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19/07/15

Olhão - Cidade Cubista

Olhão é uma cidade portuguesa no Distrito de Faro, região e sub-região do Algarve, com cerca de 28 000 habitantes.[1] O seu nome oficial (raramente usado, mesmo em documentos oficiais) é Olhão da Restauração.
É sede de um município com 130,86 km² de área[2] e 45 396 habitantes (2011),[3] [4] subdividido em 4 freguesias.[5] O município, que inclui uma parte continental e a Ilha da Armona, na ria Formosa, é limitado a norte pelo município de São Brás de Alportel, a norte e leste por Tavira, a oeste por Faro e a sudeste tem litoral no oceano Atlântico.
O município de Olhão foi criado em 1808.

Diz-se que Olhão, terá derivado da palavra árabe, «AL-HAIN», que significa fonte nascente, e que sofrendo as modificações fonéticas e fonológicas, naturalmente terão levado ao aparecimento do termo «ALHAM», depois «OLHAM» e finalmente OLHÃO. Na versão popular e segundo velhos testemunhos, Olhão é o aumentativo do substantivo comum "olho", com origem num grande "Olho de Água" (fonte, nascente ou poço de grande caudal), já que na zona existiam abundantes olhos de água, o que originou a construção das primeiras "palhotas", feitas em cana e colmo.

Ver mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Olhão

14/06/11

16 de Junho. Dia da Cidade de Olhão

 
História

Remonta ao século XVII a criação da freguesia de Olhão, consequentemente é construída a Igreja de Nossa Senhora do Rosário (Igreja Matriz) que é aberta ao público em 1715.
Em 1808 envolvidos no espírito da revolução francesa os olhanenses destacam-se pelo seu acto heróico ao expulsar os franceses do “Lugar de Olhão. Como recompensa, D. João VI eleva-o à categoria de vila, com o título de Vila de Olhão da Restauração”.
No decorrer do século XIX, o concelho está definitivamente constituído pelas 5 freguesias que actualmente detém.
Vila a partir de então, vai caminhar e entregar-se à grande obra que num século transformará uma pequena vila num grande centro económico, social e urbano que se materializará na elevação à categoria de Cidade de Olhão da Restauração em 1985.


Ver mais em:  http://www.cm-olhao.pt/portal_autarquico/olhao/v_pt-PT/menu_turista/concelho/historia.htm

19/05/11

Olhão

O concelho de Olhão situa-se no Sotavento e Algarve Central, ocupando uma área total aproximada de 130 km2.
Confronta-se a nascente e a norte com o concelho de Tavira, a poente com o concelho de Faro e a sul com o Oceano Atlântico.
Toda a zona litoral do concelho de Olhão integra-se no Parque Natural da Ria Formosa, uma das zonas húmidas mais importantes a nível europeu.
O concelho de Olhão é constituído por 5 freguesias: Olhão, Fuseta, Moncarapacho, Pechão e Quelfes. Todas se estendem até ao litoral.
O concelho de Olhão está entre os cinco mais populosos da região do Algarve, residindo no concelho cerca de 10% dos habitantes do Algarve.
De acordo com o Censos de 2001, o concelho de Olhão tem 40.808 habitantes, o que significa que a população de Olhão cresceu 10,86%, entre 1991 e 2001.
Em termos de faixa etária, Olhão é um concelho relativamente jovem. Cerca de metade da população está concentrada na fixa etária 25-64 anos, ou seja, em idade activa.



Uma das características potenciadoras do desenvolvimento do concelho é a grande dinâmica verificada no parque habitacional, com relevância para novas construções. Este facto tem contribuído para o referido crescimento demográfico.
Actualmente, o concelho possui excelentes acessibilidades, sendo de realçar os dois nós de ligação ao Itinerário Principal (IP1), conhecido por Via do Infante.
A pesca e a indústria conserveira continuam a ser elementos fulcrais para a economia do município embora a construção civil, o comércio por grosso e a retalho e as actividades imobiliárias constituam actividades em plena expansão.
A aposta na actividade turística abre um novo horizonte para o concelho de Olhão. O recente Porto de Recreio, a requalificação da zona ribeirinha e a construção de unidades hoteleiras de luxo são passos já concretizados da longa caminhada de progresso e dinamismo que se vive no concelho de Olhão.
Ver mais em:  http://www.cm-olhao.pt

03/04/11

Moinho de Maré em Olhão

Moinhos são estruturas hidráulicas que servem para moer grãos de trigo ou outros. Os moinhos foram utilizados durante milhares de anos, mas muito utilizados e desenvolvidos pelos árabes.
Os moinhos de maré ao contrário dos moinhos de vento e das azenhas, estavam menos sujeitos ás irregularidades do tempo e das intempéries.
As marés são regulares, apenas apresentam variações de amplitude, enquanto que os ventos são irregulares e nem sempre têm a mesma direcção, e os cursos de água são descontínuos e irregulares. Os moinhos de maré funcionavam em média 6 a 8 horas diárias e podiam multiplicar a sua laboração por 2 por 4 ou 6 pares de mós.
Deve referir-se a existência deste moinho em funcionamento o qual fica situado em Marim no Centro de Interpretação do Parque Natural da Ria Formosa. Este Moinho foi recuperado e mantém-se a funcionar integrado no percurso deste Parque Natural (foto de Rui Poeira).

02/04/11

Moncarapacho

 História de Moncarapacho
Com D. Afonso Henriques, D. Sancho I, e seus sucessores até 1189, a conquista do Reino foi feita de norte para sul, numa tentativa de alargamento do território, no entanto só em 1249, no reinado de D. Afonso III, o Algarve foi definitivamente conquistado aos Mouros, a quem os Cristãos chamavam Sarracenos ou infiéis.
Não se sabe ao certo a origem de Moncarapacho, mas podemos afirmar que Moncarapacho é uma vila muito antiga devido aos muitos achados arqueológicos de diversas épocas. Esta freguesia apenas tem registos quando se separou da Freguesia de Santiago de Tavira em 1471, por ordem do Bispo D. João de Mello, em de 13 de Junho daquele ano. Nessa altura tinha a freguesia não mais de 100 fogos[1]. Em 1758, o cura desta freguesia, Manuel Mendes Correia, informa o seguinte:
“Tem uma praia chamada Fuzeta, quasi logar, que consta de muitas cabanas, e nelas moram os pescadores, em número de 109 fogos, com a sua Capela da sra do Carmo, onde se lhes diz missa nos Domingos e Dias Santos de Guarda” [2]. Moncarapacho trata-se, de uma Vila tipicamente Algarvia, onde não faltam vestígios quer Romanos quer Muçulmanos e, Segundo Luís Fraga da Silva esta será uma das localidades Algarvias com mais vestígios romanos e por onde passava a principal rede viária durante a ocupação romana.
De facto as fachadas das casas, as portas as chaminés e os monumentos religiosos, revelam um passado histórico glorioso de várias épocas da nossa história.
Também durante a ocupação Muçulmana, esta localidade tal como outras desta região, sofreu algumas transformações ao nível da paisagem, uma vez que foram aqui desenvolvidas diversas culturas e introduzidas outras por esta civilização. Também os processos de rega utilizados por estas gentes marcaram significativamente a paisagem rural.

[1] - In: Teixeira, 2003.
[2] - In: Oliveira, 1999: pag. 182.
 Fotos de Cidália Teixeira, Moncarapacho - Fevereiro de 2007

16/06/10

16 de Junho, Dia da Cidade de" Olhão da Restauração"

Venho valorizar o que se conta sobre a história de Olhão:

"Em Outubro de 1807 as tropas francesas de Napoleão, chefiadas pelo General Junot, invadiram Portugal, passando a dominar todo o país. Instalado em Faro o comando das tropas invasoras no Algarve, logo os exércitos fizeram sentir às populações dominadas o seu poder e ganância, com tributos, impostos, exacções, roubos e rapinas. Finalmente, para além de todas estas "artes", para grande miséria dos olhanenses, Junot aplicava a pena de morte aos contrabandistas e não haveria na época, pelo menos no Algarve, uma terra com mais contrabandistas que Olhão!

Era na altura uma simples aldeia sem qualquer importância administrativa ou política, atendendo ser povoada apenas por miseráveis marítimos, sem instrução nem quaisquer pergaminhos importantes para a época. Havia mesmo quem se referisse aos olhanenses depreciativamente como sendo apenas uma “raça de escravos”. Mas, no entanto, a miserável aldeia estava já num crescimento imparável e teria na altura mais de 5000 habitantes e já quase nenhumas barracas.

Esta invasão, ao contrário das que se lhes seguiram, foi a única que teve sucesso em Portugal, e afectou directamente o Algarve. As duas invasões seguintes (chefiada a segunda por Soult e a terceira por Massena) foram sempre militarmente derrotadas pelo exército anglo-português e nunca chegaram ao Algarve.

A 16 de Junho de 1808, à porta da Igreja Matriz, onde o povo se juntara, a tropa invasora afixara um edital convidando os portugueses a fazerem causa comum contra a Espanha então insurrecta. O Coronel José Lopes de Sousa, militar português então em Olhão (o exército nacional fora desmobilizado) desfaz em pedaços, gritando ao povo:

O povo respondeu a este desafio, solidarizando-se com ele e iniciando a revolta contra os ocupantes.

Logo nessa mesma tarde se soube em Faro dos acontecimentos revoltosos de Olhão; e os franceses e os seus aliados tentaram, ora com boas palavras ora com ameaças, demover os olhanenses da sua rebelião.

Os olhanenses - armados de algumas espingardas, espadas velhas, espadins, forcados, trancas, fisgas e até pedras -, foram ao encontro do inimigo. Na Ponte de Quelfes aguardaram, ocultos, pela passagem das tropas francesas. Deram-lhes combate, derrotaram-nas e perseguiram os que fugiram em direcção a Faro.

A revolta dos olhanenses deu inicio a uma sequência de revoltas por todo o Algarve e pelo país. Muitas populações de outras tantas localidades oprimidas, motivadas pela coragem dos olhanenses, seguiram o seu exemplo, e dentro em pouco os franceses tiveram que retirar para Norte.

A família real portuguesa estava então no Brasil, fugida antes da entrada dos franceses em Portugal. Não contentes com a revolta que haviam iniciado e que alastrava, dando paulatinamente lugar à Restauração da Independência portuguesa, alguns marítimos de Olhão decidiram ainda levar a noticia do que se estava a passar ao rei, no outro lado do Atlântico. Eram pescadores apenas habituados a navegação à vista da costa; mas, num pequeno caíque chamado Bom Sucesso, fizeram-se ao mar em Julho de 1808; e ao fim de dois meses estavam no Brasil a dar à Corte a novidade da libertação de Portugal.
O Rei, D.João VI, recebeu-os com todas as honras. Esta travessia, acrescendo à revolta, foi um novo episódio de audácia e de heroísmo, que valeu à então aldeia de Olhão, por decisão régia, a elevação à categoria de Vila, com o nobilitante título de Vila de Olhão da Restauração, que hoje, sendo já cidade, conserva em memória esse ilustre feito".

Ao Sabor da Maré, Olhão da Restauração - 200 anos [Versão electrónica], acedido em 16 de Junho de 2010, em: http://aosabordamare.blogs.sapo.pt/79044.html

APOS, Olhão e as Invasões Francesas, [Versão electrónica], acedido em 16 de Junho de 2010, em: http://www.olhao.web.pt/InvasoesFrancesas.htm

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