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23/01/16

Platibandas Algarvias: Sto Estevão - Tavira


                      Foto de Cidália Teixeira

O termo arquitectónico Platibanda designa uma faixa horizontal (muro ou grade) que emoldura a parte superior de um edifício e que tem a função de esconder o telhado. Podendo ser utilizado em diversos tipos de construção, como casas e igrejas, tornou-se num ornamento característico durante o estilo gótico.
Modernamente, é comum o uso de platibandas em casas que foram residenciais e passaram a abrigar algum tipo de comércio (1). Esta platibanda da imagem é um exemplo do que foi referido. Esta casa em Santo Estevâo albergava uma mercearia tradicional e, não longe vão os tempos em que a Sra Carminha aqui vendia de tudo o que se consumia num lar.

(1)In:http://pt.wikipedia.org/wiki/Platibanda

19/10/14

Passeios na História de Tavira

“Passeios na história de Tavira” realizou-se, hoje dia 18 de outubro, o passeio “O Arraial Ferreira Neto”, sob a orientação do historiador Marco Lopes.
 



Esta atividade teve como finalidade dar a conhecer o passado da cidade, a paisagem urbana, os monumentos e as personagens históricas, bem como sensibilizar para a necessidade de proteger e valorizar a herança patrimonial.
 





 
A pesca do atum, em Tavira, tem presença antiga e as almadravas que lançavam ferro nestas bandas eram sinónimo de negócio lucrativo para empresários e para o cofre régio.

Entre maio e setembro, de cada ano, vários pescadores e as suas respetivas famílias esperavam pela chegada do atum. Nesses meses instalavam-se nos arraiais e faziam vida em comunidade. Assim aconteceu com a Armação do Medo das Cascas e com o Arraial Ferreira Neto. Depois da destruição das habitações e dos armazéns que ficavam na ilha, culpa de vendavais e marés inclementes, a Companhia das Pescarias do Algarve decide construir um moderno e imponente bairro piscatório, em abril de 1945. Nada falta: casas, cantina, balneários, armazéns, lavadouros, escola e igreja. Tudo na linha da arquitetura modernista e na ótica do discurso corporativista.

Ver mais em: http://www.cm-tavira.pt/site/content/noticia-newsletter/pela-hist%C3%B3ria-do-arraial-ferreira-neto
 
 
 
 

 

15/12/13

Palácio da Galeria


 
O Palácio da Galeria, situado em Tavira, na encosta voltada à zona ribeirinha, foi classificado, pela Secretaria de Estado da Cultura, como monumento de interesse público.
 Trata-se do “maior e mais emblemático edifício civil de Tavira”, de origem quinhentista (se não mais recuada) e que conserva na sua estrutura diversos elementos arquitetónicos góticos, renascentistas e barrocos de grande interesse patrimonial.
 A fachada principal, voltada para o núcleo antigo da cidade, resulta da profunda campanha de obras do século XVIII, destacando-se o portal térreo e as janelas do piso nobre, com cantarias barrocas.
O pátio, com galeria de arcadas renascentista, é considerado um dos mais interessantes do género no país. No interior, os forros de madeira dos caraterísticos telhados de tesoura suportam a pintura decorativa.
A classificação do Palácio da Galeria reflete os critérios constantes do artigo 17.º da lei n.º 107/2001, de 8 de setembro, relativos ao caráter matricial do bem, ao seu valor estético, técnico e material intrínseco, à sua conceção arquitetónica, urbanística e paisagística e à sua extensão e ao que nela se reflete do ponto de vista da memória coletiva.
 Atualmente, este edifício funciona como museu municipal e disponibiliza uma oferta cultural a todos os munícipes e visitantes.
 No Palácio da Galeria, encontram-se patentes as exposições «Memória e Futuro – Património, Coleções e a Construção de um Museu para Tavira» e «Dieta Mediterrânica – Património Cultural Milenar».
O Palácio da Galeria – Museu Municipal de Tavira encontra-se aberto de terça-feira a sábado, entre as 10:00h e as 12:30h e das 14:00h às 17:30h.

In: http://www.diarionline.pt/noticia.php?refnoticia

02/10/11

Tavira. Veneza Algarvia


Tavira
Rio Gilão
Tavira
Rio Gilão
Tavira em dia de Marés Vivas
Rio Séqua
Rio Séqua
 Jardim Municipal

Tavira do "Outro lado"
Coreto do Jardim
Rio Gilão

19/10/08

Tavira

Segundo estudos recentes, sabes-se que Tavira remonta a dois milénios antes de Cristo a qual se formou e deu origem ao que hoje conhecemos como Tavira, uma cidade que albergou importantes estabelecimentos e que se converteu rapidamente numa das zonas mais populosas e próspera do Algarve.

Depois de séculos de ocupação árabe, Tavira foi recuperada pelos cristãos, em concreto por Afonso II, em 1242. Três décadas mais tarde, o sucessor, Afonso III concede o título de Vila a Cidade de Tavira, um título que em 1520 passou a ser cidade.

O Rio Gilão forma uma parte importante da história desta cidade e divide a cidade em duas partes.

08/03/08

O Castelo de Tavira

Quando se deu a Reconquista Cristã da península, as forças portuguesas atingiram o leste algarvio a partir de 1238 .
Tavira foi conquistada em 11 de Junho de 1239, pelas forças de D. Paio Peres Correia, Mestre da Ordem de Santiago.
À época da crise de 1373-1375, o O Mestre de Avis doou o Reguengo de Tavira a Fernão Alves Pereira, irmão do Condestável Nuno Álvares Pereira. Posteriormente, após a conquista de Ceuta, iniciado o processo dos Descobrimentos Portugueses, a povoação veria a sua importância estratégica e económica aumentar. O seu castelo, entretanto, apresentava risco de derrocada, conforme a queixa de suas gentes perante as Cortes de 1475.

17/02/08

Exposição "Balsa, cidade perdida"

Ÿ Organização: Câmara Municipal de Tavira / Associação Campo Arqueológico deTavira
Ÿ Local: Edifício André Pilarte (Tavira)
Ÿ Data: Patente de 7 de Fevereiro a 8 de Março de 2008
No âmbito do programa "Ciência na Cidade de Tavira", está patente até dia 8 de Março, no edifício André Pilarte, a exposição "Balsa, cidade Perdida", dedicada à capital do Algarve Oriental na época romana e uma das mais extensas cidades da província da Lusitânia.
A exposição aborda tópicos específicos sobre Balsa, a sua região e o seu tempo, representando um contributo das ciências histórico-geográficas para a revelação de aspectos fundamentais do passado da região de Tavira. A exposição compreende um programa educativo com visitas guiadas e uma conferência e a entrada é livre.

Conferência "Balsa, cidade perdida" por Luís Fraga da Silva
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos (Tavira)
19 de Fevereiro, 21h30m

Carnaval de Moncarapacho 2019

História do Carnaval O Carnaval começou a ser festejado pelo povo grego em 600 a 520 a.C., como forma de agradecimento aos deuses pel...