Chaplin atuou, dirigiu, escreveu, produziu e financiou seus próprios filmes, sendo fortemente influenciado por um antecessor, o comediante francês Max Linder, a quem ele dedicou um de seus filmes. Sua carreira no ramo do entretenimento durou mais de 75 anos, desde suas primeiras atuações quando ainda era criança nos teatros do Reino Unido durante a Era Vitoriana quase até sua morte aos 88 anos de idade. Sua vida pública e privada abrangia adulação e controvérsia. Juntamente com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D. W. Griffith, Chaplin co-fundou a United Artists em 1919.

Seu principal e mais famoso personagem foi The Tramp, conhecido como Charlot na França e no mundo francófono, na Itália, Espanha, Portugal, Grécia, Romênia e Turquia, e como Carlitos ou também "O Vagabundo" no Brasil. Consiste em um andarilho pobretão que possui todas as maneiras refinadas e a dignidade de um cavalheiro (gentleman), usando um fraque preto esgarçado, calças e sapatos desgastados e mais largos que o seu número, um chapéu-coco ou cartola, uma bengala de bambu e - sua marca pessoal - um pequeno bigode-de-broxa.

Foi também um talentoso jogador de xadrez e chegou a enfrentar o campeão estadunidense Samuel Reshevsky.
Em 2008, em uma resenha do livro Chaplin: A Life, Martin Sieff escreve: "Chaplin não foi apenas 'grande', ele foi gigantesco. Em 1915, ele estourou um mundo dilacerado pela guerra trazendo o dom da comédia, risos e alívio enquanto ele próprio estava se dividindo ao meio pela Primeira Guerra Mundial. Durante os próximos 25 anos, através da Grande Depressão e da ascensão de Hitler, ele permaneceu no emprego. Ele foi maior do que qualquer um. É duvidoso que algum outro indivíduo tenha dado mais entretenimento, prazer e alívio para tantos seres humanos quando eles mais precisavam."

Por sua inigualável contribuição ao desenvolvimento da sétima arte, Chaplin é o mais homenageado cineasta de todos os tempos, sendo ainda em vida condecorado pelos governos britânico (Cavaleiro do Império Britânico) e francês (Légion d 'Honneur), pela Universidade de Oxford (Doutor Honoris Causa) e pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos (Oscar especial pelo conjunto da obra, em 1972).

12/04/11

Francisco Higino Craveiro Lopes

A 12 de Abril de 1894, nasce, em Lisboa, Francisco Higino Craveiro Lopes, presidente da República Portuguesa, de 1951 a 1958.

António José de Almeida

António José de Almeida, único Presidente da I República Portuguesa que cumpriu integralmente o mandato de quatro anos para que fora investido, profere, a 12 de Abril de 1921, num banquete de gala em honra de missões estrangeiras que vieram a Portugal, o seguinte discurso: «Portugal é um velho país, que deseja continuar as tradições dos seus maiores, e, assim como as modernas investigações historiográficas estão revelando novos e importantes aspectos da nossa antiga epopeia de descobridores e conquistadores - o que nos engrandece ainda mais no conceito do mundo – assim também os observadores atentos podem notar que, actualmente, entre nós, se estão multiplicando os fenómenos de ordem política e social que hão-de conduzir este povo a um destino glorioso, que será, historicamente, a continuação do destino de outrora.»

Fonte: Diário de Lisboa n.º 6, de 13-04-1921, 1º ano de publicação, p. 1

12 de Abril, primeiro homem no espaço

Primeiro homem no espaço

Em 12 de abril de 1961, aos 27 anos de idade, Iuri Gagarin tornou-se o primeiro ser humano a ir ao espaço, a bordo da nave Vostok 1, na qual deu uma volta completa em órbita ao redor do planeta e proferiu a famosa frase “A Terra é azul”. Esteve em órbita durante 108 minutos.
Os cientistas russos terão calculado erradamente (por duas vezes) a trajectória de aterragem da nave, pelo que a cápsula espacial de Gagarin aterrou a mais de 320 quilómetros do local inicialmente previsto, causando a que no momento da aterragem não estivesse ninguém à sua espera.
Os soviéticos declararam que Gagarin aterrou no interior da cápsula espacial, quando a realidade viu o astronauta a utilizar um pára-quedas na sua aterragem[4].
Promovido de tenente a major enquanto ainda estava em órbita, foi com esta patente que a Agência Tassmundo, que assim tomava conhecimento de que entrava numa nova era, a Era Espacial, a partir daquele momento. soviética anunciou este espetacular feito ao
Após o feito, Gagarin tornou-se instantaneamente uma celebridade soviética e mundial e passou a viajar pelo mundo promovendo a tecnologia espacial do seu país, sendo recebido como herói por reis, rainhas, presidentes e multidões por onde passava. No Brasil, foi recebido e condecorado pelo então presidente Jânio Quadros com a Ordem do Cruzeiro do Sul.
A fama e a popularidade começaram a afetar a personalidade de Gagarin, que se viu bastante afeito à fama, e passou a beber constantemente tendo seu casamento afetado por causa disso, chegando a se ferir num acidente causado pela bebida na Criméia, em companhia de uma jovem enfermeira, em outubro de 1961. A partir de 1962, ocupou o cargo de deputado no Soviete Supremo da União Soviética até voltar à Cidade das Estrelas, o centro espacial soviético, para trabalhar no design de novas espaçonaves.
Depois de vários anos afastado, dedicado apenas ao programa espacial, Gagarin voltou ao curso de treino de pilotos, para uma requalificação como piloto de caça nos novos caças MiG da Força Aérea.
Ver mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Iuri_Gagarin

11/04/11

11 de Abril, nasce D. João I - Mestre de Avis

A 11 de Abril de 1357, nasce, provavelmente em Lisboa, D. João I, Mestre de Avis e rei de Portugal entre 1385 e 1433. Cognominado o de boa memória, era filho ilegítimo de D. Pedro I e de uma dama galega chamada Teresa Lourenço.
D. João I de Portugal (Lisboa, 11 de Abril de 1358-Lisboa, 14 de Agosto de 1433), foi o décimo Rei de Portugal e o primeiro da Dinastia de Avis, cognominado O de Boa Memória pelo legado que deixou. Filho ilegítimo do rei D. Pedro I e Mestre da Ordem de Avis, foi aclamado rei na sequência da crise de 1383-1385 que ameaçava a independência de Portugal. Com o apoio do condestável do reino Nuno Álvares Pereira e aliados ingleses travou a batalha de Aljubarrota contra o Reino de Castela, que invadira o país.

A vitória foi decisiva: Castela retirou-se, acabando bastantes anos mais tarde por o reconhecer oficialmente como rei. Para selar a aliança Luso-Britânica casou com D. Filipa de Lencastre, filha de João de Gaunt, dedicando-se desde então ao desenvolvimento do reino. Em 1415 conquistou de Ceuta, praça estratégica para a navegação no norte de África, o que iniciaria a expansão portuguesa. Aí foram armados cavaleiros os seus filhos D. Duarte, D. Pedro e o Infante D. Henrique, irmãos da chamada ínclita geração.

Crise de 1383-85À data da morte do rei D. Fernando I, Portugal parecia em risco de perder a independência. A rainha D. Leonor Teles de Menezes era impopular e olhada com desconfiança. O facto de se ter tornado pública a sua ligação amorosa com o nobre galego João Fernandes Andeiro, personagem influente no paço, atraiu todas as críticas contra a sua pessoa e a do seu amante. Para além do mais, a sucessão do trono recaía sobre a princesa D. Beatriz, única filha de Fernando I e de Leonor Teles de Menezes, casada aos onze anos de idade com o rei João I de Castela.

No entanto, a burguesia e parte da nobreza juntaram-se à voz popular que clamava contra a perda da independência, tão duramente mantida por D. Fernando I. Dois pretendentes apareceram para competir com João I de Castela e D. Beatriz pela coroa portuguesa:
D. João, príncipe de Portugal, filho de D. Pedro I e D. Inês de Castro, era visto por muitos como o legítimo herdeiro, dado o suposto casamento dos seus pais, e D. João, filho de D. Pedro I e de Teresa Lourenço, que veio a tornar-se rei.

Ver mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_I_de_Portugal

10/04/11

O Regresso do Imperador ao Brasil

Dia 10 de Abril de 1972, os restos mortais de D. Pedro I partem para o Brasil.


No dia 10 de Abril os restos mortais de Dom Pedro I deixaram Portugal embarcados em um navio com destino ao Brasil. À bordo do mesmo navio estava o Presidente português, Américo Tomas, que tinha a missão simbólica de entregar o corpo do ex-monarca ao presidente do Brasil, Médici, no dia comemorativo do “Descobrimento”, 22 de abril.
Canhões dos navios de escolta de Portugal e do Brasil deram salvas de canhão no momento em que eram embarcados no Funchal os restos mortais do homem que proclamou a Independência do Brasil (1822). O embarque dos despojos de D. Pedro foi precedido de uma cerimônia na cidade do Porto que durou uma hora e foi assistida por apenas 50 pessoas, entre as quais o Embaixador do Brasil em Lisboa.

No Brasil, o corpo de D. Pedro foi recebido com festividades. Na véspera da data oficial, o Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, sediaria a abertura das comemorações, à qual seria assistida por mais de 70 mil crianças de escolas públicas.
No dia 22, com o desembarcar do presidente português e o corpo de Pedro, vários pontos da cidade sediariam distintas comemorações. Até o dia 25 do mesmo mês, os restos do ex-Imperador permaneceriam na Quinta da Boa Vista, da onde partiriam para o Rio Grande do Sul, em seguida.

Ao ir para o Brasil, D. Pedro deixava para trás seu coração. O lugar escolhido para abrigar o coração do falecido Imperador do Brasil foi a igreja da Lapa, no Porto, ficando separado de seu corpo por um imenso oceano. A razão desta separação foi que Dom Pedro amou seus dois países. A um, deu a independência, ao outro foi reconquistar, quando o pequeno Portugal sofria com a morte de D. João (1826) e temia a ascensão do caçula D. Miguel.]

Dom Pedro morreu no Porto, em 1834, e sua memória permaneceu viva tanto nos corações dos brasileiros quanto no do povo português.

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História do Carnaval O Carnaval começou a ser festejado pelo povo grego em 600 a 520 a.C., como forma de agradecimento aos deuses pel...