Os Arqueólogos procuram incessantemente a sabedoria que os leve a compreender as mudanças no ser humano e nas paisagens que nos rodeiam. A Arqueologia é uma ciência social que estuda as civilizações antigas comparando-a muitas vezes com as que ainda perduram. Peça a peça, caco a caco lá vão juntando as peças como se de um puzzle se tratasse.Esta obra reune as comunicações efectuadas no 6º encontro de Arqueologia do Algarve, promovido pelo Município de Silves.
Estive presente neste encontro em 2009. Em 2010 por razões de ordem profissional não me foi possível estar presente. Estarei certamente lá em Outubro de 2011.
1.1.Quando D. Sebastião assumiu o governo do Reino o país estava em crise. A solução encontrada por D. Sebastião para resolver a situação do país foi retomar a política de conquistas no norte de África.
2.2. Assim, em 1578, o exército de D. Sebastião partiu de Lisboa.
2.3. Travou-se uma Batalha em Alcácer Quibir, onde D. Sebastião perdeu a vida.
2.4. O Exército português não ia preparado para combater. Até parecia que ia para uma festa de tão bem vestidos e arranjados que iam os cavaleiros.
3. 1.
Candidatos em Portugal
Apoios
Razões
D. António (prior do Crato)
Povo
Títulos
Cargos
Mercados
D. Catarina
Alguma nobreza e povo
Medo de perder a independência
3.2. Entre estes dois candidatos, D. António prior do Crato foi aclamado Rei de em algumas cidades como Santarém, Setúbal, Lisboa, Coimbra… mas foi derrotado na batalha de Alcântara pelo exército de Filipe II de Espanha.
4.1.
Promessas de Filipe I
Medidas tomadas durante os reinados de D. Filipe II e D. Filipe III
·Respeitar a língua e moeda nacional mantendo-as;
·Manter o governo e a exploração do império ultramarino a cargo exclusivamente a cargo de portugueses;
·Dar terras em Portugal, somente aos portugueses.
·Lançaram impostos cada vez maiores aos portugueses;
·As terras ultramarinas não foram defendidas e por isso atacadas pelos inimigos dos espanhóis;
·O comércio deixou de se fazer com Portugal.
4.2. O descontentamento crescia entre a Burguesia porque estes viram os locais de comércio serem atacadas por inimigos de Espanha.
4.3 A revolta do “Manuelinho” foi uma revolta que teve lugar em Évora e teve este nome porque havia lá um deficiente mental em nome do qual se escrevia ou propagandeava os ideais de independência de Portugal face ao domínio Filipino.
5.1. O episodia a que o texto faz referência foi a Restauração da Independência: 1 de Dezembro de 1640.
5.2. D. Miguel de Almeida pertence à Nobreza.
6.1. Após a Restauração da independência a principal preocupação do novo rei foi tomar medidas para preparar a defesa do reino. Indico duas dessas medidas:
Criar um exército permanente;
Mandou restaurar castelos e fortalezas.
6.2. A Guerra da Restauração travou-se entre Portugal e Espanha e durou 28 anos de combates. Portugal e Espanha puseram fim a esta luta através da assinatura de um tratado de paz.
7. Crucigrama:
“União Ibérica”
Nome da Batalha em que D. Sebastião desapareceu – Alcácer Quibir:
Tio-avô do D. Sebastião que assumiu a regência do reino, após o seu desaparecimento – Henrique;
Grupo que apoiou D. Filipe II de Espanha – Burguesia;
Rei que teve o cognome de “O Desejado” – D. Sebastião;
Grupo social que apoiou D. António Prior do Crato – Povo
Nome da Dinastia em que Portugal esteve unido a Espanha – Filipina;
Numa das cidades em que se reuniram as cortes que aclamaram D. João IV – Lisboa;
Cidade onde se deu a revolta do “Manuelinho” – Évora;
Local onde se reuniram as Cortes que aclamaram D. Filipe II de Espanha, como rei de Portugal – Tomar;
Local onde se travou a primeira Batalha da Guerra da Restauração – Montijo;
Apelido do secretário da Duquesa de Mântua – Vasconcelos;
Com D. João IV iniciou-se esta Dinastia – Bragança.
Sete histórias sobre a efeméride que se assinala na próxima terça-feira, 5 de Outubro: os cem anos da implantação da República. Com originalidade, Margarida Fonseca Santos dá voz aos protagonistas do momento histórico de 1910. Em narrativas contadas na primeira pessoa, os jovens leitores vão ficar a conhecer o Mapa Cor-de-Rosa (que pretendia “unir Angola a Moçambique, fazendo nossas as terras que iam de uma à outra”), a Bala (“vi-me em frente ao cano, apontado ao corpo daquele homem que, tendo pensado que a revolução fora um fracasso, decidira que a sua vida já não tinha significado”), a Bandeira Branca, a Coroa Real, o Navio de Guerra, o Iate Real Dona Amélia, a Varanda (“tenho um enorme orgulho em ser a varanda mais importante da Câmara Municipal de Lisboa!”). As ilustrações e design de Inês do Carmo estão igualmente de parabéns, embora a capa possa afastar alguns leitores mais crescidos. Os que não gostam de bandeiras.