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25/10/14

Aldeia de Moncarapacho

Há muitas hipóteses da toponímia de Moncarapacho. Aqui estão algumas:
- Pode ter vindo do Monte do Carapacho. Carapacho é uma palavra espanhola que significa carapaça. Este nome foi criado devido da vista do mar, que parecia uma carapaça. Mais tarde o Monte do Carapacho evoluiu e originou a palavra Moncarapacho;
- Moncarapacho pode ter vindo do Cerro de São Miguel na parte em que este cerro é denominado Monte Escarpado devido ser alto, talhado a pique e sem o mais pequeno declive naquela parte. O nome Monte Escarpado evoluiu para Moncarapacho;
- Pode ter vindo também devido a uma senhora que morava no Cerro de São Miguel onde trabalhava com tecidos fazendo “capachos”que vendia. Dizia-se, no princípio, Monte dos Capachos, mais tarde Montecapacho, que evoluiu para Moncarapacho.





15/09/12

Moncarapacho - Igreja Matriz


Templo religioso medieval, reconstruído no período renascentista a quando da criação da freguesia de Moncarapacho. A composição da fachada principal adquire grande destaque e enquadra-se na chamada "escola regional do renascimento", de André Pilarte, assemelhando-se muito à Igreja da Misericórdia de Tavira. O portal principal ostenta a representação da Anunciação ladeada por São Pedro e São Paulo. No interior destacam-se as pinturas das capelas das Almas, do Calvário e de Santo António e a imaginária como a Nossa Senhora do Rosário e do Senhor da Paciência.


02/04/11

Moncarapacho

 História de Moncarapacho
Com D. Afonso Henriques, D. Sancho I, e seus sucessores até 1189, a conquista do Reino foi feita de norte para sul, numa tentativa de alargamento do território, no entanto só em 1249, no reinado de D. Afonso III, o Algarve foi definitivamente conquistado aos Mouros, a quem os Cristãos chamavam Sarracenos ou infiéis.
Não se sabe ao certo a origem de Moncarapacho, mas podemos afirmar que Moncarapacho é uma vila muito antiga devido aos muitos achados arqueológicos de diversas épocas. Esta freguesia apenas tem registos quando se separou da Freguesia de Santiago de Tavira em 1471, por ordem do Bispo D. João de Mello, em de 13 de Junho daquele ano. Nessa altura tinha a freguesia não mais de 100 fogos[1]. Em 1758, o cura desta freguesia, Manuel Mendes Correia, informa o seguinte:
“Tem uma praia chamada Fuzeta, quasi logar, que consta de muitas cabanas, e nelas moram os pescadores, em número de 109 fogos, com a sua Capela da sra do Carmo, onde se lhes diz missa nos Domingos e Dias Santos de Guarda” [2]. Moncarapacho trata-se, de uma Vila tipicamente Algarvia, onde não faltam vestígios quer Romanos quer Muçulmanos e, Segundo Luís Fraga da Silva esta será uma das localidades Algarvias com mais vestígios romanos e por onde passava a principal rede viária durante a ocupação romana.
De facto as fachadas das casas, as portas as chaminés e os monumentos religiosos, revelam um passado histórico glorioso de várias épocas da nossa história.
Também durante a ocupação Muçulmana, esta localidade tal como outras desta região, sofreu algumas transformações ao nível da paisagem, uma vez que foram aqui desenvolvidas diversas culturas e introduzidas outras por esta civilização. Também os processos de rega utilizados por estas gentes marcaram significativamente a paisagem rural.

[1] - In: Teixeira, 2003.
[2] - In: Oliveira, 1999: pag. 182.
 Fotos de Cidália Teixeira, Moncarapacho - Fevereiro de 2007

02/03/11

Apresentação da Vila de Moncarapacho

Localização Geográfica

Moncarapacho é uma das cinco freguesias do concelho de Olhão, a cerca de 7 Km da sede do concelho e tem 75 Km2 de área.
É constituída pela Vila, que lhe serve de sede, e pelos sítios e lugares espalhados pela zona rural.
Moncarapacho fica situada entre a serra e o mar, no “Barrocal algarvio, possui serros e planícies, onde vicejam hortas e pomares e onde não falta a presença das alfarrobeiras, laranjeiras, figueiras, e amendoeiras. Dista 8 km de Olhão e 17 de Faro”.

28/11/10

Presépio Napolitano do Século XVIII

Presépio Napolitano do Século XVIII na Capela de Santo Cristo em Moncarapacho
O singelo edifício do museu, acoplado à seiscentista capela de Santo Cristo, compõe-se apenas de dois pisos, que se resumem unicamente a duas salas. Na primeira, amontoam-se dezenas de peças arqueológicas, pertencentes à valiosa colecção do Dr. José Fernandes Mascarenhas, a maioria das quais a necessitarem de um estudo urgente e profundo. Neste âmbito julgamos que seria bastante profícua a colaboração do Gabinete de Arqueologia da Universidade do Algarve, cuja acção científica se tem vindo a disseminar por toda a região, desde o litoral à serra. No segundo piso, reúne-se a colecção de arte sacra do padre Isidoro Domingos da Silva, com algumas preciosidades dignas de relevo, misturadas com outras peças menos importantes, num eclectismo verdadeiramente encantador, nada chocante, resplandecente de luz e de cor.
Mas, de entre todo o seu recheio, assume particular interesse um valioso presépio napolitano, datado da segunda metade do século XVIII, composto por 40 figuras policromas, duma graciosidade espantosa e a que não faltam os mais subtis pormenores escultóricos, que só o engenho e a arte dos barristas italianos seria capaz de realizar.
Publicado no «Diário de Notícias», supl. de Natal, 21-12-1984 e acedido em 27 de Novembro de 2010 em  http://algarvehistoriacultura.blogspot.com/2010/06/um-presepio-napolitano-do-seculo-xviii.html.


19/10/08

Moncarapacho


Moncarapacho é uma pequena Vila típica do Barrocal algarvio, por entre colinas, onde verdejam hortas e pomares e não faltam as figueiras as amendoeiras e as alfarrobeiras, amendoeiras e romanzeiras. As suas ruas conservam ainda algumas casas representativas da arquitectura burguesa do séc. XIX e início do séc. XX, sendo muito influenciadas pelos traços urbanos da vizinha cidade de Tavira, a cujo Termo (concelho) pertenceu até 1826.

Carnaval de Moncarapacho 2019

História do Carnaval O Carnaval começou a ser festejado pelo povo grego em 600 a 520 a.C., como forma de agradecimento aos deuses pel...