Mostrar mensagens com a etiqueta Viagens. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Viagens. Mostrar todas as mensagens

29/04/11

Beja

 Fotos de Cidália Teixeira, em 29 de Abril de 2011

Foto retirada do: http://www.google.pt/, em 29 de Abril de 2011

A cidade de Beja foi fundada, cerca de 400 a.C., pelos Celtas ou mais provavelmente pelos Cónios, que a terão denominado Conistorgis, e que os Cartagineses lá se estabeleceram durante algum tempo. As primeiras referências a esta cidade aparecem no século II a.C., em relatos de Políbio e de Ptolomeu.
Com o nome alterado para Pax Julia, foi sede de um conventus (circunscrição jurídica) pouco depois da sua fundação, teve direito itálico e esta cidade albergou uma das quatro chancelarias da Lusitânia, criadas no tempo de Augusto. A sua importância é atestada pelo facto de por lá passar uma das vias romanas.
Os Alanos, Suevos e os Visigodos dominaram esta cidade depois da queda do Império Romano, tornando-a sede de bispado.
No século V, depois de um breve período no qual haverá sido a sede da Tribo dos Alanos, os Suevos apoderaram-se da cidade, sucedendo-lhes os Visigodos. Nesta altura passa a cidade a denominar-se Paca.
Do século VIII ao ano de 1162, esteve sobre a posse dos Árabes, designadamente no domínio dos Abádidas do Reino Taifa de Sevilha,que lhe alteraram o nome para Beja,(existe outra cidade com este nome na Tunísia).Aqui nasceu o Príncipe Al-Mutamid,o célebre Rei-poeta,dedicou muitas das suas obras ao Amor a donzelas,e também a mancebos homens. No referido ano os cristãos reconquistado definitivamente a cidade. Recebeu o foral em 1524 e foi elevada a cidade em 1517.
Beja foi o berço da notável família de pedagogos e humanistas do Renascimento que incluiu Diogo de Gouveia (1471 - 1557), professor de Francisco Xavier e conselheiro do rei D. João III de Portugal, a quem recomendou a vinda dos jesuítas; André de Gouveia (1497 - 1548), humanista, reitor da Universidade de Paris e fundador do Real Colégio das Artes e Humanidades em Coimbra; e o humanista António de Gouveia.
Criado pelo Rei D. Afonso V de Portugal em 1453, o título de Duque de Beja foi atribuído ao segundo filho varão, até à instituição da Casa do Infantado, em 1654, pelo Rei D. João IV, tendo-o como base.

Ver mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Beja

20/12/10

Jardim Buddha Éden













Visita organizada à Quinta dos Lóridos no Bombarral no passado dia 12 de Dezembro de 2010, levada a efeito por um grupo de pessoas da Luz de Tavira.
Este jardim deveras deslumbrante, não só com a quantidade de estátuas por ele espalhadas, mas também pela sua grandiosidade,(Cidália).
Jardim Buddha Éden
O jardim da paz
A Quinta dos Loridos é um bonito Solar, situado na freguesia do Carvalhal, concelho do Bombarral.
Outrora, estas terras foram pertença do Mosteiro de Alcobaça, que as doou a João Annes Lourido, em 1430. No século XVI a família Sanches de Baena reconstruiu este Solar que é hoje um belo exemplo da nobre arquitectura rural do século XVIII, ostentando o orgulhoso brasão da família Sanches de Baena.
A Quinta dos Loridos é hoje uma unidade hoteleira de luxo e também uma afamada produtora de vinhos, nomeadamente de espumantes. 
O Jardim da Paz encontra-se situado nos terrenos luxuriosos da Quinta dos Loridos, , apenas a alguns quilometros a sul de Óbidos. O jardim ocupa cerca de 35 hectares dos 100 hectares da propriedade. Com cerca de 6000 toneladas de mármore e granito, budhas, lanternas, estátuas de terracotta, e várias esculturas que foram colocadas cuidadosamente entre a vegetação.
Este espaço verde com o seu lago central é um local de paz e tranquilidade, onde convidamos a descobrir os vários caminhos, ou apenas relaxar na relva circundante ao lago. A escadaria central é o ponto focal do jardim, onde os nossos budhas dourados, lhe dão calmamente as boas vindas. Com 700 soldados de terracotta espalhados no jardim, alguns estão enterrados da mesma forma, como foram colocados na china há 2200 anos. São pintados à mão e cada um deles é único. No lago podemos observar os peixes Koi, e os dragões esculpidos a erguerem-se da água.
O Jardim da Paz é um espaço com cerca de 35 hectares, idealizado e concebido pelo Comendador José Berardo, em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi, um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras primas, do período tardio da Arte de Gandhara. Em 2001, profundamente chocado com a atitude do Governo Talibã, que destruiu, intencionalmente, monumentos únicos do Património da Humanidade, o Comendador Berardo deu início, a mais um, dos seus sonhos, a construção deste extenso jardim oriental. Prestando, de certo modo, homenagem aos colossais Budas esculpidos na rocha do vale de Bamyan, no centro do Afeganistão, e que durante séculos foram referências culturais e espirituais.
 Pretende-se, que o Jardim da Paz seja um lugar reconciliação. Sem nenhuma tendência religiosa, abrimos as portas, a todas as pessoas, independentemente, da religião, etnia, nacionalidade, sexo, idade, condição cultural ou social, convidando à união, comunicação e meditação, como forma de redescobrir a felicidade. Ambicionamos, assim, percorrer o caminho contrário à destruição do ser humano e disseminar a cultura da paz.
Esta é uma instituição cultural sem fins lucrativos e ao serviço da comunidade nacional e internacional, que tem como missão sensibilizar o visitante para o conhecimento interior, através do seu jardim em diálogo com um vasto património escultórico, vocacionado para a meditação e promoção da interacção social e cultural, conforme os princípios da solidariedade e da dignidade humana. Sendo o Jardim da Paz um espaço de livre acesso, solicitamos uma doação, dentro das suas possibilidades, para nos ajudar a manter este sítio de tranquilidade e para, que possamos continuar a facultar entradas gratuitas a todos aqueles, que nos procuram aspirando a paz, força e luz.
Localização: Bombarral

Informação recolhida em: http://www.slideshare.net/1950/quinta-dos-loridos

21/08/10

Roma

A fonte situava-se no cruzamento de três estradas (tre vie), marcando o ponto final do Acqua Vergine, um dos mais antigos aquedutos que abasteciam a cidade de Roma. No ano 19 a.C., supostamente ajudados por uma virgem, técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 quilómetros da cidade (cena representada em escultura na própria fonte, actualmente). A água desta fonte foi levada pelo menor aqueduto de Roma, directamente para os banheiros de Marcus Vipsanius Agrippa e serviu a cidade por mais de 400 anos.

O "golpe de misericórdia" desferido pelos invasores godos em Roma foi dado com a destruição dos aquedutos, durante as Guerras Góticas. Os romanos durante a Idade Média tinham de abastecer-se da água de poços poluídos, e da pouco límpida água do rio Tibre, que também recebia os esgotos da cidade.

O antigo costume romano de erguer uma bela fonte ao final de um aqueduto que conduzia a água para a cidade foi reavivado no século XV, com a Renascença. Em 1453, o Papa Nicolau V, determinou que fosse consertado o aqueduto de Acqua Vergine, construindo ao seu final um simples receptáculo para receber a água, num projecto feito pelo arquitecto humanista Leon Battista Alberti.

Mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fontana_di_Trevi

20/06/09

Visita de Estudo a Évora

Na Visita de Estudo a Évora no passado dia 17 de Junho concretizaram-se os seguintes objectivos:

•Proporcionar informação e ideias fundamentais para ser bem sucedido na sociedade actual, baseada na informação e no conhecimento;
•Desenvolver o sentido de pertença e responsabilidade do espaço onde vive, envolvendo-se directamente na melhoria do seu próprio ambiente;
•Saber resolver problemas e competências no domínio das tecnologias de informação e comunicação;
•Observar paisagens rurais (de povoamento disperso e povoamento aglomerado) e urbanas de diversas épocas e identificar os principais elementos naturais e humanos, bem como a sua inter-relação;
•Utilizar conhecimentos básicos sobre a realidade portuguesa, do presente e do passado, aplicando as noções de evolução e de multicausalidade;
•Situar-se no país e no mundo em que vive aplicando noções operatórias de espaço e tempo;
•Explicar e valorizar elementos do património histórico português.

Plano da Visita e locais a visitar:
• 7. 00 h - Partida de Moncarapacho;
• 10.30 h – Hora prevista da chegada a Évora;
• 10.30 h – Lanche da Manhã;
• 11.00 h – Visita à Catedral
• 12.00 h - Templo de Diana;
• 12.30 h – Passeio pela Praça do Geraldo;
• 13.00 h – Almoço (levado pelos alunos);
• 14.00 h – Igreja de S. Francisco;
• 14.30 h - Capela dos Ossos;
• 14.45 h – Centro de Artes Tradicionais;
• 15.30 h - Museu das Carruagens;
• 16.00 h – Museu do Brinquedo;
• 16.30 h – Lanche da tarde;
• 16.30 h – Partida para Moncarapacho
• 20.00 h – Hora prevista de chegada a Moncarapacho

Évora – Património da Humanidade
O nome Lusitano da cidade de Évora era Eburobrittium, provavelmente relacionado com a divindade celta Eburianus. A raiz etimológica viria do Celta *eburos, a árvore do Teixo. A cidade teve o nome de Ebora Cerealis durante a República Romana, tomando o nome de Liberalitas Julia no tempo do general Júlio César, sendo então já uma cidade importante, como o demonstram as ruínas de um templo clássico e os vestígios de muralhas romanas.
Conquistada aos Mouros em 1165 por Geraldo Sem Pavor, data em que se restaurou a sua diocese. Foi residência régia durante largos períodos, essencialmente nos reindados de D.João II, D.Manuel I e D.João III. O seu prestígio foi particularmente notável no século XVI, quando foi elevada a metrópole eclesiástica e foi fundada a Universidade de Évora (afecta à Companhia de Jesus), pelo Cardeal Infante D.Henrique, primeiro Arcebispo da cidade. Um rude golpe para Évora foi a extinção da prestigiada instituição universitária, em 1759 (que só seria restaurada cerca de dois séculos depois), na sequência da expulsão dos Jesuítas do país, por ordem do Marquês de Pombal. Évora é testemunho de diversos estilos e corentes estéticas, sendo ao longo do tempo dotada de obras de arte a ponto de ser classificada pela UNESCO, em 1986, como Património Comum da Humanidade.

A Sé Catedral de Évora
A Basílica Sé Catedral de Nossa Senhora da Assunção, mais conhecida por Catedral de Évora, ou simplesmente Sé de Évora, apesar de iniciada em 1186 e consagrada em 1204, esta catedral de granito só ficou pronta em 1250. É um monumento marcado pela transição do estilo românico para o gótico, marcado por três majestosas naves. Nos séculos XV e XVI, a catedral recebeu grandes melhoramentos, datando dessa época o coro-alto, o púlpito, o baptistério e o arco da capela de Nossa Senhora da Piedade, também conhecida por Capela do Esporão, exemplar raro de arquitetura híbrida palteresca, datado de 1529.

Igreja de São Francisco
A Igreja de São Francisco em Évora é uma igreja de arquitetura gótico-manuelina. Construída entre 1480 e 1510 pelos mestres de pedraria Martim Lourenço e Pêro de Trilho e decorada pelos pintores régios Francisco Henriques, Jorge Afonso e Garcia Fernandes, está intimamente ligada aos acontecimentos históricos que marcaram o período de expansão marítima de Portugal.
Segundo a tradição, nesta igreja foi sepultado Gil Vicente, em 1536. A primitiva igreja monástica tinha três naves, com capelas comunicantes entre si. Nestre primitivo edifício se realizaram várias cerimónias importantes, tais como o casamento de D.Pedro I com D.Constança Manuel.

Museu do Brinquedo
O museu encontra-se encerrado nos seguintes feriados: 1 de Janeiro, Domingos de Páscoa, 1 de Maio, 1 de Novembro, 24, 25 e 31 de Dezembro. Em funcionamento desde Fevereiro de 2002, o Museu do Brinquedo é constituído por vários espaços que apresentam uma colectânea de brinquedos de Portugal e do Mundo, do passado ao presente. O espólio do museu pretende ilustrar a importância dos brinquedos para o crescimento da criança e para a compreensão da noção de infância nas diferentes culturas e países.

Museu de Carruagens
Criado em 1994, o Museu de Carruagens procurou corresponder à necessidade então evidente de preservar este tipo de património cultural. Para além da colecção de carruagens, cuja existência é o resultado da cooperação entre o ICVV e os vários proprietários que revelaram interesse em participar neste projecto, o museu dá também a conhecer a obra de artistas plásticos e o património do Alentejo.

A Capela dos Ossos
O nome Lusitano da cidade de Évora era Eburobrittium, provavelmente relacionado com a divindade celta Eburianus. A raiz etimológica viria do Celta *eburos, a árvore do Teixo. A cidade teve o nome de Ebora Cerealis durante a República Romana, tomando o nome de Liberalitas Julia no tempo do general Júlio César, sendo então já uma cidade importante, como o demonstram as ruínas de um templo clássico e os vestígios de muralhas romanas.

Centro de Artes Tradicionais de Évora
O edifício do antigo Museu do Artesanato, agora Centro de Artes Tradicionais, exibe mostras sobre diversas manifestações artísticas artesãs e reúne as artes tradicionais do distrito.
Antigo Museu do Artesanato, e originalmente Celeiro Comum, o Centro de Artes Tradicionais pretende divulgar e promover as artes tradicionais.

Templo Romano de Évora
O Templo Romano de Évora também chamado de Templo de Diana, é um templo de estilo coríntio, construído no início do século I, d.C.
É o que resta do fórum da cidade de Évora e era dedicado ao culto imperial, contrariamente ao que nos chega pela tradição popular, que o identificou como sendo dedicado à Diana, deusa romana da caça.
O templo, construído em mármore e granito, é rodeado por colunas coríntias colocadas sobre um pódio que se encontra quase completo.

Aqueduto da Prata
Inaugurado a 28 de Março de 1537, o Aqueduto da Prata de Évora é uma das mais marcantes obras efectuadas na cidade na primeira metade do século XVI. Foi construído em escassos seis anos, sob direcção do arquitecto régio Francisco de Arruda.

Praça do Geraldo
Esta Praça possui típicas fachadas neo-clássicas e românticas, aliando de forma sui generis a cantaria, o estuque e o ferro forjado, num espaço ainda hoje fulcral da cidade (e que foi cenário de justas e torneios, de Autos de Fé, da Revolta do manuelino em 1637, entre outros), local de equilíbrio de poderes – de um lado, a Igreja de Santo Antão, cuja construção implicou a demolição do Arco Triunfal; do outro, os Paços do Concelho, no espaço onde hoje encontramos o Banco de Portugal.

Esta Visita de Estudo foi organizada pelo Departamento de Ciências Sociais e Humanas e Biblioteca Escolar, no âmbito da Área Curricular Não Disciplinar de Área de Projecto, Estudo Acompanhado e Formação Cívica e das Disciplinas de História e Geografia de Portugal e Matemática.

05/02/09

Visita de Estudo 6º A


- Visita de Estudo ao “Museu Municipal e Centro Histórico de Faro”
Faro situa-se no sul de Portugal, e para além de Concelho, é capital de Distrito.
Capital do Algarve, é uma cidade milenar a re(descobrir). De origem pré-romana, era conhecida como Ossónoba, um dos mais importantes centros urbanos da região Sul de Portugal. Hoje é uma cidade referência que tem muito para oferecer. Com uma excelente localização geográfica e clima ameno, Faro convida a agradáveis passeios e visitas capazes de surpreender.
O seu Centro Histórico é obrigatoriamente um dos principais pontos de paragem. Envolvido pelas muralhas, o mais antigo núcleo urbano, conhecido por Vila-Adentro ou Cidade Velha, apresenta-nos alguns dos mais importantes e antigos monumentos da cidade, marcos da história de povos e costumes. “Este centro histórico repele sugestões românicas, manuelinas, até seiscentistas(…) Uma terra em que o tempo nos envolve mas não pesa sobre nós” (José Hermano Saraiva). O Arco da Vila constitui a principal “porta” da Vila-Adentro. Exemplar do neoclassicismo no Algarve, é considerado o ex-libris de Faro. Este portal monumental, inaugurado em 1812, possui no interior um portal em ferradura das muralhas mouras, único no Algarve. Atravessar o Arco da Vila é o “passaporte” para entrar numa “outra cidade”. Nela estão os Paços do Concelho e a Sé Catedral, que oferece uma grande variedade de estilos: gótico, renascentista e barroco, e cujo interior é marcado por um magnífico conjunto de retábulos e um órgão barroco. Também no Largo da Sé se impõe o Paço Episcopal, um dos principais edifícios do Algarve do período “Arquitectura Chã”. No Largo Afonso III, ainda no interior das muralhas, ergue-se o Museu Municipal de Faro, antigo Convento da Nossa Senhora da Assunção.

18/10/08

Visita guiada a Vila Real de Santo António



A Visita ocorreu no passado Sábado, dia 18 de Outubro e foi organizada pelo CIIP de Cacela e orientada pelo professor Hugo Cavaco. Segundo este historiador, Portugal teve ao longo da sua história, problemas políticos com a vizinha Espanha, e por isso sempre houve um especial cuidado com as regiões raianas. A foz do rio Guadiana divide o extremo sudeste português do extremo sudoeste espanhol, e durante muitos anos a única cidade portuguesa que protegia o território nacional nessa zona era Castro Marim. Nessa medida, e porque esse período foi uma era de grandes mudanças no país, foi assinada a 30 de Dezembro de 1773 uma Carta Régia que dava conta da criação de uma cidade no extremo algarvio – nascia assim Vila Real de Santo António.

17/02/08

Visita de Estudo a Silves

No passado dia 30 de Janeiro, realizou-se uma visita de estudo a Silves. Participaram nesta visita as turmas, A e B do 5º Ano de Escolaridade.
Partimos de Moncarapacho por volta das 9.00horas.
Chegámos às 10 horas a Alcalar, onde vimos um monumento pré-histórico. Trata-se de um grande habitat do período Calcolítico, em que todos nós entrámos para verificar os nichos de perto.

De seguida fomos para Silves, onde visitamos o Museu Arqueológico e o Castelo.
Ÿ No Museu vimos um Poço Cisterna que na época Muçulmana teria abastecido a população de Silves.

Ÿ No Castelo durante as escavações em que se encontra, foram encontradas encontrados diversos vestígios Árabes, nomeadamente um Palácio almóada. O castelo tem uma Cisterna – Cisterna da Moura.
Depois do almoço dirigimo-nos a um Museu privado, “Quinta dos Avós”. Trata-se da casa do Sr. Gonçalves, o qual colecciona produtos e objectos relacionados com o quotidiano da vida rural no Algarve, em meados do século XX.
A avaliação desta Visita de Estudo foi considerada Excelente tendo sido aferida através da aplicação de um inquérito aos alunos.

Carnaval de Moncarapacho 2019

História do Carnaval O Carnaval começou a ser festejado pelo povo grego em 600 a 520 a.C., como forma de agradecimento aos deuses pel...