20/12/10

Jardim Buddha Éden













Visita organizada à Quinta dos Lóridos no Bombarral no passado dia 12 de Dezembro de 2010, levada a efeito por um grupo de pessoas da Luz de Tavira.
Este jardim deveras deslumbrante, não só com a quantidade de estátuas por ele espalhadas, mas também pela sua grandiosidade,(Cidália).
Jardim Buddha Éden
O jardim da paz
A Quinta dos Loridos é um bonito Solar, situado na freguesia do Carvalhal, concelho do Bombarral.
Outrora, estas terras foram pertença do Mosteiro de Alcobaça, que as doou a João Annes Lourido, em 1430. No século XVI a família Sanches de Baena reconstruiu este Solar que é hoje um belo exemplo da nobre arquitectura rural do século XVIII, ostentando o orgulhoso brasão da família Sanches de Baena.
A Quinta dos Loridos é hoje uma unidade hoteleira de luxo e também uma afamada produtora de vinhos, nomeadamente de espumantes. 
O Jardim da Paz encontra-se situado nos terrenos luxuriosos da Quinta dos Loridos, , apenas a alguns quilometros a sul de Óbidos. O jardim ocupa cerca de 35 hectares dos 100 hectares da propriedade. Com cerca de 6000 toneladas de mármore e granito, budhas, lanternas, estátuas de terracotta, e várias esculturas que foram colocadas cuidadosamente entre a vegetação.
Este espaço verde com o seu lago central é um local de paz e tranquilidade, onde convidamos a descobrir os vários caminhos, ou apenas relaxar na relva circundante ao lago. A escadaria central é o ponto focal do jardim, onde os nossos budhas dourados, lhe dão calmamente as boas vindas. Com 700 soldados de terracotta espalhados no jardim, alguns estão enterrados da mesma forma, como foram colocados na china há 2200 anos. São pintados à mão e cada um deles é único. No lago podemos observar os peixes Koi, e os dragões esculpidos a erguerem-se da água.
O Jardim da Paz é um espaço com cerca de 35 hectares, idealizado e concebido pelo Comendador José Berardo, em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi, um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras primas, do período tardio da Arte de Gandhara. Em 2001, profundamente chocado com a atitude do Governo Talibã, que destruiu, intencionalmente, monumentos únicos do Património da Humanidade, o Comendador Berardo deu início, a mais um, dos seus sonhos, a construção deste extenso jardim oriental. Prestando, de certo modo, homenagem aos colossais Budas esculpidos na rocha do vale de Bamyan, no centro do Afeganistão, e que durante séculos foram referências culturais e espirituais.
 Pretende-se, que o Jardim da Paz seja um lugar reconciliação. Sem nenhuma tendência religiosa, abrimos as portas, a todas as pessoas, independentemente, da religião, etnia, nacionalidade, sexo, idade, condição cultural ou social, convidando à união, comunicação e meditação, como forma de redescobrir a felicidade. Ambicionamos, assim, percorrer o caminho contrário à destruição do ser humano e disseminar a cultura da paz.
Esta é uma instituição cultural sem fins lucrativos e ao serviço da comunidade nacional e internacional, que tem como missão sensibilizar o visitante para o conhecimento interior, através do seu jardim em diálogo com um vasto património escultórico, vocacionado para a meditação e promoção da interacção social e cultural, conforme os princípios da solidariedade e da dignidade humana. Sendo o Jardim da Paz um espaço de livre acesso, solicitamos uma doação, dentro das suas possibilidades, para nos ajudar a manter este sítio de tranquilidade e para, que possamos continuar a facultar entradas gratuitas a todos aqueles, que nos procuram aspirando a paz, força e luz.
Localização: Bombarral

Informação recolhida em: http://www.slideshare.net/1950/quinta-dos-loridos

19/12/10

Maria de Conceição de Matos Ferreira da Silva

Maria de Conceição de Matos Ferreira da Silva (Lisboa, 29 de Setembro de 1890 — Lisboa, 18 de Setembro de 1952) foi uma actriz portuguesa.
Estudou Piano, Canto e Arte Dramática no Real Conservatório de Lisboa, fazendo exame final com a peça Rosas de Todo Ano escrita expressamente por Júlio Dantas.
Estreou-se profissionalmente no Teatro Nacional D. Maria II na peça Judas (1907). Casou-se em 1913 com o actor Mendonça de Carvalho, com quem fundou a empresa teatral Maria Matos - Mendonça de Carvalho, companhia que obteve considerável prestígio. Em 1940, é nomeada professora do Conservatório Nacional de Teatro, onde regeu as cadeiras de Estética Teatral e de Arte de Dizer.
O seu talento evidenciou-se na farsa e na comédia, géneros em que se consagrou. No cinema participou em películas de sucesso como Costa do Castelo (1943) e A Menina da Rádio (1944) de Arthur Duarte em que contracenava com António Silva, participando também noutros filmes, como As Pupilas do Sr. Reitor (1935) e Varanda dos Rouxinóis (1939) de José Leitão de Barros ou A Morgadinha dos Canaviais (1949) de Caetano Bonucci e Amadeu Ferrari.
Escreveu as peças A Tia Engrácia, Direitos de Coração e Escola de Mulheres; publicou ainda Dizeres de Amor e Saudade. Após a sua morte, foram editadas As Memórias da Actriz Maria Matos, em 1955 e em 1972, o seu nome foi atribuído a um novo e agora conceituado teatro de Lisboa - o Teatro Maria Matos.
Era mãe da actriz Maria Helena Matos (1911 - 2002) e, sogra de Henrique Santana (1924 - 1995), filho de Vasco Santana.
A propósito da colocação de uma lápide na casa onde Maria Matos «nasceu, amou e chorou as suas primeiras lágrimas», o Diário de Lisboa de 17 de Abril de 1953, evoca a infância desta actriz portuguesa, começando por descrever a vida dos seus pais, José e Carolina:

«Numa casinha modesta, de três degraus virados sobre o passeio, vivia o casal infeliz. A casa era uma dependência do palacete dos Fonte e Arcada, à beira de Monte Olivete e o José – José de Matos Ferreira e Silva – tinha 37 anos e a menina, que escolhera para esposa, apenas 15. No dia seguinte ao do casamento, o noivo, desolado, fora entregar ao sogros a esposa que se recusara a desprender da fronte a sua coroa de flores de laranjeira. E só passado tempo o José, homem garboso, tímido e correcto, dado às musas, nas horas vagas, pode estreitar nos braços aquela frágil e bonita Carolina que escolhera para esposa, agora convencida pelas razões de família…»

Leia o resto do artigo, consultando a página 6 da edição online do Diário de Lisboa nº 10910

28/11/10

Presépio Napolitano do Século XVIII

Presépio Napolitano do Século XVIII na Capela de Santo Cristo em Moncarapacho
O singelo edifício do museu, acoplado à seiscentista capela de Santo Cristo, compõe-se apenas de dois pisos, que se resumem unicamente a duas salas. Na primeira, amontoam-se dezenas de peças arqueológicas, pertencentes à valiosa colecção do Dr. José Fernandes Mascarenhas, a maioria das quais a necessitarem de um estudo urgente e profundo. Neste âmbito julgamos que seria bastante profícua a colaboração do Gabinete de Arqueologia da Universidade do Algarve, cuja acção científica se tem vindo a disseminar por toda a região, desde o litoral à serra. No segundo piso, reúne-se a colecção de arte sacra do padre Isidoro Domingos da Silva, com algumas preciosidades dignas de relevo, misturadas com outras peças menos importantes, num eclectismo verdadeiramente encantador, nada chocante, resplandecente de luz e de cor.
Mas, de entre todo o seu recheio, assume particular interesse um valioso presépio napolitano, datado da segunda metade do século XVIII, composto por 40 figuras policromas, duma graciosidade espantosa e a que não faltam os mais subtis pormenores escultóricos, que só o engenho e a arte dos barristas italianos seria capaz de realizar.
Publicado no «Diário de Notícias», supl. de Natal, 21-12-1984 e acedido em 27 de Novembro de 2010 em  http://algarvehistoriacultura.blogspot.com/2010/06/um-presepio-napolitano-do-seculo-xviii.html.


17/11/10

Visita de Estudo a Vila Real de Santo António

No próximo dia 17 de Novembro realizar-se-á uma visita de Estudo a VRSA e Cacela Velha.
Esta visita realiza-se no âmbito da Disciplina de História e Geografia de Portugal, de acordo com os conteúdos programáticos do 6º ano de escolaridade.


Durante a manhã os alunos terão a oportunidade de visitar a fortaleza e apreciar a paisagem que dali se vislumbra.
Por outro lado Cacela é desde épocas remotas um importante entreposto comercial do Sudoeste Peninsular, pois daqui partiam e chegavam povos de diversos pontos do Mediterrâneo de acordo com as épocas.
De realçar que em Cacela a visita será guiada pelo Dr Miguel Godinho do Centro de Interpretação do Património de Cacela, sediado em Santa Rita - Vila Nova de Cacela.

De seguida partiremos para VRSA onde podemos verificar o melhor exemplar de uma cidade Iluminista em Portugal, totalmente construída de raiz após o terramoto de 1755: A visita à Cidade será orientada pelos docentes que acompanham os alunos, onde estes terão de seguir o guião e investigando e interagindo com os residentes, no sentido de saber mais sobre a cidade.




Por fim  os alunos acompanhados  terão oportunidade de ver o observatório climatérico situado no recinto do Farol. Aqui a visita vai ser orientada pelo Faroleiro.
E para rematar a presente Visita poderemos subir os mais de 300 degraus que nos levam à torre de vigia do Farol de VRSA.

As regras de conduta dos alunos serão observadas e avaliadas no sentido cultural, cívico e intelectual.

Boa Viagem e Boa Aventura!
Texto da autora do Blogue
Fotos do Google imagens em:        
http://www.google.pt/images_cacela;
http://www.google.pt/images_vila_real_de_santo_antonio

15/11/10

XELB 9

Os Arqueólogos procuram incessantemente a sabedoria que os leve a compreender as mudanças no ser humano e nas paisagens que nos rodeiam. A Arqueologia é uma ciência social que estuda as civilizações antigas comparando-a muitas vezes com as que ainda perduram. Peça a peça, caco a caco lá vão juntando as peças como se de um puzzle se tratasse.Esta obra reune as comunicações efectuadas no 6º encontro de Arqueologia do Algarve, promovido pelo Município de Silves.
Estive presente neste encontro em 2009. Em 2010 por razões de ordem profissional não me foi possível estar presente. Estarei certamente lá em Outubro de 2011.

20/10/10

Correcção da 2º Ficha de Avaliação "Da União Ibérica à Restauração"


1.1.  Quando D. Sebastião assumiu o governo do Reino o país estava em crise. A solução encontrada por D. Sebastião para resolver a situação do país foi retomar a política de conquistas no norte de África.
2.2. Assim, em 1578, o exército de D. Sebastião partiu de Lisboa.
2.3. Travou-se uma Batalha em Alcácer Quibir, onde D. Sebastião perdeu a vida.
2.4. O Exército português não ia preparado para combater. Até parecia que ia para uma festa de tão bem vestidos e arranjados que iam os cavaleiros.
3. 1.
Candidatos em Portugal
Apoios
Razões

D. António (prior do Crato)


Povo
  • Títulos 
  • Cargos
  • Mercados
D. Catarina
Alguma nobreza e povo
  • Medo de perder a independência

3.2. Entre estes dois candidatos, D. António prior do Crato foi aclamado Rei de em algumas cidades como Santarém, Setúbal, Lisboa, Coimbra… mas foi derrotado na batalha de Alcântara pelo exército de Filipe II de Espanha.
4.1.
Promessas de Filipe I
Medidas tomadas durante os reinados de D. Filipe II e D. Filipe III
·         Respeitar a língua e moeda nacional mantendo-as;
·         Manter o governo e a exploração do império ultramarino a cargo exclusivamente a cargo de portugueses;
·         Dar terras em Portugal, somente aos portugueses.
·         Lançaram impostos cada vez maiores aos portugueses;
·         As terras ultramarinas não foram defendidas e por isso atacadas pelos inimigos dos espanhóis;
·         O comércio deixou de se fazer com Portugal.

 4.2. O descontentamento crescia entre a Burguesia porque estes viram os locais de comércio serem atacadas por inimigos de Espanha.
4.3 A revolta do “Manuelinho” foi uma revolta que teve lugar em Évora e teve este nome porque havia lá um deficiente mental em nome do qual se escrevia ou propagandeava os ideais de independência de Portugal face ao domínio Filipino.
5.1. O episodia a que o texto faz referência foi a Restauração da Independência: 1 de Dezembro de 1640.
5.2. D. Miguel de Almeida pertence à Nobreza.
6.1. Após a Restauração da independência a principal preocupação do novo rei foi tomar medidas para preparar a defesa do reino. Indico duas dessas medidas:
  • Criar um exército permanente;
  • Mandou restaurar castelos e fortalezas.

6.2. A Guerra da Restauração travou-se entre Portugal e Espanha e durou 28 anos de combates. Portugal e Espanha puseram fim a esta luta através da assinatura de um tratado de paz.

7. Crucigrama:
“União Ibérica”

  1. Nome da Batalha em que D. Sebastião desapareceu – Alcácer Quibir:
  2. Tio-avô do D. Sebastião que assumiu a regência do reino, após o seu desaparecimento – Henrique;
  3. Grupo que apoiou D. Filipe II de Espanha – Burguesia;
  4. Rei que teve o cognome de “O Desejado” – D. Sebastião;
  5. Grupo social que apoiou D. António Prior do Crato – Povo
  6. Nome da Dinastia em que Portugal esteve unido a Espanha – Filipina;
  7. Numa das cidades em que se reuniram as cortes que aclamaram D. João IV – Lisboa;
  8. Cidade onde se deu a revolta do “Manuelinho” – Évora;
  9. Local onde se reuniram as Cortes que aclamaram D. Filipe II de Espanha, como rei de Portugal – Tomar;
  10. Local onde se travou a primeira Batalha da Guerra da Restauração – Montijo;
  11. Apelido do secretário da Duquesa de Mântua – Vasconcelos;
  12. Com D. João IV iniciou-se esta Dinastia – Bragança.

Carnaval de Moncarapacho 2019

História do Carnaval O Carnaval começou a ser festejado pelo povo grego em 600 a 520 a.C., como forma de agradecimento aos deuses pel...