28/11/10

Presépio Napolitano do Século XVIII

Presépio Napolitano do Século XVIII na Capela de Santo Cristo em Moncarapacho
O singelo edifício do museu, acoplado à seiscentista capela de Santo Cristo, compõe-se apenas de dois pisos, que se resumem unicamente a duas salas. Na primeira, amontoam-se dezenas de peças arqueológicas, pertencentes à valiosa colecção do Dr. José Fernandes Mascarenhas, a maioria das quais a necessitarem de um estudo urgente e profundo. Neste âmbito julgamos que seria bastante profícua a colaboração do Gabinete de Arqueologia da Universidade do Algarve, cuja acção científica se tem vindo a disseminar por toda a região, desde o litoral à serra. No segundo piso, reúne-se a colecção de arte sacra do padre Isidoro Domingos da Silva, com algumas preciosidades dignas de relevo, misturadas com outras peças menos importantes, num eclectismo verdadeiramente encantador, nada chocante, resplandecente de luz e de cor.
Mas, de entre todo o seu recheio, assume particular interesse um valioso presépio napolitano, datado da segunda metade do século XVIII, composto por 40 figuras policromas, duma graciosidade espantosa e a que não faltam os mais subtis pormenores escultóricos, que só o engenho e a arte dos barristas italianos seria capaz de realizar.
Publicado no «Diário de Notícias», supl. de Natal, 21-12-1984 e acedido em 27 de Novembro de 2010 em  http://algarvehistoriacultura.blogspot.com/2010/06/um-presepio-napolitano-do-seculo-xviii.html.


17/11/10

Visita de Estudo a Vila Real de Santo António

No próximo dia 17 de Novembro realizar-se-á uma visita de Estudo a VRSA e Cacela Velha.
Esta visita realiza-se no âmbito da Disciplina de História e Geografia de Portugal, de acordo com os conteúdos programáticos do 6º ano de escolaridade.


Durante a manhã os alunos terão a oportunidade de visitar a fortaleza e apreciar a paisagem que dali se vislumbra.
Por outro lado Cacela é desde épocas remotas um importante entreposto comercial do Sudoeste Peninsular, pois daqui partiam e chegavam povos de diversos pontos do Mediterrâneo de acordo com as épocas.
De realçar que em Cacela a visita será guiada pelo Dr Miguel Godinho do Centro de Interpretação do Património de Cacela, sediado em Santa Rita - Vila Nova de Cacela.

De seguida partiremos para VRSA onde podemos verificar o melhor exemplar de uma cidade Iluminista em Portugal, totalmente construída de raiz após o terramoto de 1755: A visita à Cidade será orientada pelos docentes que acompanham os alunos, onde estes terão de seguir o guião e investigando e interagindo com os residentes, no sentido de saber mais sobre a cidade.




Por fim  os alunos acompanhados  terão oportunidade de ver o observatório climatérico situado no recinto do Farol. Aqui a visita vai ser orientada pelo Faroleiro.
E para rematar a presente Visita poderemos subir os mais de 300 degraus que nos levam à torre de vigia do Farol de VRSA.

As regras de conduta dos alunos serão observadas e avaliadas no sentido cultural, cívico e intelectual.

Boa Viagem e Boa Aventura!
Texto da autora do Blogue
Fotos do Google imagens em:        
http://www.google.pt/images_cacela;
http://www.google.pt/images_vila_real_de_santo_antonio

15/11/10

XELB 9

Os Arqueólogos procuram incessantemente a sabedoria que os leve a compreender as mudanças no ser humano e nas paisagens que nos rodeiam. A Arqueologia é uma ciência social que estuda as civilizações antigas comparando-a muitas vezes com as que ainda perduram. Peça a peça, caco a caco lá vão juntando as peças como se de um puzzle se tratasse.Esta obra reune as comunicações efectuadas no 6º encontro de Arqueologia do Algarve, promovido pelo Município de Silves.
Estive presente neste encontro em 2009. Em 2010 por razões de ordem profissional não me foi possível estar presente. Estarei certamente lá em Outubro de 2011.

20/10/10

Correcção da 2º Ficha de Avaliação "Da União Ibérica à Restauração"


1.1.  Quando D. Sebastião assumiu o governo do Reino o país estava em crise. A solução encontrada por D. Sebastião para resolver a situação do país foi retomar a política de conquistas no norte de África.
2.2. Assim, em 1578, o exército de D. Sebastião partiu de Lisboa.
2.3. Travou-se uma Batalha em Alcácer Quibir, onde D. Sebastião perdeu a vida.
2.4. O Exército português não ia preparado para combater. Até parecia que ia para uma festa de tão bem vestidos e arranjados que iam os cavaleiros.
3. 1.
Candidatos em Portugal
Apoios
Razões

D. António (prior do Crato)


Povo
  • Títulos 
  • Cargos
  • Mercados
D. Catarina
Alguma nobreza e povo
  • Medo de perder a independência

3.2. Entre estes dois candidatos, D. António prior do Crato foi aclamado Rei de em algumas cidades como Santarém, Setúbal, Lisboa, Coimbra… mas foi derrotado na batalha de Alcântara pelo exército de Filipe II de Espanha.
4.1.
Promessas de Filipe I
Medidas tomadas durante os reinados de D. Filipe II e D. Filipe III
·         Respeitar a língua e moeda nacional mantendo-as;
·         Manter o governo e a exploração do império ultramarino a cargo exclusivamente a cargo de portugueses;
·         Dar terras em Portugal, somente aos portugueses.
·         Lançaram impostos cada vez maiores aos portugueses;
·         As terras ultramarinas não foram defendidas e por isso atacadas pelos inimigos dos espanhóis;
·         O comércio deixou de se fazer com Portugal.

 4.2. O descontentamento crescia entre a Burguesia porque estes viram os locais de comércio serem atacadas por inimigos de Espanha.
4.3 A revolta do “Manuelinho” foi uma revolta que teve lugar em Évora e teve este nome porque havia lá um deficiente mental em nome do qual se escrevia ou propagandeava os ideais de independência de Portugal face ao domínio Filipino.
5.1. O episodia a que o texto faz referência foi a Restauração da Independência: 1 de Dezembro de 1640.
5.2. D. Miguel de Almeida pertence à Nobreza.
6.1. Após a Restauração da independência a principal preocupação do novo rei foi tomar medidas para preparar a defesa do reino. Indico duas dessas medidas:
  • Criar um exército permanente;
  • Mandou restaurar castelos e fortalezas.

6.2. A Guerra da Restauração travou-se entre Portugal e Espanha e durou 28 anos de combates. Portugal e Espanha puseram fim a esta luta através da assinatura de um tratado de paz.

7. Crucigrama:
“União Ibérica”

  1. Nome da Batalha em que D. Sebastião desapareceu – Alcácer Quibir:
  2. Tio-avô do D. Sebastião que assumiu a regência do reino, após o seu desaparecimento – Henrique;
  3. Grupo que apoiou D. Filipe II de Espanha – Burguesia;
  4. Rei que teve o cognome de “O Desejado” – D. Sebastião;
  5. Grupo social que apoiou D. António Prior do Crato – Povo
  6. Nome da Dinastia em que Portugal esteve unido a Espanha – Filipina;
  7. Numa das cidades em que se reuniram as cortes que aclamaram D. João IV – Lisboa;
  8. Cidade onde se deu a revolta do “Manuelinho” – Évora;
  9. Local onde se reuniram as Cortes que aclamaram D. Filipe II de Espanha, como rei de Portugal – Tomar;
  10. Local onde se travou a primeira Batalha da Guerra da Restauração – Montijo;
  11. Apelido do secretário da Duquesa de Mântua – Vasconcelos;
  12. Com D. João IV iniciou-se esta Dinastia – Bragança.

15/10/10

Correcção da 1º Ficha de Avaliação “A 1ª República” - 6º Ano

1. Com a apresentação do Mapa Cor-de-Rosa, Portugal exigia para si os territórios compreendidos entre a Guiné e Ceuta.
    Falso
2. A França apresentou ao rei D. Carlos um ultimato exigindo a retirada do Mapa Cor-de-Rosa.
    Falso
3. Os republicanos achavam que à frente do país não devia estar um rei mas sim um presidente eleito.
    Verdadeiro
4. Em 31 de Janeiro de 1891, deu-se, na cidade do Porto, a primeira revolta armada contra a República.
    Falso
5. O Regicídio aconteceu no dia 1 de Fevereiro de 1908 e nele foram mortos o rei D. Carlos e o príncipe herdeiro, D. Luís Filipe.
    Verdadeiro
6. O último rei de Portugal foi D. Manuel II.
    Verdadeiro
7. A República foi proclamada no dia 5 de Outubro de 1910.
    Verdadeiro
8. Um dos símbolos da República é a bandeira azul e branca.
    Falso
9. A primeira Constituição republicana ficou conhecida pelo nome de Constituição de 1911.
    Verdadeiro
10. Na Constituição de 1911, o orgão de soberania mais importante era o Presidente da República.
    Falso
1. Com a apresentação do Mapa Cor-de-Rosa, Portugal exigia para si os territórios compreendidos entre a Guiné e Ceuta.
    Falso
2. A França apresentou ao rei D. Carlos um ultimato exigindo a retirada do Mapa Cor-de-Rosa.
    Falso
3. Os republicanos achavam que à frente do país não devia estar um rei mas sim um presidente eleito.
    Verdadeiro
4. Em 31 de Janeiro de 1891, deu-se, na cidade do Porto, a primeira revolta armada contra a República.
    Falso
5. O Regicídio aconteceu no dia 1 de Fevereiro de 1908 e nele foram mortos o rei D. Carlos e o príncipe herdeiro, D. Luís Filipe.
    Verdadeiro
6. O último rei de Portugal foi D. Manuel II.
    Verdadeiro
7. A República foi proclamada no dia 5 de Outubro de 1910.
    Verdadeiro
8. Um dos símbolos da República é a bandeira azul e branca.
    Falso
9. A primeira Constituição republicana ficou conhecida pelo nome de Constituição de 1911.
    Verdadeiro
10. Na Constituição de 1911, o órgão de soberania mais importante era o Presidente da República.
    Falso

Carnaval de Moncarapacho 2019

História do Carnaval O Carnaval começou a ser festejado pelo povo grego em 600 a 520 a.C., como forma de agradecimento aos deuses pel...