As receitas, falam-nos ao coração e deixam-nos um sorriso no estômago. São temperadas com uma pitada de amor, duas colheres de carinho e muita dedicação.
30/12/14
10/12/14
O Vaso de Tavira
O “Vaso de Tavira”, ex-libris da coleção do Museu Municipal de Tavira, normalmente em exposição no Núcleo Islâmico, foi cedido por empréstimo ao Museu do Louvre, em França, para integrar a exposição temporária “Le Maroc Medieval – Un Empire de l’Afrique à l’Espagne”, a qual estará patente, até 19 de janeiro de 2015, no hall Napoléon.
A exposição, ...organizada pelo Museu do Louvre e pela Fundação Nacional dos Museus de Marrocos, integra um conjunto diversificado de objetos, de várias procedências, nomeadamente, de Portugal.
O “Vaso de Tavira” é um dos objetos mais emblemáticos do período islâmico no nosso país, datado dos finais do século XI ou inícios do século XII d.C. Apresenta pintura realizada a branco e, no bordo superior, um conjunto de figuras humanas (cavaleiro, besteiro, músico e uma mulher) e de animais (pombas, tartaruga, cavalos, camelo, caprino, bovino e ovídeo).
A presença desta peça, no Museu do Louvre, constitui um importante meio de divulgação do património histórico-arqueológico do país e da cidade, bem como do trabalho que tem vindo a ser promovido por diversos investigadores e pelo Município de Tavira, nos últimos anos.
A exposição, ...organizada pelo Museu do Louvre e pela Fundação Nacional dos Museus de Marrocos, integra um conjunto diversificado de objetos, de várias procedências, nomeadamente, de Portugal.
O “Vaso de Tavira” é um dos objetos mais emblemáticos do período islâmico no nosso país, datado dos finais do século XI ou inícios do século XII d.C. Apresenta pintura realizada a branco e, no bordo superior, um conjunto de figuras humanas (cavaleiro, besteiro, músico e uma mulher) e de animais (pombas, tartaruga, cavalos, camelo, caprino, bovino e ovídeo).
A presença desta peça, no Museu do Louvre, constitui um importante meio de divulgação do património histórico-arqueológico do país e da cidade, bem como do trabalho que tem vindo a ser promovido por diversos investigadores e pelo Município de Tavira, nos últimos anos.
In: Município de Tavira
30/11/14
O que são coleções?
Em termos gerais uma coleção é um grupo de itens ou objetos
que tenham uma ou mais características em comum. Coleções
comuns empreendidas por indivíduos que praticam tal hobby envolvem selos, canetas de ouro, carros, papéis de carta etc.
Independente do valor e da dimensão do objeto colecionado, o objetivo é o
mesmo: distrair a mente com algo que é somente seu, cuidar dele e poder
orgulhar-se ao mostrar para os amigos.
Alguns exemplos de coleções: autógrafos, bonecas,
calendários, camisas de de futebol, cartões, postais, cartões telefónicos,
moedas, filmes, livros, obras de arte, pacotes de açúcar, sapatos, sapos,
rótulos de cerveja ou vinho e outros, tampinhas etc.
Quem é Colecionador?
Colecionador é um indivíduo ou uma instituição que faz
coleção dos mais variados objetos, tais como selos e moedas. A biblioteca é uma
colecionadora de livros, um museu coleciona
diversas objetos, por exemplo. Não se sabe o período certo de quando o ser
humano começou a colecionar objetos. A teoria mais aceitável é que tenha
começado com objetos que os homens pré-históricos poderiam utilizar mais tarde.
Um dos mais famosos colecionadores em todo mundo é o museu, que pode
ser desde uma sala até uma enorme construção. O mais famoso deles é o Museu do
Louvre e um dos mais famosos objetos de sua coleção é Mona Lisa pintada por
Leonardo
da Vinci.
O que é Colecionar?
Colecionar é o trabalho que
se tem para reunir um conjunto de objetos da mesma natureza ou que tem qualquer
relação entre si. Ou seja, significa a coletânea de certa quantidade de objetos
parecidos.
Tal trabalho dura muito
tempo na existência do colecionador, muitas vezes anos, outras por toda a vida.
Torna-se um hábito, um costume, uma característica ou uma particularidade numa
pessoa.
Como
Colecionar?
A regra número 1 de um colecionador de respeito, é não usar o objeto para seu fim
primário. As latas de uma coleção de cervejas, por exemplo, devem estar cheias
- embora não haja motivo lógico para isso.
O colecionador, no entanto, não vê seus
objetos como objetos mortos. Pelo contrário: quando por exemplo um selo vai
para um álbum, passa a ser visto com olhos mais atenciosos e brilhantes.
Um defeito no corte ou na impressão,
que passaria despercebido por pessoas comuns e carteiros, passa a ser
valorizado.
Em coleções de objetos produzidos em grandes
quantidades as imperfeições dão à peça
uma individualidade e um preço diferenciado. Com sorte, ao objeto defeituoso um
colecionador pode dizer: "único do mundo".
Colecionar
para descobrir
É bem provável que o homem pré-histórico já tivesse, num cantinho da
caverna, uma coleção de crânios como talismãs.
Sabe-se hoje que já existiam colecionadores na Roma antiga e até no Egito
- o faraó Tutancâmon tinha o seu acervo de cerâmicas finas. Mas o colecionismo
só saiu das mãos dos reis quando a visão medieval do mundo se enfraqueceu, no
século XVI. Depois de perceber que poderia perseguir a eternidade neste mundo,
e não no céu, o homem passou a prestar mais atenção em si mesmo - uma onda de
auto-retratos invadiu a Europa - e nas coisas da natureza.
Para analisar e conhecer a natureza,
era preciso guardar e comparar tudo que havia de estranho pelo mundo.
As coleções foram fundamentais para a
organização da natureza como fazemos hoje.
30/10/14
As Mulheres na Primeira Guerra Mundial
A Atuação das mulheres na Guerra:
Durante a Primeira Guerra Mundial, as mulheres que viviam nos países
envolvidos no conflito, sofreram as consequências. Enquanto os homens
deslocavam-se em grande quantidade para os campos de batalha, mulheres
de classe média e alta passaram a trabalhar fora de casa.
No campo as mulheres ficaram responsáveis pela produção agrícola e pela criação de animais. As que viviam nas cidades foram trabalhar com transportes, dirigindo ônibus e caminhões, e também nas indústrias, entre elas a bélica. Muitas mulheres também se dirigiram para os campos de batalha para trabalhar como enfermeiras, cozinheiras, motoristas de ambulâncias e etc.
No campo as mulheres ficaram responsáveis pela produção agrícola e pela criação de animais. As que viviam nas cidades foram trabalhar com transportes, dirigindo ônibus e caminhões, e também nas indústrias, entre elas a bélica. Muitas mulheres também se dirigiram para os campos de batalha para trabalhar como enfermeiras, cozinheiras, motoristas de ambulâncias e etc.
Funcionárias de uma montadora, em 1917.
Trabalhadoras da construção civil.
Limpadoras de janelas, em Nottingham. (1917)
Mulheres encarregadas de alimentar um forno de carvão vegetal.
Membros do serviço de polícia das mulheres durante a Primeira Guerra Mundial.
Elas também acabaram ficando responsáveis pelo campo. (1918)
25/10/14
Hora de Inverno
Os
relógios vão atrasar uma hora na madrugada de domingo, o que permitirá
aos portugueses dormir mais uma hora. No continente e na Madeira, a
alteração dá-se às 2:00, ao passo que nos Açores, os relógios atrasam à
1:00.
Os portugueses vão
poder dormir mais uma hora no domingo, devido à habitual regulação ao
fuso horário que se processará na madrugada de 31 de Outubro, passando
assim a vigorar a hora de Inverno.
De acordo com o Observatório
Astronómico de Lisboa, os relógios deverão ser atrasados 60 minutos às
2:00 de domingo em Portugal Continental e na Madeira, passando assim a
marcar 1:00, ao passo que nos Açores a alteração deverá ser feita à
1:00, o que significa que o relógio passa a marcar meia-noite.
O Observatório Astronómico de Lisboa é a entidade que fornece a hora legal portuguesa.
A mudança seguinte (ao horário de Verão ) verificar-se-á:
- O dia 29 de Março de 2015
- Às 1:00 da manhã o relógio mudará às 2:00 da manhã
- O dia 26 de Outubro de 2014
- Às 2:00 da manhã o relógio mudou 1:00 da manhã
Aldeia de Moncarapacho
Há muitas
hipóteses da toponímia de Moncarapacho. Aqui estão algumas:
- Pode ter
vindo do Monte do Carapacho. Carapacho
é uma palavra espanhola
que significa carapaça. Este nome foi criado devido da vista do mar, que parecia uma
carapaça. Mais tarde o Monte do Carapacho evoluiu e originou a palavra
Moncarapacho;
-
Moncarapacho pode ter vindo do Cerro de São Miguel na parte em que este cerro
é denominado Monte Escarpado devido ser
alto, talhado a pique e sem o mais pequeno declive
naquela parte. O nome Monte Escarpado evoluiu para Moncarapacho;
- Pode ter
vindo também devido a uma senhora que morava no Cerro de São Miguel onde
trabalhava com tecidos fazendo “capachos”que vendia. Dizia-se, no princípio,
Monte dos Capachos, mais tarde Montecapacho, que evoluiu para Moncarapacho.
19/10/14
Passeios na História de Tavira
“Passeios na história de Tavira” realizou-se, hoje dia 18 de outubro, o passeio “O Arraial Ferreira Neto”, sob a orientação do historiador Marco Lopes.
Esta atividade teve como finalidade dar a conhecer o passado da cidade, a paisagem urbana, os monumentos e as personagens históricas, bem como sensibilizar para a necessidade de proteger e valorizar a herança patrimonial.
Entre maio e setembro, de cada ano, vários pescadores e as suas respetivas famílias esperavam pela chegada do atum. Nesses meses instalavam-se nos arraiais e faziam vida em comunidade. Assim aconteceu com a Armação do Medo das Cascas e com o Arraial Ferreira Neto. Depois da destruição das habitações e dos armazéns que ficavam na ilha, culpa de vendavais e marés inclementes, a Companhia das Pescarias do Algarve decide construir um moderno e imponente bairro piscatório, em abril de 1945. Nada falta: casas, cantina, balneários, armazéns, lavadouros, escola e igreja. Tudo na linha da arquitetura modernista e na ótica do discurso corporativista.
Ver mais em: http://www.cm-tavira.pt/site/content/noticia-newsletter/pela-hist%C3%B3ria-do-arraial-ferreira-neto
15/09/14
Imagem da Semana - Novo ano escolar
Hoje inicia-se mais um ano letivo. É tempo de estudar e aproveitar o que vos dão. A escola pública serve a população em geral, ou seja todos aqueles que em idade escolar pretendem acrescentar os seus conhecimentos científicos ou apenas a sua cultura geral. Apesar disso, há ainda aqueles alunos que precisam de frequentar uma escola, porque e só porque, ainda não têm os 18 anos, idade mínima para abandonar os estudos.
A todos um excelente ano letivo.
05/09/14
07/08/14
01/08/14
25/07/14
01/07/14
Novo Diretor no Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa
Hoje foi o dia da tomada de posse do novo Diretor do Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa.
O Professor Francisco Conde Soares após a sua tomada de posse feita pela Presidente do Conselho Geral Transitório, na presença da Diretora cessante, fez o seu discuro de apresentação.
Após alguns agradecimentos e tecer algumas considerações, apresentou o seu grupo de trabalho.
Muitos foram os que se associaram à festa:
28/06/14
Jardim suspenso
Em vez de tomar antidepressivos, plante flores. Cuide delas com carinho, como se fosse um familiar seu. No Inverno coloque o plástico na sua pequena estufa. No verão terá um jardim suspenso.
03/06/14
Criar a Época Islâmica
O projeto, que decorreu ao longo do ano letivo 2013/2014, foi concretizadoeia, e por uma terceira, do 10º ano de Artes, da Escola Secundária Dr. Jorge Augusto Correia.
Os trabalhos efetuados são reinterpretações que tiveram como fonte de inspiração as peças arqueológicas que integram a exposição “Tavira Islâmica”. Foram executados trabalhos gráficos e em barro, podendo destacar-se os azulejos realizados em corda-seca.
A iniciativa permitiu a todos os alunos
o contacto próximo com o património islâmico da cidade de Tavira resultante de
escavações arqueológicas e presente no espaço expositivo do Núcleo Islâmico.
No decurso do período de exibição, os
trabalhos estarão para votação por parte dos visitantes do Núcleo Islâmico, no
sentido de premiar os três mais votados.
15/05/14
HGP - 5º Ano
Correção da 6ª
Ficha de Avaliação de História e Geografia de Portugal
Docente: Cidália
Teixeira
Grupo - Os
instrumentos de navegação
2. Das hipóteses apresentadas (A, B, C e D), assinala a correta.
|
2.1.
|
Observa o
documento B.
O
instrumento astronómico representado na figura é:
|
|
|
A) um astrolábio, (pag. 137).
|
|
2.2.
|
Este
instrumento náutico permitia:
|
|
|
B) calcular a distância ao equador, medindo o
ângulo do sol ao meio-dia, (pag. 137).
|
II Grupo – A conquista
de Ceuta
1. Por que motivo era tão importante conquistar Ceuta?
- Ceuta era o centro de importantes rotas comerciais. De lá vinham para
a Europa muitas mercadorias apreciadas neste continente como por exemplo: ouro,
marfim, escravos e especiarias.
2. Esta conquista foi um
fracasso. Porquê
- Porque Ceuta ficou isolada e era constantemente atacada pelos mouros;
- As rotas comerciais foram desviadas para outras cidades;
- Portugal tinha mais despesas do que lucros para a manutenção de
Ceuta.
|
3.Das
hipóteses apresentadas (A, B, C e D), assinala a correta. |
|
|
3.1.
|
Ceuta localiza-se:
|
|
|
B) no Norte de África. , (pag. 138).
|
|
3.2.
|
Antes de
1415, Ceuta estava sob o domínio dos:
|
|
|
B) Árabes , (pag. 139).
|
|
3.3.
|
Ceuta era
uma cidade muito rica porque:
|
|
|
D) era o centro de importantes rotas comerciais.
, (pag. 139).
|
|
3.4.
|
Em 1415,
Ceuta foi conquistada:
|
|
|
A) por uma poderosa armada comandada por D. João
I , (pag. 139).
|
|
|
Grupo
III – A expansão portuguesa no Atlântico
1. Faz corresponder os elementos da coluna A, aos elementos da
coluna B.
A – Arquipélago da Madeira - Gonçalves Zarco
B – Cabo Bojador – Gil Eanes
C – Arquipélago dos Açores – Diogo Silves
D – Fernão Gomes – Rico Mercador de Lisboa
E – D. Henrique – Impulsionador dos
Descobrimentos
(Pag. 141)
|
|
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|
2.1
|
. As
primeiras descobertas marítimas devem-se, principalmente:
|
|
|
A) ao infante D. Henrique, (pag. 141).
|
|
2.2
|
. As primeiras descobertas foram
financiadas:
|
|
|
D) pela Ordem de Cristo.
|
|
2.3
|
. O
primeiro êxito da expansão portuguesa no Atlântico foi:
|
|
|
C) a ocupação das ilhas de Porto Santo e
Madeira, (pag. 141).
|
|
2.4
|
. Em
1434, Gil Eanes:
|
|
|
A) dobrou o cabo Bojador., (pag. 141).
|
|
2.5
|
. No
reinado de D. João II, Bartolomeu Dias, em 1487-88:
|
|
|
D) dobrou o Cabo das Tormentas, (pag. 141).
|
|
2.6
|
. Ao
serviço dos reis de Espanha, Cristóvão Colombo, em 1492:
|
|
|
A) descobriu a América, (pag. 143).
|
|
|
IV Grupo
– A Chegada à India e o Tratado de Tordesilhas
1.Analisa os documentos A e B
|
|
1.1.
Qual a origem do nome
Cabo das Tormentas?
- A origem do nome
Cabo das Tormentas teve origem no sofrimento/tormentas que os marinheiros
passavam para o ultrapassar, (pag. 141).
1.2.
Por que motivo era
tão importante os navegadores portugueses dobrarem este Cabo.
- Era muito importante
passar o Cabo das Tormentas, para
que fosse possível chegar à India, (pag. 141).
2.1.
Quais os nomes dos
dois países que negociaram este tratado?
- O Tratado de Tordesilhas foi negociado
entre Portugal e Espanha, (pag. 143).
2.2.
Que decisões foram
nele, tomadas?
- No
tratado de Tordesilhas, foi acordado que a terra ficaria dividida em duas
partes iguais pelo meridiano que passa a 370 Léguas a ocidente da ilha mais
ocidental de Cabo Verde , (pag. 143).
3.
Das
hipóteses apresentadas (A, B, C e D), assinala a correta.
|
|
|
3.1
|
. De
acordo com o Tratado de Tordesilhas:
|
|
|
D) as terras a descobrir para oriente do
meridiano de Tordesilhas seriam para Portugal , (pag. 141).
|
|
3.2
|
. Analisa
o mapa.
Vasco da
Gama descobriu:
|
|
|
B) o Caminho Marítimo para a Índia,
(pag. 141).
|
|
3.3
|
. Na
viagem de ida, a armada de Vasco da Gama:
|
|
|
C) fez uma volta muito larga a fim de evitar os
ventos contrários, (pag. 145).
|
|
3.4
|
. A
viagem de Vasco da Gama valeu, sobretudo:
|
|
|
B) pela descoberta do caminho marítimo para a
Índia,
(pag. 145).
|
|
3.5
|
. Lê o seguinte documento:
Este documento refere-se:
|
|
|
D) à chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil.
|
|
3.6.
|
Segundo o documento, os indígenas:
|
|
|
A) não seguiam nenhuma religião.
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