09/02/11

Correcção da 4ª Ficha de Avaliação 6º Ano

I Grupo 
Portugal na 2ª metade do século XIX
Mudanças no campo 
1. Novos proprietários para as terras
Até ao século XIX, a maior parte da terra pertencia aos nobres e às ordens religiosas.

Novos proprietários de terras na 2ª metade do século XIX;
  • Burgueses compraram as terras confiscadas ao Clero.
  • Todos os filhos passaram a ser herdeiros.
  • Camponeses apropriam-se das terras bravias.
Quem são os novos proprietários das terras?

  • Burgueses compraram as terras confiscadas ao Clero; Todos os filhos passaram a ser herdeiros das terras; Camponeses apropriam-se das terras bravias.
2. Lê o documento 2:
O medo das máquinas
Os trabalhadores ( de Santarém) receberam mal este invento, e sítios há em que se têm oposto ao trabalho das máquinas, espetando paus e lançando pedras nos campos.
(…) conviria muito que os convencessem sobre as vantagens do emprego delas (…) As máquinas, com 2 homens e 2 juntas de bois, fazem o trabalho de 45 a 50 bons trabalhadores. 
 “ Arquivo rural” vol.I 1858

2.1. Por que razão é que os trabalhadores de Santarém receavam as máquinas agrícolas?
  • Os trabalhadores de Santarém receavam que as máquinas agricolas lhes tirassem o trabalho.
2.2. O que entendes por êxodo rural?
  • Êxodo rural é a saída de muitas pessoas dos campos para a cidade.
2.3. Refere duas causas do êxodo rural?
  • Crescimento da população;
  • Introdução de máquinas agrícolas na agricultura.
2.4. O que facilitou o êxodo rural?
  • O que facilitou o êxodo rural foi a facilidade nos transportes, nomeadamente os comboios.
3. Observa o seguinte documento 3:
A chegada do Brasileiro
Havia povo à entrada da aldeia na expectativa do brasileiro rico: mulheres com as mãos cruzadas sobre as barrigas; raparigas com fralda suja e esfarrapada (…) e repuxando as saias da mãe, a pedirem pão (…); homens que vinham das malhadas sentavam-se no cruzeiro, com as calças brancas arregaçadas (…). O criado do abade (…) (estava no adro e, (…) enfiando pela escada da torre, começou a repicar dois sinos. O Zé Macário, que estava à porta da botica, e mais um grupo de trolhas que trazia em casa, fizeram subir dúzias de foguetes de três respostas (…). A égua que montava o brasileiro resfolegava.
(…) e o Ferramenta: - Ó Zé das Poldras, olha o brasileiro como é gordo!
“O Brasileiro”
3.1.Qual era o destino da maioria dos emigrantes portugueses do século XIX?
  • O destino da maioria dos emigrantes portugueses do século XIX foi o Brasil.
3.2. No documento 3, como foi anunciada a chegada do Brasileiro à aldeia?
  • A chegada do Brasileiro à aldeia foi anunciada com o repicar dois sinos e foguetes.
II Grupo
1. Em Portugal, no início do século XIX, a agricultura estava muito desenvolvida.
Falso
2. Os governos liberais acabaram com o direito de morgadio.
Verdadeiro                               
3. O pousio das terras deu lugar à alternância de culturas.
Verdadeiro
4. A batata e o arroz deixaram de ser cultivados em Portugal.
Falso
5. Na 2.ª metade do século XIX a área cultivada diminuiu.
Falso
6. Iniciou-se a mecanização da agricultura e o uso de adubos químicos.
 Verdadeiro

01/02/11

A Ceifa no Algave Barrocal

Nos anos setenta, juntam-se grupos de homens e mulheres para a ceifa, do trigo e da cevada.
Desde o nascer do sol até à hora do almoço era tempo de ceifar, almoçava-se ao meio dia e após a hora do almoço, seguiam-se as horas da sexta. Estas horas decorriam entre a uma e as três da tarde, horas de maior calor, em que os ceifeiros descansavam. Recomeçavam às 15 horas para ceifar até ao por do sol. O trabalho era muito duro e extenuante por ser feito nos longos dia de verão.

09/01/11

As Invasões Francesas


Correcção da  III Ficha de Avaliação – 6º ano
  1. Indica uma das medidas que Junot tomou para provar que eram os franceses que mandavam em Lisboa. R - Uma das medidas foi substituir a Bandeira Portuguesa pela Bandeira Francesa.
  1. Refere quatro atitudes dos franceses durante as invasões francesas.R - Durante as Invasões, os Franceses destruíram culturas, incendiaram casa e povoações, mataram inocentes e roubaram objectos de valor nos Palácios e nas Igrejas.
  1. Refere o que fez D. Maria I e D. João com a chegada das Invasões Francesas.R - Quando em Lisboa se soube que os Franceses vinham a caminho, a família Real e a corte partiram para o Brasil.
  1. Indica o nome de duas localidades onde as tropas francesas foram derrotadas.R - Abrantes e Vimeiro foram duas das localidades onde as tropas francesas foram derrotadas.
  1. Indica o nome dos Generais que comandaram as tropas francesas nas três invasões a Portugal.R - 1ª Junot;Soult;Massena.
2º Grupo
Um país empobrecido
1. Que grupo social murmurava contra a situação do País?
R – O grupo social que mais murmurava contra a situação no país era a Burguesia.

2. Onde continuava o Rei?
R - O rei continuava no Brasil.

3. Quem dominava o exército e o governo?
R Neta época quem dominava o exército e governava em Portugal eram os Ingleses.

4. Que alterações teve a rota comercial dos produtos brasileiros depois de 1808?
R – A partir de 1808 as rotas comerciais que até então se faziam por Lisboa, começaram a fazer-se directamente para a Europa.

5. Essa alteração prejudicou Portugal? Como?
R – Sim. Uma vez que as rotas comerciais não passavam por Lisboa, Portugal não obtinha quaisquer lucros desse comércio.

20/12/10

Jardim Buddha Éden













Visita organizada à Quinta dos Lóridos no Bombarral no passado dia 12 de Dezembro de 2010, levada a efeito por um grupo de pessoas da Luz de Tavira.
Este jardim deveras deslumbrante, não só com a quantidade de estátuas por ele espalhadas, mas também pela sua grandiosidade,(Cidália).
Jardim Buddha Éden
O jardim da paz
A Quinta dos Loridos é um bonito Solar, situado na freguesia do Carvalhal, concelho do Bombarral.
Outrora, estas terras foram pertença do Mosteiro de Alcobaça, que as doou a João Annes Lourido, em 1430. No século XVI a família Sanches de Baena reconstruiu este Solar que é hoje um belo exemplo da nobre arquitectura rural do século XVIII, ostentando o orgulhoso brasão da família Sanches de Baena.
A Quinta dos Loridos é hoje uma unidade hoteleira de luxo e também uma afamada produtora de vinhos, nomeadamente de espumantes. 
O Jardim da Paz encontra-se situado nos terrenos luxuriosos da Quinta dos Loridos, , apenas a alguns quilometros a sul de Óbidos. O jardim ocupa cerca de 35 hectares dos 100 hectares da propriedade. Com cerca de 6000 toneladas de mármore e granito, budhas, lanternas, estátuas de terracotta, e várias esculturas que foram colocadas cuidadosamente entre a vegetação.
Este espaço verde com o seu lago central é um local de paz e tranquilidade, onde convidamos a descobrir os vários caminhos, ou apenas relaxar na relva circundante ao lago. A escadaria central é o ponto focal do jardim, onde os nossos budhas dourados, lhe dão calmamente as boas vindas. Com 700 soldados de terracotta espalhados no jardim, alguns estão enterrados da mesma forma, como foram colocados na china há 2200 anos. São pintados à mão e cada um deles é único. No lago podemos observar os peixes Koi, e os dragões esculpidos a erguerem-se da água.
O Jardim da Paz é um espaço com cerca de 35 hectares, idealizado e concebido pelo Comendador José Berardo, em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi, um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras primas, do período tardio da Arte de Gandhara. Em 2001, profundamente chocado com a atitude do Governo Talibã, que destruiu, intencionalmente, monumentos únicos do Património da Humanidade, o Comendador Berardo deu início, a mais um, dos seus sonhos, a construção deste extenso jardim oriental. Prestando, de certo modo, homenagem aos colossais Budas esculpidos na rocha do vale de Bamyan, no centro do Afeganistão, e que durante séculos foram referências culturais e espirituais.
 Pretende-se, que o Jardim da Paz seja um lugar reconciliação. Sem nenhuma tendência religiosa, abrimos as portas, a todas as pessoas, independentemente, da religião, etnia, nacionalidade, sexo, idade, condição cultural ou social, convidando à união, comunicação e meditação, como forma de redescobrir a felicidade. Ambicionamos, assim, percorrer o caminho contrário à destruição do ser humano e disseminar a cultura da paz.
Esta é uma instituição cultural sem fins lucrativos e ao serviço da comunidade nacional e internacional, que tem como missão sensibilizar o visitante para o conhecimento interior, através do seu jardim em diálogo com um vasto património escultórico, vocacionado para a meditação e promoção da interacção social e cultural, conforme os princípios da solidariedade e da dignidade humana. Sendo o Jardim da Paz um espaço de livre acesso, solicitamos uma doação, dentro das suas possibilidades, para nos ajudar a manter este sítio de tranquilidade e para, que possamos continuar a facultar entradas gratuitas a todos aqueles, que nos procuram aspirando a paz, força e luz.
Localização: Bombarral

Informação recolhida em: http://www.slideshare.net/1950/quinta-dos-loridos

19/12/10

Maria de Conceição de Matos Ferreira da Silva

Maria de Conceição de Matos Ferreira da Silva (Lisboa, 29 de Setembro de 1890 — Lisboa, 18 de Setembro de 1952) foi uma actriz portuguesa.
Estudou Piano, Canto e Arte Dramática no Real Conservatório de Lisboa, fazendo exame final com a peça Rosas de Todo Ano escrita expressamente por Júlio Dantas.
Estreou-se profissionalmente no Teatro Nacional D. Maria II na peça Judas (1907). Casou-se em 1913 com o actor Mendonça de Carvalho, com quem fundou a empresa teatral Maria Matos - Mendonça de Carvalho, companhia que obteve considerável prestígio. Em 1940, é nomeada professora do Conservatório Nacional de Teatro, onde regeu as cadeiras de Estética Teatral e de Arte de Dizer.
O seu talento evidenciou-se na farsa e na comédia, géneros em que se consagrou. No cinema participou em películas de sucesso como Costa do Castelo (1943) e A Menina da Rádio (1944) de Arthur Duarte em que contracenava com António Silva, participando também noutros filmes, como As Pupilas do Sr. Reitor (1935) e Varanda dos Rouxinóis (1939) de José Leitão de Barros ou A Morgadinha dos Canaviais (1949) de Caetano Bonucci e Amadeu Ferrari.
Escreveu as peças A Tia Engrácia, Direitos de Coração e Escola de Mulheres; publicou ainda Dizeres de Amor e Saudade. Após a sua morte, foram editadas As Memórias da Actriz Maria Matos, em 1955 e em 1972, o seu nome foi atribuído a um novo e agora conceituado teatro de Lisboa - o Teatro Maria Matos.
Era mãe da actriz Maria Helena Matos (1911 - 2002) e, sogra de Henrique Santana (1924 - 1995), filho de Vasco Santana.
A propósito da colocação de uma lápide na casa onde Maria Matos «nasceu, amou e chorou as suas primeiras lágrimas», o Diário de Lisboa de 17 de Abril de 1953, evoca a infância desta actriz portuguesa, começando por descrever a vida dos seus pais, José e Carolina:

«Numa casinha modesta, de três degraus virados sobre o passeio, vivia o casal infeliz. A casa era uma dependência do palacete dos Fonte e Arcada, à beira de Monte Olivete e o José – José de Matos Ferreira e Silva – tinha 37 anos e a menina, que escolhera para esposa, apenas 15. No dia seguinte ao do casamento, o noivo, desolado, fora entregar ao sogros a esposa que se recusara a desprender da fronte a sua coroa de flores de laranjeira. E só passado tempo o José, homem garboso, tímido e correcto, dado às musas, nas horas vagas, pode estreitar nos braços aquela frágil e bonita Carolina que escolhera para esposa, agora convencida pelas razões de família…»

Leia o resto do artigo, consultando a página 6 da edição online do Diário de Lisboa nº 10910

Carnaval de Moncarapacho 2019

História do Carnaval O Carnaval começou a ser festejado pelo povo grego em 600 a 520 a.C., como forma de agradecimento aos deuses pel...