16/02/11

Correcção da Ficha de Avaliação


Portugal na Segunda metade do século XIX

Mudanças nos transportes, nas comunicações e no ensino

1.    Lê o documento:
Os acontecimentos vividos na primeira metade do século XIX trouxeram problemas ao país. As invasões francesas e a guerra civil tinham destruído campos, casas...culturas. O Brasil tinha-se tornado um país independente e de lá já não vinham riquezas.

1.1.Porque ficou o país empobrecido?
- Portugal ficou empobrecido porque o Brasil se tinha tornado independente.
1.2. Porque ficou o país destruído?
- O país ficou destruído porque tinha sido alvo de três Invasões, uma guerra civil.
1.2.Porque se entende que o país estava atrasado?
- O país ficou atrasado porque não conseguiu por em prática as mudanças verificadas no resto da Europa.
2. Seguiu-se uma época de paz e desenvolvimento.
2.1.Explica como foi possível, na segunda metade do século XIX, a maior facilidade de comunicação entre as pessoas?
- Na segunda metade do século XIX foram construídas vias de comunicação – estradas e linhas férreas e foram instalados redes de telégrafo.
  3.Observa as imagens:
Serviço de Correios  Serviço de: Telégrafo Serviço de: Telefone
3.1. Completa as legendas:
3.2. Explica como foi possível tornar mais rápido o serviço dos correios?
 - O serviço dos correios tornou-se mais rápido porque foi criado o serviço de mala posta – Serviço de transporte de passageiros e da mala do correio que tinha ao longo das estradas, pousadas para descanso das pessoas e muda de cavalos.
4. Completa o mapa conceptual com as alterações registadas na segunda metade do século XIX:
  • Novos meios de transporte:
- Diligencia
- Comboio a Vapor
- Barco a Vapor
  • Novas vias de comunicação
- Estradas
- Vias-férreas
- Pontes
- Túneis
  • Outras construções
- Estações
- Apeadeiros
- Faróis
Mudanças
  • Facilitaram
- A Mobilidade das pessoas.
- O desenvolvimento das actividades económicas.
- A troca de ideias e de informação.
  • Alteraram o espaço
- As cidades do litoral cresceram.
   - Os campos foram atravessados por estradas e caminhos de ferro.
 
5. Lê o documento e observa o gráfico que representa a evolução do número de escolas, na segunda metade do século XIX:
Para realizar as mudanças que o desenvolvimento do País exigia, o Governo precisava de pessoas preparadas. Foi necessário reformar o ensino, desde as escolas primárias às universidades.
5.1.Prenche o quadro.





5.2. Que conclusões tiras quanto à evolução do número de escolas?
- A evolução do número de escolas entre 1850 e 1900, foi muito significativa pois em 1850 havia pouco mais de 1000 escolas em todo o país e em 1900 já existiam quase 5.000 escolas.

13/02/11

O livro digital e o demónio da analogia

 
As promessas contidas no livro digital exercem um grande fascínio, mas maior é a resistência do livro impresso e não se vislumbra a sua morte.
  Há quase meio século, escutou-se pela primeira vez a profecia da morte do livro impresso. Foi em 1962, e o profeta tinha nome que haveria de soar a visionário: Marshall McLuhan.
Reiterada de tempos a tempos, reativada como um programa inevitável a partir do momento em que a Internet e os motores de busca passaram a fazer parte do quotidiano, em meados dos anos 90, a profecia não se cumpriu: a "galáxia de Gutenberg" não passou a ser uma coisa do passado, e a espécie do Homo typographicus continuou a crescer e a multiplicar-se, ainda que a sua condição seja agora híbrida, já que passou também a responder - e todos nós sabemos com que solicitude e velocidade - às solicitações da era digital.
Certo é que o caudal dos livros que se folheiam com os dedos, os livros impressos, não parou de aumentar. Robert Darnton (ver bibliografia no final do artigo), um dos mais importantes historiadores do livro e diretor da Biblioteca Universitária de Harvard, fornece os números desta marcha progressiva, num tempo que se esperava ser de abrandamento: em 1998 foram publicados em todo o mundo 700.000 novos títulos, em 2003 foram 859.000 e em 2007 foram 976.000.
Em suma, o mais velho instrumento de leitura - o códex - não apenas não foi expulso (de acordo com a velha teoria de que um novo meio de comunicação nunca exclui completamente o anterior) como manteve a sua posição de domínio absoluto (...).
Texto publicado na revista Actual de 12 de Fevereiro de 2011
Ver mais em:  http://aeiou.expresso.pt/o-livro-digital-e-o-demonio-da-analogia

09/02/11

Correcção da 4ª Ficha de Avaliação 6º Ano

I Grupo 
Portugal na 2ª metade do século XIX
Mudanças no campo 
1. Novos proprietários para as terras
Até ao século XIX, a maior parte da terra pertencia aos nobres e às ordens religiosas.

Novos proprietários de terras na 2ª metade do século XIX;
  • Burgueses compraram as terras confiscadas ao Clero.
  • Todos os filhos passaram a ser herdeiros.
  • Camponeses apropriam-se das terras bravias.
Quem são os novos proprietários das terras?

  • Burgueses compraram as terras confiscadas ao Clero; Todos os filhos passaram a ser herdeiros das terras; Camponeses apropriam-se das terras bravias.
2. Lê o documento 2:
O medo das máquinas
Os trabalhadores ( de Santarém) receberam mal este invento, e sítios há em que se têm oposto ao trabalho das máquinas, espetando paus e lançando pedras nos campos.
(…) conviria muito que os convencessem sobre as vantagens do emprego delas (…) As máquinas, com 2 homens e 2 juntas de bois, fazem o trabalho de 45 a 50 bons trabalhadores. 
 “ Arquivo rural” vol.I 1858

2.1. Por que razão é que os trabalhadores de Santarém receavam as máquinas agrícolas?
  • Os trabalhadores de Santarém receavam que as máquinas agricolas lhes tirassem o trabalho.
2.2. O que entendes por êxodo rural?
  • Êxodo rural é a saída de muitas pessoas dos campos para a cidade.
2.3. Refere duas causas do êxodo rural?
  • Crescimento da população;
  • Introdução de máquinas agrícolas na agricultura.
2.4. O que facilitou o êxodo rural?
  • O que facilitou o êxodo rural foi a facilidade nos transportes, nomeadamente os comboios.
3. Observa o seguinte documento 3:
A chegada do Brasileiro
Havia povo à entrada da aldeia na expectativa do brasileiro rico: mulheres com as mãos cruzadas sobre as barrigas; raparigas com fralda suja e esfarrapada (…) e repuxando as saias da mãe, a pedirem pão (…); homens que vinham das malhadas sentavam-se no cruzeiro, com as calças brancas arregaçadas (…). O criado do abade (…) (estava no adro e, (…) enfiando pela escada da torre, começou a repicar dois sinos. O Zé Macário, que estava à porta da botica, e mais um grupo de trolhas que trazia em casa, fizeram subir dúzias de foguetes de três respostas (…). A égua que montava o brasileiro resfolegava.
(…) e o Ferramenta: - Ó Zé das Poldras, olha o brasileiro como é gordo!
“O Brasileiro”
3.1.Qual era o destino da maioria dos emigrantes portugueses do século XIX?
  • O destino da maioria dos emigrantes portugueses do século XIX foi o Brasil.
3.2. No documento 3, como foi anunciada a chegada do Brasileiro à aldeia?
  • A chegada do Brasileiro à aldeia foi anunciada com o repicar dois sinos e foguetes.
II Grupo
1. Em Portugal, no início do século XIX, a agricultura estava muito desenvolvida.
Falso
2. Os governos liberais acabaram com o direito de morgadio.
Verdadeiro                               
3. O pousio das terras deu lugar à alternância de culturas.
Verdadeiro
4. A batata e o arroz deixaram de ser cultivados em Portugal.
Falso
5. Na 2.ª metade do século XIX a área cultivada diminuiu.
Falso
6. Iniciou-se a mecanização da agricultura e o uso de adubos químicos.
 Verdadeiro

01/02/11

A Ceifa no Algave Barrocal

Nos anos setenta, juntam-se grupos de homens e mulheres para a ceifa, do trigo e da cevada.
Desde o nascer do sol até à hora do almoço era tempo de ceifar, almoçava-se ao meio dia e após a hora do almoço, seguiam-se as horas da sexta. Estas horas decorriam entre a uma e as três da tarde, horas de maior calor, em que os ceifeiros descansavam. Recomeçavam às 15 horas para ceifar até ao por do sol. O trabalho era muito duro e extenuante por ser feito nos longos dia de verão.

09/01/11

As Invasões Francesas


Correcção da  III Ficha de Avaliação – 6º ano
  1. Indica uma das medidas que Junot tomou para provar que eram os franceses que mandavam em Lisboa. R - Uma das medidas foi substituir a Bandeira Portuguesa pela Bandeira Francesa.
  1. Refere quatro atitudes dos franceses durante as invasões francesas.R - Durante as Invasões, os Franceses destruíram culturas, incendiaram casa e povoações, mataram inocentes e roubaram objectos de valor nos Palácios e nas Igrejas.
  1. Refere o que fez D. Maria I e D. João com a chegada das Invasões Francesas.R - Quando em Lisboa se soube que os Franceses vinham a caminho, a família Real e a corte partiram para o Brasil.
  1. Indica o nome de duas localidades onde as tropas francesas foram derrotadas.R - Abrantes e Vimeiro foram duas das localidades onde as tropas francesas foram derrotadas.
  1. Indica o nome dos Generais que comandaram as tropas francesas nas três invasões a Portugal.R - 1ª Junot;Soult;Massena.
2º Grupo
Um país empobrecido
1. Que grupo social murmurava contra a situação do País?
R – O grupo social que mais murmurava contra a situação no país era a Burguesia.

2. Onde continuava o Rei?
R - O rei continuava no Brasil.

3. Quem dominava o exército e o governo?
R Neta época quem dominava o exército e governava em Portugal eram os Ingleses.

4. Que alterações teve a rota comercial dos produtos brasileiros depois de 1808?
R – A partir de 1808 as rotas comerciais que até então se faziam por Lisboa, começaram a fazer-se directamente para a Europa.

5. Essa alteração prejudicou Portugal? Como?
R – Sim. Uma vez que as rotas comerciais não passavam por Lisboa, Portugal não obtinha quaisquer lucros desse comércio.

20/12/10

Jardim Buddha Éden













Visita organizada à Quinta dos Lóridos no Bombarral no passado dia 12 de Dezembro de 2010, levada a efeito por um grupo de pessoas da Luz de Tavira.
Este jardim deveras deslumbrante, não só com a quantidade de estátuas por ele espalhadas, mas também pela sua grandiosidade,(Cidália).
Jardim Buddha Éden
O jardim da paz
A Quinta dos Loridos é um bonito Solar, situado na freguesia do Carvalhal, concelho do Bombarral.
Outrora, estas terras foram pertença do Mosteiro de Alcobaça, que as doou a João Annes Lourido, em 1430. No século XVI a família Sanches de Baena reconstruiu este Solar que é hoje um belo exemplo da nobre arquitectura rural do século XVIII, ostentando o orgulhoso brasão da família Sanches de Baena.
A Quinta dos Loridos é hoje uma unidade hoteleira de luxo e também uma afamada produtora de vinhos, nomeadamente de espumantes. 
O Jardim da Paz encontra-se situado nos terrenos luxuriosos da Quinta dos Loridos, , apenas a alguns quilometros a sul de Óbidos. O jardim ocupa cerca de 35 hectares dos 100 hectares da propriedade. Com cerca de 6000 toneladas de mármore e granito, budhas, lanternas, estátuas de terracotta, e várias esculturas que foram colocadas cuidadosamente entre a vegetação.
Este espaço verde com o seu lago central é um local de paz e tranquilidade, onde convidamos a descobrir os vários caminhos, ou apenas relaxar na relva circundante ao lago. A escadaria central é o ponto focal do jardim, onde os nossos budhas dourados, lhe dão calmamente as boas vindas. Com 700 soldados de terracotta espalhados no jardim, alguns estão enterrados da mesma forma, como foram colocados na china há 2200 anos. São pintados à mão e cada um deles é único. No lago podemos observar os peixes Koi, e os dragões esculpidos a erguerem-se da água.
O Jardim da Paz é um espaço com cerca de 35 hectares, idealizado e concebido pelo Comendador José Berardo, em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi, um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras primas, do período tardio da Arte de Gandhara. Em 2001, profundamente chocado com a atitude do Governo Talibã, que destruiu, intencionalmente, monumentos únicos do Património da Humanidade, o Comendador Berardo deu início, a mais um, dos seus sonhos, a construção deste extenso jardim oriental. Prestando, de certo modo, homenagem aos colossais Budas esculpidos na rocha do vale de Bamyan, no centro do Afeganistão, e que durante séculos foram referências culturais e espirituais.
 Pretende-se, que o Jardim da Paz seja um lugar reconciliação. Sem nenhuma tendência religiosa, abrimos as portas, a todas as pessoas, independentemente, da religião, etnia, nacionalidade, sexo, idade, condição cultural ou social, convidando à união, comunicação e meditação, como forma de redescobrir a felicidade. Ambicionamos, assim, percorrer o caminho contrário à destruição do ser humano e disseminar a cultura da paz.
Esta é uma instituição cultural sem fins lucrativos e ao serviço da comunidade nacional e internacional, que tem como missão sensibilizar o visitante para o conhecimento interior, através do seu jardim em diálogo com um vasto património escultórico, vocacionado para a meditação e promoção da interacção social e cultural, conforme os princípios da solidariedade e da dignidade humana. Sendo o Jardim da Paz um espaço de livre acesso, solicitamos uma doação, dentro das suas possibilidades, para nos ajudar a manter este sítio de tranquilidade e para, que possamos continuar a facultar entradas gratuitas a todos aqueles, que nos procuram aspirando a paz, força e luz.
Localização: Bombarral

Informação recolhida em: http://www.slideshare.net/1950/quinta-dos-loridos

Carnaval de Moncarapacho 2019

História do Carnaval O Carnaval começou a ser festejado pelo povo grego em 600 a 520 a.C., como forma de agradecimento aos deuses pel...